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http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf

Gorki: Domingo Vermelho (Download)

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Pintura de Ivan Vladmirov, artista soviético da escola do Realismo Socialista

No domingo do dia 9 de janeiro de 1905 ocorreu uma tragédia que abalou de forma sem precedentes a história da Rússia. Neste dia, massas e massas de trabalhadores se reuniram em uma manifestação pacífica em São Petersburgo para entregar uma petição ao Czar. Organizada pelo padre Gapon que, apesar das constantes denúncias dos bolcheviques, apenas mais tarde se revelaria às massas como um colaborador da polícia czarista. A manifestação visava, por meio da petição, denunciar as condições miseráveis de existência nas quais os trabalhadores russos se encontravam, e cobrar do Czar uma postura de atenuar minimamente a pobreza do povo. 

O regime czarista deu sua resposta em cargas de baioneta, fuzilamentos, chicotadas e coices de cavalaria, mostrando efetivamente a quem servia o aparelho de Estado: à burguesia mais reacionária da Europa, aos grandes proprietários de terra e seus capachos imperialistas da família real.

Esse horrendo massacre no qual operários, mulheres e crianças perderam suas vidas ficou conhecido como Domingo Sangrento. Mas sobre o sangue derramado do proletariado, as chamas da fúria revolucionária do povo acenderam, e o luminoso caminho para a Revolução Socialista de Outubro foi traçado. Desta dura lição, o proletariado russo rompia suas ilusões com o Czar e aprendia que a liberdade não se ganha, se toma, e se toma de forma violenta.

Dada a sua importância para a história da Revolução Russa e para o proletariado mundial, inúmeros artistas retrataram suas impressões sobre o Domingo Sangrento. Dentre eles, destaca-se Máximo Gorki, que por meio de suas comoventes narrativas, transmitiu a perspectiva classista do proletariado russo: a barbárie sofrida e a consequente desmoralização total do Czarismo diante do povo.

Como parte da celebração internacional pela passagem dos 100 anos da Grande Revolução Socialista de Outubro, o MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário – publica em livreto o conto “O Domingo Vermelho”, de Máximo Gorki. Faça o download no link abaixo.

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Saúde do democrata GN Saibaba deteriora na prisão

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Reproduzimos nota traduzida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) sobre a campanha internacional pela libertação incondicional do democrata indiano professor GN Saibaba.

“Uma delegação liderada pela esposa do professor da Universidade de Deli, G N Saibaba, Vasantha Kumari, procurou quinta-feira a intervenção da Comissão Nacional de Direitos Humanos para assegurar cuidados médicos adequados para o acadêmico encarcerado. A condição de Saibaba, atualmente alojado na cela de Anda da prisão central de Nagpur, estava deteriorando dia a dia”, disse a delegação à NHRC. Ele não consegue urinar e a dor no estômago aumentou, disse Kumari em uma carta enviada à NHRC em Nova Deli.

Saibaba foi condenado a prisão perpétua junto com outros cinco devido a ligações com maoístas sob a Lei de Prevenção Ilegal de Atrocididades (UAPA) em março.

“É motivo de grande preocupação que a condição de saúde de Saibaba está se deteriorando dia a dia. Antes de sua prisão, Saibaba estava sendo submetido a um tratamento no hospital Rockland na capital nacional “, afirmou a carta.

Os médicos lá aconselharam a cirurgia para a remoção de sua vesícula biliar, disse.

“Fazem mais de 10 semanas desde a sua prisão em 7 de março e as autoridades da prisão não estão providenciando cuidados médicos”, alegou Kumari.

A presidente da União dos Professores da Universidade de Delhi, Nandita Narain, a ativista Kalyani Menon Sen e a secretária da Plataforma Nacional para os Direitos dos Incapacitados, Muralidharan, fizeram parte da delegação.

A delegação também pediu uma intervenção imediata com o fundamento de que a Índia é signatária do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (ICCPR), da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (UNCRPD) e da Resolução 70/175 da ONU sobre Padrão Mínimo Regras para o tratamento dos prisioneiros.

