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Teses e Textos


Qua, 28 de Junho de 2017 MEPR - Teses e Textos
Como parte de um compromisso em auxiliar no impulsionamento da luta dos estudantes brasileiros, bem como em divulgar a ideologia científica do proletariado, reproduzimos em nosso sítio os “Três artigos permanentes” e também o editorial do “Diário do Exército Popular de Libertação”, escrito em dezembro de 1966, que analiza a importância dos “3 textos” para os revolucionários.

Os três artigos permanentes (“Servir ao Povo”, “Em Memória de Norman Bethune” e “O Velho que Removeu as Montanhas”) foram largamente estudados em um momento chave para a Revolução Chinesa: nos momentos em que se iniciavam a Grande Revolução Cultural Proletária, que impediu por dez anos a restauração capitalista na China Popular.

Estava em jogo para o conjunto do povo chinês (operários, camponeses, estudantes, intelectuais, etc.) transformar a vontade de se chegar ao comunismo em decisão para cumprir as tarefas demandadas no novo momento político que atravessava o país. Revolucionarizar sua ideologia, expulsar as ideias atrasadas, guardar-se da arrogância, transformar a si mesmo para poder servir completamente ao povo e à luta pela emancipação de toda a Humanidade.

Neste movimento de estudar a ideologia científica do proletariado, o marxismo-leninismo-pensamento mao tsetung (como era conhecido o maoísmo à época), para cumprir as novas tarefas que a revolução necessitava, forjou-se dezenas de milhares de sucessores do proletariado. A juventude contribuiu enormemente para mobilizar as massas de operários e camponeses para seguir no caminho de continuar a revolução, derrotando com as posições atrasadas dos revisionistas e burgueses encastelados no Partido Comunista e no Estado.

No que toca a nós, estudantes revolucionários brasileiros, também temos uma grandiosa tarefa a cumprir: propagandear e agitar as massas de estudantes em torno da necessidade da Revolução de Nova Democracia!

E, assim como os jovens Guardas Vermelhos chineses, só teremos êxitos se transformarmos nossa concepção de mundo, entendendo que somos uma força motriz desta revolução e, ao mesmo tempo, seu alvo! Derrotando as ideias erradas e travar de maneira consciente uma revolução dentro de si, tendo em vistas as grandiosas tarefas que são reservadas à juventude e ao povo brasileiro na sua luta por derrotar as três montanhas que o oprimem, o latifúndio, a grande burguesia e o imperialismo.

Publicamos abaixo o editorial do “Diário do Exército Popular de Libertação” e, no link para download, os livreto “Os Três textos mais lidos do Presidente Mao Tsetung” que compreende também os textos “Perseverar no estilo de vida simples e luta dura. Manter estreita ligação com as massas” e “Contra o liberalismo”.

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Qui, 30 de Abril de 2015 MEPR - Teses e Textos

 

Recebi com intensa indignação os informes a respeito da agressão vil, covarde e torpemente orquestrada pela DIREÇÃO DO PSTU contra uma reunião da comissão de cultura da FIP-RJ. Li enojado as notas daquela agremiação sindical-eleitoreira (não pensem que seja exatamente uma tarefa fácil fazer esses documentos chegarem às minhas mãos, porque não estou de férias num spa, mas num presídio de segurança máxima), e não sem alguma surpresa vi que, em meio a calúnias de toda ordem, misturando uma visão deturpada da história com fatos referentes a uma assembléia estudantil na UERJ, admitem que sim, houve a agressão contra nossos companheiros e companheiras. Esse é o dado fundamental. Uma reunião do movimento popular foi invadida, na calada da noite – sempre os criminosos optam por cometer suas ações infames diante do menor número possível de testemunhas – e seis pessoas, repito, seis pessoas, foram cercadas e agredidas por cinqüenta esbirros que premeditaram uma emboscada. Os “campeões” do combate ao machismo agrediram companheiras nossas – e, fato monstruoso – um professor, Tiago Hastenreiter, figura que conheço desde a época em que eu era secundarista, agrediu sua aluna, uma menina, a nossa querida e valente Ludmila.

 

Calar-se diante disso, por conchavos de qualquer espécie, é tão imoral como calar-se diante da perseguição política, que já chegou ao nível de longos encarceramentos, movida pelo Estado e pela gerência PT/PMDB (nas esferas nacional e estadual) contra os lutadores. Silenciar diante de fatos tão graves é como dizer mil palavras, passando com armas e bagagens para o campo da reação.

