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Camarada Stalin e Presidente Mao Tsetung: titãs do proletariado internacional

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Revolucionários celebram natalícios de Stalin e Mao Tsetung

Retirado da edição nº 182 do Jornal A Nova Democracia

Nos dias 18 e 26 de dezembro, partidos e organizações comunistas de diversos países celebram o nascimento de dois dos grandes dirigentes históricos do proletariado internacional, respectivamente, o camarada Josef Stalin e o Presidente Mao Tsetung. Como sabemos, todos os anos o monopólio mundial de comunicação (o mesmo que propaga aos quatro ventos a “derrota” do socialismo e do comunismo) é obrigado a desatar campanhas apócrifas contra as experiências socialistas na União Soviética e na China Popular, países que, durante décadas, foram bastiões da luta anti-imperialista e lograram edificar com êxito a ditadura do proletariado.

Em sua intenção de apresentar tais experiências como “ditaduras sanguinárias”, “tiranias”, “regimes de terror”, “totalitarismo” etc., a burguesia foi fartamente facilitada pelos revisionistas que assaltaram o poder, tanto na URSS como na China, restaurando o capitalismo e abrindo novamente uma época de exploração contra seus povos. Como apontava o grande dirigente comunista brasileiro Pedro Pomar: “Dirigindo a Revolução Chinesa e lutando pela construção do socialismo na China, o camarada Mao Tsetung estudava a experiência da ditadura do proletariado também nos países socialistas, sobretudo na União Soviética. Depois da Iugoslávia, foi no país da Revolução de Outubro que os revisionistas, mascarados de leninistas, ocupando postos na direção do Estado e do Partido, conseguiram usurpar o poder do proletariado e arrastar o glorioso país de Lenin e de Stalin de volta ao capitalismo”.

Stalin foi o maior dirigente e guia da construção da sociedade socialista soviética e principal liderança da luta dos povos soviéticos na Grande Guerra Patriótica, lendário combate que terminou com a vitória cabal da URSS contra o exército nazifascista de Hitler em 9 de maio de 1945. Devido a sua transcendental importância e prestígio no movimento comunista internacional, a burguesia o escolheu como alvo dos furiosos ataques anticomunistas. Em março de 1953, quando da morte de Stalin, Pedro Pomar escrevia: “Quando nos foi transmitida a estarrecedora notícia, parecia o inacreditável. A princípio, a enfermidade traiçoeira. Depois, a morte irremediável. Era a desgraça que não podíamos nem queríamos esperar. Apagara-se a estrela fulgurante que com sua luz iluminava o nosso caminho para o futuro de paz, de alegria e de fartura. A dor pungente, a lágrima incontida, o sofrimento que emudece e turva as mentes, tudo sentimos – ante a perda de nosso chefe e mestre, de nosso pai e amigo. Simultaneamente, mal contínhamos o ódio sagrado a todos os degenerados que em face de nossa dor revelavam sua hediondez tentando denegrir a memória de nosso grande dirigente. Esses monstros, engendrados pelo capitalismo moribundo, confessavam assim sua própria impotência, sua derrota inelutável”.

O Grande Timoneiro

 

FERP: ANTICOMUNISMO OU ANTIREVISIONISMO

Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 


[Situação Nacional]

ANTICOMUNISMO OU ANTIREVISIONISMO

As recentes eleições no Colégio de Professores os fizeram "morder o polvo" da derrota da lista de Gajardo e Figueroa. Estes calejados revisionistas e oportunistas sustentaram que isto decorre de uma campanha anticomunista, contra sua pseudo-militancia no partido revisionista (predicam um marxismo adulterado).

Estes falsos dirigentes se postaram diante do velho Estado e do governo de turno para conter, desviar e fazer fracassar a luta dos professores. Gajardo e cia. se converteram em fiéis servidores dos planos imperialistas na educação, planos que se vem implementando no México, Colombia, Brasil e outros países. Nas últimas negociações pelo reajuste salarial do setor púlbico tiveram uma participação vergonhosa. Desde o começo a massa quis dar luta decididia e a desgastaram com carnavais, quando esta luta exigia sua radicalização desde o princípio.

Em quase dez anos a cabeça do Colégio de Professores, Gajardo pouco ou nada fez contra a precarização do trabalho docente. Bárbara Figueroa no tempo em que leva como presidente da CUT não poderia ter atuado melhor se fosse subsecretaria do ministério do trabalho. A derrota destes "plumíferos" obedece ao crescente descontentamento das massas que veem como sua situação piora dia a dia. O acontecido não poderia ser de outra maneira, a camarilha Tellier-Carmona, da qual fazem parte Garjardo e Figueroa, são a cabeça do que Lenin chamara de partido operário burguês.

