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Movimento Estudantil Revolucionário no Mundo


Sex, 23 de Junho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil Revolucionário no Mundo
Retirado do Blog da Frente Estudantil Revolucionária e Popular do Chile: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 

Chile

Milhares de estudantes se jogam às ruas em protestos, marchas e cortes de avenidas pelo direito à educação, tendo como resposta do velho Estado um crescente repressão, com estudantes gravemente feridos, numerosas detenções arbitrárias, espancamentos e gás lacrimogêneo ao limite. O combativo estado de ânimo das massas deve encher-nos de otimismo.

Enquanto tanto a CONFECH impulsiona as “cinco indicações” (fim da dívida, gratuidade, fortalecimento da educação pública, marco regulatório e fim do lucro) para “incidir” nesta “reforma” que só aprofunda o capitalismo burocrático na educação (ver edição anterior). Isto nos fatos é fazer conduta e lobby, e atolar-se no parlamento, órgão de legitimação das classes opressoras, que historicamente tem servido para conter as demandas do povo.

Exemplo do anterior é o de Iván Fuentes, antigo dirigente dos protestos que paralizaram Aysén em 2012, hoje membro do parlamento e acusado de receber subornos e financiamento das mesmas pesqueiras contra as quais as massas ayseninas protestaram.

É por isto que o movimento estudantil não deve deixar-se enganar por aqueles que planteiam “reformar” o velho Estado e usar nossas justas lutas como campanha eleitoral.

 
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Ter, 06 de Junho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil Revolucionário no Mundo
Retirado do Boletim La Rebelion se Justifica nº 7 - disponível em: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

Movimento Estudantil
DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

 

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Durante o mês de Abril, foram aprovadas uma série de medidas para a Educação Superior, a suposta "reforma", e por parte do governo foi prometido o fim do Crédito com Aval do Estado (CAE) para o segundo semestre. Entre as medidas estão: criação de uma subsecretaria e superintendencia de educação, obrigatoriedade da acreditação, estabelecimento da bolsa gratuidade por lei, etc.

Esta "reforma" não faz mais que manter intacto o capitalismo burocrático na educação e não incorpora nenhuma das demandas do Movimento Estudantil. Assim, por exemplo, hoje, 80% das matrículas em educação superior estão nas instituições privadas, o que gera uma alta segregação e um grande negócio para os bancos e os donos daquelas universidades. Que diz a reforma sobre isto? "Consagra a educação como um sistema mista" entre universidades públicas e privas, isto é, não muda nenhum fio de cabelo desta questão.

Sobre gratuidade, planteia mantera a atual bolsa e aumentá-la progressivamente dependendo da situação econômica do país. Porém, esta bolsa nõa foi mais que uma mudança de nome e de gestão de recursos, passando fundas das outras para criar esta. Assim, o gasto em benefícios estudantis da educação superior de 2016, ano em que se inicia esta bolsa, foi inclusive menor que os anteriores. Em relação ao seu aumento progressivo, não faz mais que gerar falsas ilusões.

Finalmente, a eliminação do CAE é uma promessa de legislar o segundo semestre para mudar este crédito por um estatal. Isto é: seguir endividando-se para estudar, agora não mais enriquecendo os bancos privados, e sim ao capital monopolista estatal.

Ademais, sobre a atual dívida de mais de um milhão de estudantes pelo CAE planteou a ministra que "é impossível perdoá-la" em condições que o mesmo velho Estado perdoou empresas por quantidades gigantescas (o perdão à Johnson's custou mais de 100 milhões de dólares).

Corresponde derrotar esta "reforma", impulsionando o protesto popular, passeatas, manifestações, etc e mobilizar a outros setores do povo. Terá vital importância este ano não deixar-se enganar pela farsa eleitoral.

Os estudantes revolucionários devem aprofundar a luta por uma verdadeira gratuidade, para golpear os bolsos da grande burguesia, luta pelo perdão total das dívidas e pela plataforma revolucionária de educação gratuita, científica, nacional e a serviço do povo.


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Ter, 06 de Junho de 2017 Noticias - Movimento Estudantil Revolucionário no Mundo
Retirado do Boletim La Rebelion se Justifica nº 7 - disponível em: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

Movimento Feminino
O CARÁTER DE CLASSE DO ASSÉDIO E DO MACHISMO

 

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Recentemente 16 companheiras da organização Juventude Rebelde (JR) denunciaram asséio e condutas machistas por parte de seus companheiros de organização, e resolveram renunciar a sua militância e difundir amplamente o problema, tentando ser silenciadas por parte da direção da JR.

Entendemos que este problema, que parecia ser entre homens e mulheres, poderá se resolver somente dando luta contra a linha pequeno-burguesa que domina dita organização, e não com uma luta entre homens e mulheres.

O feminismo surge como resposta necessária à opressão e à exploração que sofrem as mulheres na sociedade de classes, sociedade na qual a maioria do povo é oprimido e explorado, homens e mulheres.

Indo à raíz histórica da opressão da mulher, vemos que nem sempre fomos "o sexo frágil". De fato, na sociedade primitiva, a mulher possuía uma grande importância, principalmente porque era quem deixa descendência conhecida (se sabia quem era a mãe dos filhos, não quem era o pai).