 

Nós que somos militantes sabemos que cinquenta pessoas de uma mesma organização, muitas delas dirigentes, não se reuniram e tomaram uma atitude canalha como está por impulso, sabiam perfeitamente com quem estavam mexendo, em que momento (temos companheiros presos, na clandestinidade, e um julgamento de exceção chegando à fase das sentenças), e quais seriam as conseqüências – quando menos, a repercussão imensa do episódio. Trata-se, a todas as luzes, de ação orquestrada, que contou no mínimo com aval da Direção Nacional desse partido. Que, com essa atitude criminosa, acrescentou mais um capítulo à sua triste história de traições à classe operária e ao povo brasileiro.

 

Fico me perguntando a que tradições tanto se remetem: seria terem ajudado a criar o lulismo, erguendo com ele e sua turma o “novo sindicalismo” de pelegos e mafiosos que moldou o que é hoje esse torpe movimento sindical-estatal que temos? Estarem aí há vinte anos pedindo votos sem qualquer êxito, minguando ano após ano? Terem sido rechaçados pelo maior movimento de massas das últimas décadas do Brasil, as jornadas de junho, classificando de “fascista” a juventude combatente ao mesmo tempo em que mendigava uma “unidade” com o mesmo PT que mandava exército e força nacional descer o porrete nas manifestações? Terem ido para casa durante a Copa do mundo, traindo a si mesmos, quando prometeram que “na Copa haveria Luta” (vi com meus próprios olhos como sabotaram vergonhosamente a greve dos rodoviários, encaminhando-a para uma derrota)? Alguém deve lembra-los que a história política do Brasil não começou com a fundação do PT (já contava então nosso proletariado com um século de lutas), e que quando eles começaram a ganhar alguma expressão todos os direitos trabalhistas fundamentais – os mesmos que o PT ora ataca – já estavam conquistados.

 
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Qui, 30 de Abril de 2015 MEPR - Teses e Textos

 

Após as manifestações de indignação e repúdio geral de organizações e pessoas democráticas, progressistas e principalmente da juventude revolucionária de todo o país ao ato covarde do PSTU, seus dirigentes vem tentando se fazer de vítima no objetivo de reduzir o rechaço e o desgaste em que se afundam. Não podendo tapar o sol com a peneira, buscam desinformar e confundir sobre as reais motivações e os escusos objetivos encobertos por de trás das covardes agressões cometidas por cerca de 50 dirigentes e militantes seus contra 6 ativistas do MEPR, da Unidade Vermelha e da FIP-RJ, no último dia 16/04, na UERJ. Desta vez, a direção regional e nacional de dita organização divulgou a nota “Combater o machismo e as calúnias stalinistas do MEPR”. Este pronunciamento, assinado pela Secretaria de Mulheres do PSTU/RJ publicado no site http://www.pstu.org.br/node/21403 é somente mais uma das manobras para tentar encobrir e justificar seus atos covardes de agressão.

 

Uma vez mais, desmentimos e desmascaramos seus discursos e métodos, próprios de reacionários. Podem tentar confundir para justificar sua covarde agressão, mas nunca poderão encobrir os fatos e a realidade. Estes também são métodos de que se servem o fascismo e toda a reação, porém em vão, para atacar o movimento democrático-popular e revolucionário. O PSTU, por mais que se esforce e distorça a verdade, não pode esconder que, por meio dessa sua covarde agressão, atua como polícia política auxiliar do velho Estado de grandes burgueses e latifundiários, serviçais do imperialismo e, em especial, da DRCI (o novo DOPS) que ataca, persegue, encarcera e processa os militantes da FIP-RJ e do MEPR. Exatamente no mesmo instante que os gerenciamentos de Cabral/Pezão (PMDB) e de Dilma Rousseff (PT) orquestram a mais perversa criminalização contra a juventude combatente, ataques levados ao extremo pelo judiciário do RJ na pessoa do juiz fascista Flávio Itabaiana, o PSTU, de forma deliberada, premeditada e de surpresa enfim, covarde, se aproveita para despejar sua ira reacionária contra a juventude combatente.

 

As verdadeiras motivações e razões mais de fundo desta atitude desesperada do PSTU é o crescente repúdio popular ao podre e farsante processo eleitoral, o crescente desmascaramento destes oportunistas, socialistas de blefe e seus medíocres resultados eleitoreiros. Particularmente no Rio de Janeiro, onde estes têm sido politicamente derrotados pelas vitoriosas campanhas Fora Cabral e a farsa eleitoral!, Não vai ter Copa! e Não vote! Lute pela revolução!, puxadas pela FIP-RJ desde as grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013. A questão de toda sua fúria covarde é porque nosso movimento e outras organizações revolucionárias desmascaram sua linha oportunista centrista de morder e assoprar essa imundície que é o governo e toda a podridão em que se converteu o PT e a CUT (de quem são filhotes rejeitados). O que não podem suportar é o desmascaramento de suas posições pelegas!