Portanto, nada podemos esperar da nova lista; Mario Aguilar do Partido Humanista se descolou da Concertação anos atrás e não há nada que o impeça novamente de fazer frente com eles. É mais, formam parte com Boric, Sharp, Jackson e outros, das forças auxiliares do velho Estado. São forças oportunistas que igual ao falso PC (Partido Comunista) trabalham por corporativizar as massas; o povo nada de bom pode esperar deles a não ser traição.

É necessário avançar à conformação de uma frente classista que agrupe todos os trabalhadores da educação em um sindicato único nacional; frente que deve unir-se por uma firme luta classista e revolucionária, só assim se assegurará a independência e os interesses do proletariado. Só desta maneira se poderá organizar, mobilizar e politizar as massas em uma linha de classe independente e impulsionar a Revolução de Nova Democracia.

 

PE: Juventude Combatente toma as ruas contra pacotaços

Reproduzimos abaixo informe do Jornal A Nova Democracia sobre a combativa manifestação que ocorreu em Recife/PE no último dia 13 de Novembro contra as medidas antipovo do podre gerenciamento Temer e sua camarilha. Destacamos a participação da juventude combatente, onde ativistas do MEPR e da Unidade Vermelha conformaram junto aos estudantes da ocupação do campus Petrolina da Universidade de Pernambuco (ocUPE) o bloco mais combativo e vermelho da manifestação.

Viva a juventude combatente!


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Comitê de Apoio ao AND – Recife/PE

Neste 13 de dezembro uma grande manifestação percorreu as ruas de Recife contra os pacotaços de Temer/PMDB. Participaram do protesto centenas de estudantes e trabalhadores que repudiaram a aprovação da criminosa “PEC 55”, votada no mesmo dia no congresso.

O ato contou também com a presença de estudantes da região do Vale do São Francisco (Petrolina, Juazeiro e outras cidades), além de outras cidades do interior. Além da cobertura da manifestação, apoiadores de AND realizaram exitosa divulgação do jornal. Foram distribuídos 70 exemplares de edições antigas e vendidos 17 da edição 181.

 

Durante o protesto estudantes do Vale do São Francisco tomaram a palavra no carro de som e exaltaram a necessidade de abandonar as ilusões de transformações nos marcos dessa velha ordem, afirmaram que somente a luta popular combativa pode garantir vitórias, e que o Brasil precisa de uma Grande Revolução.

Barricadas foram erguidas nas ruas do Centro da capital e bancos tiveram vidraças estilhaçadas pela revolta popular.
Foram registrados confrontos com as forças de repressão, que atacaram covardemente o ato quando esta se encaminhava para o fim. A PM fascista disparou balas de borracha contra jovens e soldados do exercito realizaram detenções ilegais resultando na prisão de 40 jovens. Advogados democráticos e organizações dos direitos humanos denunciaram arbitrariedades e tortura dos jovens.

 

FERP: GRANDES LUTAS DA CLASSE OPERÁRIA E DO POVO

Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 



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[Situação Nacional]

GRANDES LUTAS DA CLASSE OPERÁRIA E DO POVO

O mês de Novembro tem sido de ricas experiências de luta para a classe operária de nosso país.

Os funcionários públicos se mobilizaram por várias semanas por um reajuste salarial digno. Ainda que sua demanda inicial foi de um reajuste de 7%, frente a 3,2% proposto pelo gerenciamento de Bachelet, a ratazana revisionista de Figueroa e companhia se encarregaram de desviar e conter a raiva dos trabalhadores, contentando-se finalmente com os 3,2%.

Porém nem o mais calejado revisionista pode com a massa enfurecida. Já o 4 de Novembro demonstrou o ânimo das massas, e no momento que a direção da CUT selava o fim da greve, milhares de trabalhadores cercavam La Moneda [NT: palácio presidencial chileno] com enfrentamentos diretos às forças policiais. Com grande instinto de classe, as massas expulsaram da manifestação Figueroa e seu séquito.

Por outro lado, os trabalhadores da Homecenter iniciaram uma greve a nível nacional pela mesma demanda, sendo duramente golpeados pelo grupo Solari e seus serventes na gerência da empresa, os quais em um vídeo chamaram a encerrar a greve do modo mais baixo, despertando o ódio das massas.

 

ExNEPe: CARTA ABERTA DA REUNIÃO DA EXECUTIVA NACIONAL DE ESTUDANTES DE PEDAGOGIA

IMPULSIONAR A REBELIÃO ESTUDANTIL!
Preparar a Greve Geral para derrotar a gerência Temer e suas políticas antipovo!