“Saibaba é uma pessoa com deficiência. A UNCRPD, que a Índia também ratificou, bem como a Lei dos Direitos dos Pessoas com Deficiência, 2016 (Lei RPD) recentemente aprovada, que foi promulgada para cumprir as obrigações da Índia nos termos da referida convenção, são totalmente aplicáveis ao seu caso “, afirmou a carta.

LIBERDADE PARA O PROFESSRO G. N. SAIBABA

LIBERDADE INCONDICIONAL PARA OS PRESOS POLÍTICOS DEMOCRATAS E REVOLUCIONÁRIOS 
 

50 anos da heroica resistência camponesa de Cachoeirinha

Reproduzimos do Blog de A Nova Democracia

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Nota da Redação: Em junho deste ano, completam-se 50 anos da heroica resistência camponesa de Cachoeirinha contra os ataques covardes do latifúndio em conluio com o velho Estado. Este acontecimento é um marco fundamental da luta camponesa no Norte de Minas Gerais, fazendo parte da história de heroísmo do aguerrido povo brasileiro. Como forma de celebrar e relembrar essa importante batalha pela luta pela terra no país, reproduzimos a nota divulgada pela LCP do Norte de Minas e Sul da Bahia.

Os dias 12, 13 e 14 de junho de 1967 são marcados pela brava e corajosa resistência das 212 famílias de posseiros de Cachoeirinha frente aos covardes e cruéis ataques do famigerado coronel Georgino Jorge de Souza e seu bando, sob as ordens do gerenciamento militar à serviço dos latifundiários, que ameaçava, perseguia e assassinava os camponeses pobres, destruía as plantações, queimava casas e matava as criações para expulsá-los de suas terras. Diante desses bárbaros crimes os camponeses se organizaram e resistiram o quanto puderam, famílias inteiras se embrenharam pelo mato, onde a fome combinada com um surto de sarampo tirou a vida de 62 crianças.

Os posseiros expulsos de Cachoeirinha seguiram lutando e vão retomando suas terras parte por parte até os dias de hoje, compreendendo que sua vitória será completa com o fim do sistema latifundiário.

 

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Seu Sula, destacado dirigente daquela heroica resistência, há 50 anos. Eleito Presidente de Honra da LCP do Norte de Minas e Sul da Bahia no 8º Congresso. Faleceu em julho de 2016.

Saudamos o heroísmo e exemplo de luta das famílias camponesas por defender suas terras e sua liberdade. Saudamos a persistência no caminho da luta das famílias da Comunidade Vitória, Verde Água, Belvedere, Nova Esperança e tantas outras por retomá-las do latifúndio e devolvê-las aos camponeses pobres para produzir e viver com dignidade.

O sangue dos companheiros Antônio Manso, Juarez, Marcionílio, Martiniano e Ursino Preto corre nas veias dos que hoje seguem seu exemplo e sua luta!

Celebrar essa luta é reafirmar a justeza do caminho marcado a fogo, chumbo e sangue pelos posseiros de Cachoeirinha 50 anos atrás. É manter erguida a bandeira vermelha levantada pelos companheiros Jader e Sula, que participaram da resistência de 1967 e lutaram bravamente até o último dia de suas vidas pela destruição do latifúndio e entrega das terras a todos os camponeses pobres sem terra ou com pouca terra.

A Liga dos Camponeses Pobres convoca todos os camponeses pobres, remanescentes de quilombolas, indígenas, pequenos e médios proprietários, comerciantes, professores, estudantes, trabalhadores do campo e da cidade, aos honestos e de bem, para celebrarmos os 50 anos dessa batalha.

lcp

Companheiros Antônio Manso, Juarez, Marcionílio, Martiniano e Ursino Preto, Jader e Sula: Presentes na luta! Viva a Revolução Agrária! Morte ao Latifúndio!

