“A
política de ‘que se abram cem flores; que se rivalizem cem escolas ideológicas’ é uma política que estimula o progresso da arte e da ciência e o florescimento da cultura socialista. O ensino deve servir à política do proletariado, deve combinar-se com o trabalho produtivo. Os trabalhadores devem adquirir conhecimentos científicos, e os intelectuais, incorporar-se ao trabalho manual. Nos círculos científicos, culturais, artísticos e educacionais, a luta por promover a ideologia proletária e destruir a ideologia burguesa, é também uma longa e áspera luta de classes.” (...)
"É necessário um período muito longo para resolver o problema de 'quem vencerá a quem': o socialismo ou o capitalismo nas frentes política e ideológica. Para conseguir o êxito não bastam uns decênios, se necessitarão de cem a centenas de anos. Quanto ao tempo, mais vale preparar-se para um período maior que um menor; quanto ao trabalho, mais vale considerar preferentemente a tarefa como difícil do que como fácil."
(Comitê Central do PCCh, texto extraído do livro "A Carta Chinesa: a grande batalha ideológica que o Brasil não viu", do Núcleo de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo)
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