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Era novembro, o ano: 1995, a cidade Goiânia. No ginásio “Vermelhinho” uma grande decisão fora tomada: Romper com o oportunismo no movimento estudantil! Basta de eleitoralismo, pacifismo e carreirismo! Transcorria o XXX Congresso da Ubes e nós representávamos a segunda maior bancada, com delegados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Pará. Nossa tese Rebelião era a mais profunda e revolucionária e lançava as bases para as importantes definições que tomaríamos no movimento estudantil. Nossos companheiros eram os mais organizados, combativos e disciplinados de todo o congresso. Ao final do Congresso nosso movimento decidiu romper definitivamente com a Ubes e com a Une. Esta foi uma decisão importantíssima. A data que para nós simboliza a retomada do caminho revolucionário no movimento estudantil é novembro de 95. E é com muita alegria que comemoramos estes dez anos de ruptura com o velho movimento estudantil, estes 10 anos de construção da Corrente Democrática dos Estudantes. Vida longa ao Movimento Estudantil Popular Revolucionário! Este artigo foi escrito por antigos companheiros de nossa Corrente que participaram deste processo de rompimento.
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O dia 8 de março é comemorado pelas mulheres trabalhadoras de todo o mundo como o dia internacional da mulher proletária. Este dia foi proclamado em uma conferencia de mulheres socialistas na Dinamarca em 1910, onde Clara Zetkim* propôs que fosse instituído um dia para celebrar a luta das trabalhadoras do mundo todo.
Ao longo de toda a história, a mulher vem demonstrando seu papel destacado na luta de classes. Não se sabe a data precisa quando se iniciou as celebrações em 8 de março, mas foram as lutas desenvolvidas por mulheres em todo o mundo que levaram à escolha deste dia. Como exemplos, temos: em 1857 uma greve de tecelãs foi reprimida no EUA, morreram 129 mulheres. Em 1909, na cidade de Nova Iorque, operárias de 500 fábricas de tecelagem pararam por semanas, reivindicavam reajuste salarial, melhores condições de trabalho, segurança e reconhecimento do sindicato. Esta greve ficou conhecida como o levante das vinte mil. Em 1911, um incêndio na fábrica Triangle, onde morreram 147 operárias. Em 1917, na Rússia, as mulheres fizeram uma gigantesca manifestação no dia 8 de março.
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Em 13 de fevereiro de 1996, o Partido Comunista do Nepal (Maoísta) declarava o ínicio da guerra popular, contra a atrasada monarquia reacionária, contra o feudalismo, e contra o imperialismo.
O Nepal é um país de 147 mil Km², situa-se entre a Índia e a China e tem boa parte de seus territórios compostos pelas vastas cadeias da cordilheira do Himalaia, tem uma população de 24,2 milhões de habitantes, a qual é formada por 53% de nepaleses e o restante de outras nacionalidades oprimidas.
No final de agosto de 2004 um comunicado do PCN(M) anunciou a decisão de grande importância e significado para os povos do mundo que a guerra popular do Nepal passou à sua terceira e última etapa, a da ofensiva estratégica.
A guerra popular no Nepal tem percorrido com relativa rapidez o caminho da guerra prolongada. Em nove anos de guerra popular, é muito grande o poderio político e militar alcançado pelos revolucionários nepaleses, que já ocupam 70% do território do Nepal, tendo já rodeado o Vale de Katmandu, onde se situa a capital federal Katmandu. Os maoístas nepaleses informaram que já está em fase adiantada a formação e consolidação de governos populares autônomos nas zonas liberadas. Depois de se concluir o processo de formar comitês populares eleitos nas aldeias e distritos, hoje se estão estabelecendo governos populares regionais em diferentes partes do país. Em janeiro, foi declarado o Governo Popular da Região Autônoma de Magar, em uma reunião na qual participaram cerca de 75 mil pessoas.
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Juventude Nova Democracia - Turquia
“Qual é a situação da Juventude Nova Democracia na luta antiimperialista? Qual é a característica da JND? Essas questões são questões importantes. JND é uma organização antiimperialista; antifascista e antifeudal de massas da juventude. Seu objetivo é organizar e mobilizar a juventude para a luta e apóia e está do lado da revolução democrática popular.
JND está trabalhando pela mobilização da juventude dentro de uma linha política verdadeira para garantir as necessidades democráticas – econômicas – acadêmicas dos jovens. Não somos contra as verdadeiras reformas, mas sabemos que as demandas democráticas não serão solucionadas para as massas nesse sistema de exploração. Nossa política e a propaganda continuam de acordo com essa base. A JND é aberta para todas as pessoas antiimperialistas, antifascistas, antifeudais, de quaisquer grupos e classes. Nossa organização trabalha de acordo com o princípio do centralismo democrático e estamos organizados entre jovens operários, camponeses e estudantes e de toda a juventude, e é uma organização semilegal por causa da situação de nosso país!
A JND luta continuadamente há 10 anos. Trabalhamos sem fazer nenhuma concessão em relação a seus princípios, dos quais falamos aqui. Trabalhamos para desenvolver a luta aprendendo com a história. Especialmente, nas condições atuais a JND traçou sua linha fundamentalmente em políticas antiimperialistas. Nos últimos três anos, nossas campanhas têm sido contra as políticas imperialistas. Isso por causa da oposição das massas contra os ataques do imperialismo. As políticas do imperialismo de pilhagem e saque nos países semicoloniais e a crescente oposição das massas contra eles foi decisivo em nossas campanhas. Também, a luta contra o imperialismo não é independente da luta contra seus lacaios. O ataque da globalização do imperialismo mostrou que fundamentalmente não há independência nacional nas semi-colonias.
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Passados dois anos do início da ocupação de Bagdá, as tropas imperialistas se confrontam dia a dia com a dura realidade de um inimigo inabalável, a resistência popular iraquiana, que com unhas e dentes, defendem o povo e suas riquezas dos saques e agressões ianques.
Após seu período de ascenso no pós-guerra o imperialismo norte-americano, inicia sua grave crise na década de 70, desde então os EUA como centro do sistema capitalista mundial, vêem sua economia afundar em recessão ano após anos, em cíclicas crises internas. A fim de dar sobrevida a sua economia utiliza como principal estratégia a promoção de guerras de rapina e pilhagens, assim como aprofundar sua dominação sobre colônias e semi-colônias, em uma nova partilha do mundo. Após as maquinações de 11 de setembro, dá se inicio a uma nova etapa desta ofensiva contra revolucionária, sob pretexto da guerra contra o eixo do mal, a ocupação do Afeganistão e do Iraque, juntamente com a possível intervenção na Síria ou no Irã, cumprem parte da tentativa de freiar sua crise. Por outro lado, a intensa espoliação a que submetem os povos faz crescer enormemente a luta antiimperialista.
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Jornal Estudantes do Povo
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