 

Estudantes e professores do Vale do São Francisco exigem libertação do Professor Saibaba

LIBERDADE JÁ PARA O PROFESSOR SAIBABA!
O MEPR organizou recentemente, na Universidade de Pernambuco em Petrolina, uma plenária para debater a situação do Movimento Estudantil naquela universidade na qual participaram estudantes e professores. Como parte da discussão, um ativista fez uma breve apresentação sobre os 50 anos do Levantamento de Naxalbari na Índia e a situação revolucionária que se desenvolve naquele país.
Como desdobramento, os participantes decidiram tirar uma foto como forma de participar da campanha internacional pela libertação de GN Saibaba, democrata indiano, ativista dos direitos do povo e professor de literatura inglesa na Universidade de Dheli, que foi preso e condenado arbitrariamente à prisão perpétua por suposta ligação com os revolucionários maoístas que desenvolvem Guerra Popular contra o velho Estado Indiano.
Esta prisão e condenação claramente tem caráter político, por ser o Professor Saibaba um ávido defensor dos direitos do povo, principalmente das populações tribais adivasi e se opor decididamente à situação de opressão e exploração que as classes dominantes reacionárias da India, a serviço do imperialismo, impõem sobre as classes populares daquele país.
Na mesma região, ativistas do MEPR e da Unidade Vermelha - Liga da Juventude Revolucionária levaram cartazes da campanha pela libertação do Professor Saibaba à uma assembleia dos professores da rede municipal, convocando as pessoas que passavam a se integrarem à campanha posando com o cartaz.
Aproveitamos esta oportunidade para denunciar e repudiar as péssimas condições de saneamento e saúde em que tem sido mantido o Professor Saibaba, que tem 90% do corpo paralisado e diversos problemas graves de saúde.
Exigimos sua libertação incondicional e imediata!
 

UERJ: Universidade vai às ruas. Estudantes denunciam massacre de Pau D'Arco.

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No último dia 07/06, quarta-feira, estudantes, professores e técnico-administrativos participaram da Marcha pela Uerj. O ato, que contou com mais de 1000 pessoas, teve início pela manhã, as 10 horas. Ao fim da tarde, ocorreu também a distribuição de panfletos denunciando a chacina de Pau D’Arco, no Pará.

Pela manhã, as aulas foram interrompidas para que o conjunto da comunidade acadêmica pudesse comparecer. A manifestação percorreu toda a Rua 28 de setembro, aonde está localizada o Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE, que sofre com a precarização e o corte de verbas. Ao longo da caminhada, muitas faixas, cartazes e falas denunciaram o plano de desmonte da educação pública e chamaram a população carioca a se unir na luta em defesa da Uerj e contra as medidas antipovo do Pezão. Chegando até o fim da rua, numa movimentada praça, o ato teve fim.

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Esta importante iniciativa serviu para mostrar para alguns setores da universidade e também para a população quão grave é a situação da Uerj com um período letivo de apenas 3 meses, o não funcionamento do bandejão, aonde estudantes estão tendo que pagar pelo menos R$50,00 por semana do próprio bolso para almoçar nos arredores da faculdade, e muitas outras pautas que garantem o funcionamento mínimo da faculdade e devem ser urgentemente atendidas.

Apesar dos ataques de Pezão e toda sua quadrilha, a Uerj resiste! Estudantes, professores e funcionários estão se organizando para defender seus direitos e lutar contra os ataques aos seus direitos em defesa do ensino público!

No mesmo dia, às 17h, estudantes do MEPR e militantes da UV-LJR organizaram uma panfletagem denunciando a chacina de 10 camponeses ocorrida em Pau D’Arco, no Pará, no último dia 24/05. Foram mais de 700 panfletos distribuídos em pouco mais de 2 horas de atividade, que contou com uma faixa em apoio à luta pela terra e condenando o massacre, e também intervenções no megafone explicando o conteúdo do panfleto distribuido.

Todos os que passavam e recebiam a nota de denúncia se mostravam interessavados em ouvir o conteúdo das falas e em vários momentos demonstravam o seu apoio à luta dos camponeses pela terra. Na semana que vem será organizado um debate com o mesmo tema para trazer, uma vez mais, o debate sobre a questão agrária e a denúncia dos crimes do latifúndio para dentro da faculdade.

