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MEPR participa de celebração dos 13 anos da Vila Bandeira Vermelha!

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No dia 05 de maio de 2012, em Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, foi celebrarado os 13 anos da Vila Bandeira Vermelha.

A Vila Bandeira Vermelha tem um histórico riquíssimo e é exemplo de luta para todos que defendem uma política justa e que sirva aos interesses do povo: no dia 26 de abril de 1999, enfrentou 600 policiais da temida polícia mineira em um terreno público abandonado no bairro Bandeirinhas, em Betim. Repressão tão grande, que dois mártires do povo foram assassinados a mando do prefeito Jésus Lima(PT): o operário Elder, que filmou toda a ação policial, foi atingido com a câmera em punho, registrou cada instante até a sua queda com um tiro no joelho e outro no abdômen. E o outro, Erionides, ao socorrer uma companheira que levara um tiro no joelho, foi assassinado covardemente com um tiro nas costas.

 

Campanha pela Punição aos Torturadores do Regime Militar- Ato em Homenagem ao Zé Carlos da Mata Machado

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O MEPR junto ao coletivo Acto Publico, MFP, Bagaço e Associação dos Presos Políticos de Pernambuco, organizou na semana passada, no dia 27 de abril, um ato em homenagem ao José Carlos da Mata Machado, militante da Ação Popular Marxista Leninista que foi torturado e assassinado durante o regime militar nas dependências do DOI-CODI em Recife-PE, e teve seu corpo enterrado clandestinamente no cemitério da Várzea em frente a UFPE.

 

Campanha pela Punição dos Torturadores do Regime Militar- Debate na UFPE

No dia 8 de março, dia internacional da mulher proletária, o Movimento Feminino Popular de Recife celebrou este dia tal como deve ser: com muita luta. Em defesa da punição aos torturadores do regime civil-militar de 64, pichações e debates foram realizados nesse mês na capital pernambucana.

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Contando com a participação de Socorro Abreu (coordenadora do curso de História da UFPE e membro da APAP*) e Sandra Lima (Movimento Feminino Popular) iniciamos a campanha em Recife com o debate “Mais de 30 anos se passaram, o que se tem feito dos torturadores do regime militar?” realizado no último dia 15 de março no auditório do Centro de Educação da UFPE e que contou com a presença de mais de 70 (setenta) pessoas.

 

Imagens do Primeiro de Maio pelo mundo

Em todo o mundo, combativos protestos registraram o dia do Proletariado Internacional. Num cenário de deterioração crescente da condição de vida das massas, e de aprofundamento da crise do sistema imperialista a nível mundial, os povos em luta inscrevem com cada vez maior contundência em suas bandeiras vermelhas a grande e indomável consigna de que A REBELIÃO SE JUSTIFICA!

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Memórias de uma guerra suja

Ex-delegado do DOPS confessa crimes contra a Humanidade:

Mais um título irá engrossar a já larga lista de livros e depoimentos efetuados por torturadores e criminosos confessando as atrocidades cometidas no período do gerenciamento militar. Trata-se do volume “Memórias de uma guerra suja”, do ex-delegado do famigerado Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) do Espírito Santo Cláudio Antônio Guerra. O livro, que é fruto de depoimentos de Guerra aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, traz uma série de confissões de alguém que agora se diz “arrependido”. Assassinatos, torturas e incineração de cadáveres, com descrições de episódios que passariam como sendo do campo de concentração de Auschwitz, a não ser por uma única –e essencial –diferença: ocorreram no Brasil.

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Polícia do Rio terá Caveirão "anti-distúrbios"

Polícia do Rio terá Caveirão “anti-distúrbios”:

No esteio da realização dos mega-eventos Copa do Mundo e Olimpíadas e, principalmente, num cenário de aumento da efervescência social e do protesto popular de modo geral, o governo do Rio de Janeiro anunciará em breve sua mais nova aquisição:os novos carros blindados (“Caveirões”) Maverick, da empresa sul-africana Paramount, a serem usados em operações das polícias militar e civil. A secretaria de segurança alega urgência na compra.

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O POVO GOIANO EXIGE: FORA MARCONI!

ForaOntem, sábado (21), o povo goiano ocupou as ruas de Goiânia para exigir a saída de do governador do Estado, Marconi Perillo (PSDB). Mais de dez mil pessoas se reuniram em frente  à Assembleia Legislativa.

Dez mil vozes entoarem em uníssono: FORA MARCONI!