A situação mudou com a divisão em classes da sociedade, iniciando a exploração da minoria, que adminsitrava e ficava com as riquezas produzidas por todos, contra a maioria, que era a força de trabalho. Para tal mudança, foi necessário substituir o direito materno sobre a descendência pelo direito paterno e com isto começa o patriarcado e a dupla exploração da mulher. É por isto, porque o patriarcado surge com a sociedade de classes, que defendemos que a emancipação da mulher se dará com a emancipação de toda a classe.

A linha revolucionária a respeito do problema da mulher é a que promove sua participação como ativistas impulsionadoras da luta, como dirigentes revolucionárias que encarnem a ideologia proletária, já que a mulher é a metade do povo, e ao ser duplamente oprimida é também duplamente revolucionária.

Suadamos as companheiras que lutam contra o patriarcado, e se atrevem a alçar a voz numa sociedade machista.

Chamamos a enfocar esta coragem até encarnar uma linha proletária em luta contra a linha pequeno-burguesa na direção de numerosas organizações atualmente, que leva alguns a atuar depreciando o papel revolucionário das mulheres e assediando, como um verdadeiro patrão, as suas companheiras.

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Qua, 29 de Março de 2017 Noticias - Movimento Estudantil Revolucionário no Mundo

Traduzido de La Rebelion se Justifica

Muitos estudaantes entramos na universidade pensando que alí podemos formar-nos para mudar a sociedade. Solucionar os problemas da sociedade implica acabar com a exploração, expulsar o imperialismo e aplastar os latifundiários e grandes burgueses.

Eles historicamente tem tentado sufocar nossos desejos de mudança e assim tem imposto os planos de estudo. Que ideias tentan injectar-nos? Lixos como “o problema está nos profissionais, devemos formar uma nova geração que substitua aos antigos mudem a sociedade”, “o problema está no governo de turno, portanto precisamos votar”, “o problema é que existe a razão (!)”, “o problema é que não existe a verdade objetiva só existe a verdade de cada um (!)”. Em síntese, tirar o foco da luta contra a exploração.

Em meio a este mar de estupidez, muitos estudantes ficam mais confusos que antes a respeito de como solucionar os problemas da sociedade. Logo começam a trabalhar e sofrem diretamente a pesada exploração não advertida pela universidade e o desemprego gerado pelos exploradores. Se dão conta de que a universidade não os preparou para trabalhar, porque ela está desligada da prática, portanto, da realidade.

A isto se soma a dívida dos custo da universidade, milhões de pesos [moeda chilena] para escutar questões como "não existe a verdade". Poderia parecer uma loucura completa, mas tem sua explicação.

No início do século XX se potenciou a educação científica para desenvolver a indústria que se estava gerando a serviço do imperialismo, por isto, nestes anos se investia em experimentação e investigação científica!

Mas estes projetos já não tem importância, poque o imperialismo já gerou os meios para saquear-nos plenamente, e já não necessita desenvolver nenhuma indústria, tem desindustrializado o país. Por isto, já não o interessa o investimento em educação científica, nem gratuira e se ensina puro lixo "pos-moderno".

Os estudantes, devemos desenganarnos da educação universitária e fundirmo-nos com as massas. Nos colocar no caminho de SERVIR AO POVO DE TODO CORAÇÃO, sobre o qual está a missão histórica de derrotar os exploradores.

A única forma de mudar esta situação é lutando contra cada efeito da exploração, porém em função de varrer com a própria exploração, que é a causa de nossos problemas! Lutando por conquistar o poder e assim ganhar definitivamente o direito completo à educação gratuita, científica e de massas!
 

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Propaganda distribuida entre estudantes de direito


Advogados a serviço do povo!

O povo é saqueado, perseguido e assassinado, enquanto as classes dominantes lavam suas mãos com as leis que ela mesmo cria. Os pobres enfrentam uma enorme máquina de poder, o povo não tem nada e é constantemente atacado. Hoje se necessitam advogados que realmente sirvam aos interesses do povo, que defendam e apoiem sua luta, não aos grandes burgueses e latifundiários que nos golpeiam dia a dia. Nem aos ricos, nem a nós mesmos, SERVIR AO POVO DE TODO CORAÇÃO!

"Temos o dever de ser responsáveis perante o povo. Ser responsáveis perante o povo significa que cada palavra, cada ato e cada medida política nossos devem concordar com os interesses do povo, e se cometemos erros, devemos corrigí-los."
Mao Tsetung
 
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Qua, 29 de Março de 2017 Noticias - Movimento Estudantil Revolucionário no Mundo

Traduzido de La Rebelion se Justifica

Para conhecer a história do Dia do Jovem Combatente no Chile, acesse: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com.br/2017/03/vivan-los-jovenes-combatientes.html


 

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Nesta terça-feira, 28 de Março, se organizou um Ato Político-Cultural em comemoração do Dia do Jovem Combatente en la Escola de Direito da Universidade do Chile, marcando uma atividade de início de ano.

A actividadr, organizada pela FERP e o JRP3, contou com participação massica e se desenvolveu entre discursos, apresentações musicais de rap, propaganda revolucionaria, chamados à luta e denúncias do oportunismo e revisionismo eleitoreiro. As massas saudaram a ação que se coloca dentro do conjunto de ações comemorativas por esta importante data para a juventude revolucionária.


Saudamos a todos os participantes e artistas convidados.

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RVI