Após o final da atividade, foi estendida uma faixa de 30 metros com os dizeres “Solidariedade aos camponeses de Pau D’Arco Pará! Viva a luta pela terra!” assinada pelo MEPR.

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FERP/CHILE: DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

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Retirado do Boletim La Rebelion se Justifica nº 7 - disponível em: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

Movimento Estudantil
DERROTAR A "REFORMA" EDUCAIONAL COM LUTA!

 

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Durante o mês de Abril, foram aprovadas uma série de medidas para a Educação Superior, a suposta "reforma", e por parte do governo foi prometido o fim do Crédito com Aval do Estado (CAE) para o segundo semestre. Entre as medidas estão: criação de uma subsecretaria e superintendencia de educação, obrigatoriedade da acreditação, estabelecimento da bolsa gratuidade por lei, etc.

Esta "reforma" não faz mais que manter intacto o capitalismo burocrático na educação e não incorpora nenhuma das demandas do Movimento Estudantil. Assim, por exemplo, hoje, 80% das matrículas em educação superior estão nas instituições privadas, o que gera uma alta segregação e um grande negócio para os bancos e os donos daquelas universidades. Que diz a reforma sobre isto? "Consagra a educação como um sistema mista" entre universidades públicas e privas, isto é, não muda nenhum fio de cabelo desta questão.

Sobre gratuidade, planteia mantera a atual bolsa e aumentá-la progressivamente dependendo da situação econômica do país. Porém, esta bolsa nõa foi mais que uma mudança de nome e de gestão de recursos, passando fundas das outras para criar esta. Assim, o gasto em benefícios estudantis da educação superior de 2016, ano em que se inicia esta bolsa, foi inclusive menor que os anteriores. Em relação ao seu aumento progressivo, não faz mais que gerar falsas ilusões.

Finalmente, a eliminação do CAE é uma promessa de legislar o segundo semestre para mudar este crédito por um estatal. Isto é: seguir endividando-se para estudar, agora não mais enriquecendo os bancos privados, e sim ao capital monopolista estatal.

Ademais, sobre a atual dívida de mais de um milhão de estudantes pelo CAE planteou a ministra que "é impossível perdoá-la" em condições que o mesmo velho Estado perdoou empresas por quantidades gigantescas (o perdão à Johnson's custou mais de 100 milhões de dólares).

Corresponde derrotar esta "reforma", impulsionando o protesto popular, passeatas, manifestações, etc e mobilizar a outros setores do povo. Terá vital importância este ano não deixar-se enganar pela farsa eleitoral.

Os estudantes revolucionários devem aprofundar a luta por uma verdadeira gratuidade, para golpear os bolsos da grande burguesia, luta pelo perdão total das dívidas e pela plataforma revolucionária de educação gratuita, científica, nacional e a serviço do povo.


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FERP/CHILE: O CARÁTER DE CLASSE DO ASSÉDIO E DO MACHISMO

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Retirado do Boletim La Rebelion se Justifica nº 7 - disponível em: ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

Movimento Feminino
O CARÁTER DE CLASSE DO ASSÉDIO E DO MACHISMO

 

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Recentemente 16 companheiras da organização Juventude Rebelde (JR) denunciaram asséio e condutas machistas por parte de seus companheiros de organização, e resolveram renunciar a sua militância e difundir amplamente o problema, tentando ser silenciadas por parte da direção da JR.

Entendemos que este problema, que parecia ser entre homens e mulheres, poderá se resolver somente dando luta contra a linha pequeno-burguesa que domina dita organização, e não com uma luta entre homens e mulheres.

O feminismo surge como resposta necessária à opressão e à exploração que sofrem as mulheres na sociedade de classes, sociedade na qual a maioria do povo é oprimido e explorado, homens e mulheres.

Indo à raíz histórica da opressão da mulher, vemos que nem sempre fomos "o sexo frágil". De fato, na sociedade primitiva, a mulher possuía uma grande importância, principalmente porque era quem deixa descendência conhecida (se sabia quem era a mãe dos filhos, não quem era o pai).