 
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Seg, 30 de Março de 2015 MEPR - Teses e Textos

Numa atitude digna de representantes do regime militar fascista que infelicitou o nosso país por longos 21 anos, a Congregação da FAFICH aprovou em reunião, nesta segunda-feira (30), o fechamento por tempo indeterminado da sala do Diretório Acadêmico. Esta atitude representa um verdadeiro atropelo à democracia e autonomia universitárias e um ataque aberto ao movimento estudantil da UFMG e aos direitos democráticos à livre reunião, expressão e manifestação dos estudantes na instituição. Seguranças privados já circulam, de forma intimidatória, por todos os andares do prédio e o patrulhamento ostensivo do campus da UFMG na Pampulha pela PM é cobrado pelo monopólio da imprensa e debatido em reuniões as portas fechadas pela Reitoria e a burocracia universitária. Este ataque frontal ao movimento estudantil na UFMG se deu após uma enxurrada de matérias sensacionalistas veiculadas pelo monopólio da imprensa.

 

Nos últimos dias, o jornal Estado de Minas, diretamente ligado ao PSDB de Aécio Neves em Minas Gerais e parte do monopólio da imprensa fascista no país, tem publicado uma série de "denúncias" sobre o consumo e o tráfico varejista de drogas ilícitas no Diretório Acadêmico da FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas), associando tais supostos atos à atuação do “crime organizado” na entidade estudantil e ao crescimento de furtos e assaltos no campus da UFMG na Pampulha. Tais "denúncias", que são parte de uma odiosa campanha em defesa da militarização da UFMG, da criminalização do movimento estudantil e contra a autonomia e democracia universitárias, foram prontamente repercutidas por outros órgãos da imprensa fascista, notadamente a TV Alterosa (pertencente ao mesmo grupo dos Diários Associados do qual o Estado de Minas é parte). Ademais, o Estado de Minas de Aécio Neves (PSDB) tira proveito do clima de insatisfação generalizada na universidade contra o absurdo corte de 30% do orçamento da UFMG imposto pelo governo federal de Dilma Rousseff (PT), visando desgastar ainda mais o gerenciamento petista e capitalizar eleitoralmente para as eleições presidenciais de 2018. De forma sensacionalista, tais órgãos do monopólio da imprensa buscam difundir um clima de insegurança entre os estudantes, servidores e professores para justificar medidas antidemocráticas como a restrição e controle da circulação de pessoas externas à comunidade acadêmica no campus Pampulha e, principalmente, incrementar a presença da Policia Militar, já absurda e inconstitucionalmente estabelecida desde 1996 através de um espúrio convenio entre a PM e a Reitoria da UFMG, mantido pela atual administração do reitor Jaime Arturo Ramirez.


Em suas declarações, a Reitoria da UFMG e a burocracia universitária na FAFICH deixam claros os seus escusos objetivos de aprofundar a política de controle e segregação social iniciada com a instalação das catracas nos prédios, medida amplamente questionada por estudantes, professores e servidores. Assim como o verdadeiro "Big Brother" imposto à comunidade universitária pelas câmeras espalhadas por todo o campus, estabelecendo a completa falta de privacidade e liberdade, particularmente para aqueles que questionam a ordem estabelecida na universidade. Estas medidas antidemocráticas são parte de uma mesma lógica que tem se perpetuado na UFMG por meio da recorrente proibição de festas e atividades culturais organizadas por estudantes e a absurda proibição de alojamento no campus durante eventos estudantis, o que tem gerado constantes conflitos terminando, na grande maioria dos casos, em processos administrativos contra estudantes.


Os setores governistas ligados à UNE que participam da diretoria do DA FAFICH se limitam em questionar o notório caráter preconceituoso e racista das matérias sensacionalistas veiculadas pelo monopólio da imprensa e das medidas tomadas pela diretoria da FAFICH, encobrindo a relação de tais matérias e medidas com o crescente processo de criminalização do protesto popular e do movimento estudantil por todo o país, do qual o gerenciamento oportunista de Dilma Rousseff (PT) e sua frente oportunista e eleitoreira de PMDB/PSB/pecedobê é o principal protagonista desde as grandes jornadas de luta de junho/julho de 2013. Além do que, fazem questão de desassociar o aumento dos casos de furtos e assaltos na instituição com o absurdo corte de verbas imposto à UFMG pelo governo de Dilma Rousseff (PT) no início deste ano por meio do Decreto Nº 8.389, de 7 de janeiro de 2015.

 

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