A manifestação percorreu várias vias importantes e de grande movimento da capital goiana. No percurso a manifestação só ia engrossando. Os moradores acenavam sua aprovação do alto dos prédios.

 

Aprender e seguir o exemplo do professor Renato!

Corte_Popular.site No dia 09 de abril foi assassinado em Buritis o professor Renato Nathan Gonçalves Pereira. Relatos de moradores e amigos levam a crer que Renato tenha sido executado com três tiros na cabeça por policiais civis de Ouro Preto do Oeste quando teria sido abordado numa blitz noturna em uma estrada da região de Jacinópolis. Nenhuma pericia foi feita no corpo de Renato, assim como nenhum esforço foi feito para encontrar os responsáveis de sua morte.

A história do companheiro Renato é a mesma de centenas de trabalhadores de Rondônia. Nascido numa família de camponeses, sua família deixou o norte de Minas para se instalar em Rondônia no inicio dos anos de 1970, em busca do sonho de um pedaço de terra e uma vida melhor. Renato nasceu 24 de dezembro de 1983 em Colorado do Oeste-RO. Em 1986 mudou se para o município de Jaru, era o filho mais novo de 5 irmãos. Desde criança trabalhou na roça junto com o pai e seus irmãos enfrentando todo tipo de dificuldades e sofrimentos. Um fato que o marcou e causou profunda indignação foi a morte de sua irmã, vítima de meningite aos onze anos por total falta de assistência médica.

Em 1992 a família deixa o sitio e se estabelece na cidade de Jaru, onde Renato trabalha em serrarias e outros serviços. Trabalhava de dia e estudava a noite como muitos jovens filhos do povo.

Na escola chama atenção dos professores pela capacidade de redação de textos. Influenciado por uma professora despertou o interesse por política e pela história das revoluções socialistas. Começou a participar de atividades de apoio ao movimento camponês combativo e passa a ter contato com a luta pela terra na região de Jaru, Theobroma, Vale do Anari e Machadinho. O convívio com os camponeses despertou ainda mais a necessidade de entender os graves problemas sociais do país que causavam tanto sofrimento ao nosso povo, via que estes problemas afligiam milhões de famílias como a sua.

 

Ato em Goiânia Exige a Saída do Governador Marconi Perillo

P1030611 Manifestantes protestaram na manhã do último sábado, dia 14 de abril, na Praça Cívica, em Goiânia, contra as denúncias de envolvimento do governo estadual com o grupo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Milhares de pessoas pessoas participaram da manifestação pacífica “Fora Marconi”, em contestação às supostas ligações do governador do Goiás, Marconi Perillo (PSDB), com o contraventor preso pela PF Carlinhos Cachoeira.

 

Engels responde a acusação de 'reducionismo econômico do marxismo'

Utilizaremos uma vez mais este espaço para reproduzir um artigo de um dos gênios do movimento operário, Friedrich Engels. Fiel amigo de armas de Karl Marx, após a morte deste, Engels, tornou-se o principal defensor do marxismo, desempenhando defesa implacável contra o revisionismo. Na carta que ora publicamos, Engels, dá respostas irrefutáveis acerca da - ainda hoje em voga - acusação do "reducionismo econômico do marxismo". Em primeiro lugar, demonstra que os defensores do "pós-modernismo" ou "pós-marxismo" não são tão criativos e originais em seus ataques à ideologia científica do proletariado quanto tentam aparentar. Como fator central, Engels, expõe que nem ele nem Marx, jamais afirmaram nem quiseram afirmar que o aspecto econômico é único na história. Pelo contrário, em várias obras procuram estudar como as relações políticas, históricas, jurídicas influem na luta de classes, todavia, mesmo essas relações se encontram em uma dada situação econômica. Em suma, o motivo da incompreensão dos "intelectuais" em geral de ontem e hoje sobre o marxismo derivam da falta de entendimento do materialismo dialético. Quando esbarram na afirmação de que o elemento econômico é em última instância o determinante histórico não conseguem entender as relações dialéticas que esse fator pode ter com os demais - políticos, jurídicos, culturais, religiosos e etc.. Desse modo, o argumento de reducionismo é fácil e encontra largo campo em uma academia que não estuda, nem pretendende estudar, a dialética em Hegel, quanto mais os aportes superiores de Marx e Engels.

Finalmente, deixamos a cargo do ilustre leitor averiguar a importância da obra. Boa leitura!

Carta para Joseph Bloch[1]

Friedrich Engels

21-22 de Setembro de 1890

retirado de: http://www.marxists.org/portugues/marx/1890/09/22.htm

 


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