A situação mudou com a divisão em classes da sociedade, iniciando a exploração da minoria, que adminsitrava e ficava com as riquezas produzidas por todos, contra a maioria, que era a força de trabalho. Para tal mudança, foi necessário substituir o direito materno sobre a descendência pelo direito paterno e com isto começa o patriarcado e a dupla exploração da mulher. É por isto, porque o patriarcado surge com a sociedade de classes, que defendemos que a emancipação da mulher se dará com a emancipação de toda a classe.

A linha revolucionária a respeito do problema da mulher é a que promove sua participação como ativistas impulsionadoras da luta, como dirigentes revolucionárias que encarnem a ideologia proletária, já que a mulher é a metade do povo, e ao ser duplamente oprimida é também duplamente revolucionária.

Suadamos as companheiras que lutam contra o patriarcado, e se atrevem a alçar a voz numa sociedade machista.

Chamamos a enfocar esta coragem até encarnar uma linha proletária em luta contra a linha pequeno-burguesa na direção de numerosas organizações atualmente, que leva alguns a atuar depreciando o papel revolucionário das mulheres e assediando, como um verdadeiro patrão, as suas companheiras.

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CHACINA EM PAU D'ARCO É CRIME DE ESTADO!

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Reproduzimos a seguir dois documentos denunciando o massacre dos camponeses de Pau D'Arco, no Pará, perpetrado pela polícia a mando de latifundiários. O primeiro é da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantis - LCP e a segunda uma nota conjunta da Executiva Paraense de Estudantes de Pedagogia, da Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia e da Comissão Organizadora do 37º ENEPe. Consideramos tarefa imediata de todos os estudantes, professores, democratas e revolucionários reproduzir amplamente esta denúncia em cada escola e universidade.

TERRA PARA QUEM NELA VIVE E TRABALHA!

VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

MORTE AO LATIFÚNDIO!

 

 

RO: MEPR realiza panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à LCP

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No final da tarde da última quinta-feira (18/05), no Terminal de Ônibus do Centro de Porto Velho, ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizaram uma vigorosa panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à Liga dos Camponeses Pobres. Os estudantes do povo fizeram intensa agitação ao megafone denunciando os crimes do latifúndio e seu velho Estado contra os camponeses, e reafirmando a necessidade e a justeza da luta camponesa combativa e sem ilusões com o velho Estado.

Um ponto de destaque foi a denúncia da ameaça de despejo das áreas Canaã, Raio do Sol e Renato Nathan 2, utilizando inclusive o Exército reacionário. Os estudantes expuseram o absurdo de tal decisão e a conivência do INCRA em relação aos latifundiários grileiros, já que o INCRA que deveria fazer reforma agrária não tem regularizado as posses dos camponeses e assim deixam o caminho livre pros verdadeiros ladrões de terras: os latifundiários.

 

GO: MEPR REALIZA CELEBRAÇÃO SOBRE OS 50 ANOS DA BATALHA DE CACHOEIRINHA

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No dia 13 de maio os estudantes do povo de Goiânia se reuniram para celebrar a importante Batalha de Cachoeirinha e propagandear a revolução democrática agrária como primeiro passo do verdadeiro caminho para a transformação da realidade do povo brasileiro.

A Batalha de Cachoeirinha ocorreu em 1967 quando latifundiários tomaram à força as terras de posseiros e quilombolas que residiam no norte de Minas Gerais. A desocupação violenta foi legalizada e apoiada pelo Estado. Em pleno regime militar, que se iniciara em 1964, os latifundiários foram encorajados a se assenhorarem das terras dos camponeses posseiros através da grilagem. Esse processo contaria com validação jurídica dada pelo judiciário e também com a permissão do uso da violência privada e também das forças do Estado que abertamente colaboravam com os ataques às terras camponesas em prol de grileiros. Essa é uma das facetas da chamada modernização conservadora no campo brasileiro que fortaleceu o latifúndio – renovando-o através de gordos e vultosos incentivos estatais – e reforçou o capitalismo burocrático no país.

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