MEPe

Maceió, 04 de dezembro, 2016

“Toda noite tem aurora,
Raios – toda a escuridão.”
(O Século, Castro Alves)

“No meio do caminho uma pedra apareceu,
no meio do caminho uma pedra pareceu ser o caminho.
Pedras são sonhos na mão, voam na imensidão,
ideias que ganham vida e criam asas.”
(Pedras e Sonhos, El Efecto)

 

Nós da Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia, reunidos em Maceió, capital de Alagoas, terra de Zumbi, Dandara e Ganga Zumba:

Saudamos calorosamente os estudantes e a juventude brasileira em luta!

Saudamos todas as escolas e faculdades ocupadas – pequenos e desafiantes quilombos da juventude combatente!

Saudamos os professores e técnicos em greve, especialmente aqueles que tem apoiado ativamente a luta das ocupações estudantis!

Saudamos a classe operária, os trabalhadores, os camponeses, povos indígenas e quilombolas que estão em luta por todo o nosso país!

Saudamos as estudantes e os estudantes de pedagogia de todo o Brasil que vêm se colocando na linha de frente em defesa de uma educação pública, gratuita e a serviço do povo!

Companheiras e companheiros,

Vivemos momentos históricos! O governo Temer, gerência ilegítima, corrupta, vende-pátria e antipovo prepara um aprofundamento dos ataques aos direitos conquistados com a luta popular. A PEC 55 levará a um sucateamento sem precedentes dos já precários serviços de saúde e educação. A contra-reforma da previdência será um ataque ainda maior aos direitos já adquiridos de nosso povo e uma forma de destinar uma quantidade ainda maior de recursos para o pagamento de juros aos banqueiros dos países imperialistas. Em contraposição a esses ataques, uma poderosa onda de luta estudantil se levantou em todo o Brasil e como primeira vitória política contra o governo Temer forçou o adiamento do Enem para mais de 280 mil estudantes.

Longe de ser um governo forte, capaz de impor sem maiores problemas esses ataques contra o povo, a gerência Temer está se mostrando extremamente frágil. O governo seguramente não terá dificuldades para aprovar a PEC 55 nesse Congresso reacionário e corrupto, mas para eles será impossível aplicá-la. A chamada “PEC da morte” será a morte do governo e não do povo! Afinal essas medidas não solucionam a crise, ao contrário o que provocarão será o seu aprofundamento. Temer está amarrando cordas para se enforcar, pois o povo não aceitará pacificamente essa retirada de direitos.

As lutas por todo o Brasil vão ganhando maior combatividade, massividade e radicalidade. A manifestação de 29 de novembro em Brasília fez o governo Temer tremer! Escudos, pedras, carros virados e coquitéis molotov! Essa é a resposta da juventude combatente aos ataques do governo. O MEC foi ocupado pelos estudantes e o ministro Mendoncinha teve que se refugiar no 8º andar do prédio! É o espírito de 2013 de volta, por isso repetimos o que dissemos naquele ano: “Nada será como antes!”.

 

FERP: LEVANTAR OS CENTROS ESTUDANTIS PARA A LUTA

Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com


 

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[Movimento Estudiantil]

LEVANTAR OS CENTROS ESTUDANTIS PARA A LUTA

O movimento estudantil secundarista este ano tem demonstrado grande disposição para enfrentar as forças policiais do velho Estado, para lutar por suas reivindicações econômicas, para se unir as lutas do povo e para denunciar com indignação e combatividade a farsa eleitoral. Grande coragem que é necessária para defender como se deve os interesses dos estudantes e do povo.

Cada vez mais são os centros estudantis que lutam por romper a opressão e a perseguição dos diretores e inspetores, que por todos os meios impedem aos estudantes de sair às ruas para lutar pelo justo, aplicando rigorosamente as ordens do velho Estado. Cada vez mais é necessário conquistar centros estudantis para a luta!

Se um Centro Estudantil tem a linha revolucionária, poderá vencer todas as dificuldades. Para isto deve mobilizar as massas, organizá-las e politizá-las com confiança plena em seus companheiros e desprezo pelo papel reacionário dos diretores. Deve desmascarar aos diretores que se fazem os "benfeitores" para apagar a luta dos estudantes, e denunciar os diretamente repressores.

Se requer que os revolucionários mantenham firme direção combativa e conquistem os centros de estudantes em todo o país. Mas nos lugares onde o velho Estado tentará sufocar a luta combativa, como em Santiago Centro, San Miguel, Providencia, Temuco, etc, com políticos podres de fascistas como Alessandri, promovido este ano a prefeitura para continuar o trabalho repressor aplicado por Carolina Tohá, dentro do plano desmobilizador do Estado latifundiário-burocrático.

Para isto deve manter sua independencia dos diretores, da municipalidade, fundações e apoiadores, princípio irrenunciável. É também tarefa tomar posição pelo povo e as massas oprimidas, como uma organização classista e popular, disposta a servir ao povo, apoiando greves e unindo-se às massas operárias e camponesas.

Importância especial tem que as jóvens secundaristas e revolucionárias tomem a consigna de Despertar a fúria revolucionária da mulher! para dirigir, junto aos seus companheiros, com grande audácia e combatividade, o movimento secundarista pelo caminho da revolução.

 

MEPe: REUNIÃO DA EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA UNIFICA OS ESTUDANTES EM TORNO DA LUTA

Retirado de Facebook.com/MEPeBrasil

Nos dias 3 e 4 de Dezembro, aconteceu na UFAL ocupada,em Maceió, Reunião da executiva nacional dos estudantes de pedagogia – ExNePe.

No momento extraordinário que vivenciamos no país, onde os estudantes tem tomado a linha de frente na defesa do ensino públicoe gratuito, através das ocupações de escolas e universidades, realizar tal encontro da ExNePe dentro de uma ocupação é bastante simbólico.
Seguindo o espírito combativo que o Movimento estudantil de Pedagogia defendeu na luta contra a imposição das DCN'sem 2006, os estudantes discutiram a importância do momento político atual e sobre a necessidade de impulsionar ainda mais essas lutas, colocando o MEPeà frente como porta-voz do movimento estudantil brasileiro.
Os estudantes do Vale do São Francisco, Maceió, Caruaru, Recife, Bahia, Goiás e Minas Gerais falaram sobre as ocupações de suas respectivas regiões, deixando claro a importância da atuação do MEPe nessas lutas e o cumprimento do plano de lutas deliberado no 36° ENEPe em Rondônia.
Partindo do balanço e discussões dos dois dias de reunião, os estudantes de pedagogia deliberaram um calendário de atividades tendo como primeira grande tarefa a realização de combativa manifestação no dia 13 de Dezembro, contra a PEC 55 e em defesa do ensino público, gratuito, democrático e a serviço do povo.

 


Clique na imagem e confira o vídeo produzido pela ExNEPe 2016.

 

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FERP: PREPARAR AS BRIGADAS DE APOIO POPULAR (BAPs) | QUEM ESTUDA A TERRA DEVE RECUPERÁ-LA PARA O POVO

Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com



 

[Servir ao Povo]

PREPARAR AS BRIGADAS DE APOIO POPULAR (BAPs)

Os estudantes revolucionários devem servir ao povo de todo coração, isto é apoiar suas lutas e unir-se as massas pobres do campo e da cidade.

Devemos compreender que a luta por uma educação gratuita e a serviço do povo só poderá triunfar na medida em que nos unamos todos os pobres do Chile contra nossos inimigos em comum (Grande Burguesia, Latifundiários e Imperialismo) e varramos com as três montanhas que nos oprimem.

Hoje o setor do povo que está lutando mais combativa e resolutamente é o povo Mapuche, que heroicamente toma as terras do latifúndio e as trabalha para suas comunidades, enfreantando-se ao velho Estado e suas forças repressivas diariamente.

A luta Mapuche é pela terra e pela autodeterminação, questão que devemos apoiar, recalcando que a autoterminação só será possível com o triunfo da Revolução de Nova Democracia, pelo que se requer unir ao povo Mapuche e chileno para derrocar o velho Estado. Esta união só poderá ser forjada no calor da luta de classes, construindo a organização que agrupe aos pobres de norte a sul.

É por isto que como estudantes revolucionários impulsionamos as Brigadas de Apoio Popular (BAPs) durante as férias de inverno e verão, como viagens de trabalhos político-voluntários a comunidades Mapuche para apoiar a sua luta.

Buscamos por um lado servir ao povo e a comunidade em particular, como também forjarnos como revolucionários ao calor da luta pela terra das comunidades e das experiências de luta que nos transmitem os peñi (irmãos) e as lamngen (irmãs).

Chamamos a todos os estudantes democráticos e revolucionários a apoiar as BAPs participando das campanhas de recolhimento de alimentos, de materiais de construção e de dinheiro para financiar e sustentar estas viagens.

Some-se a campanha pelas BAPs! Cada companheiro da FERP estará recebendo contribuições para as brigadas. Se necessitam de alimentos não perecíveis, materiais de construção e limpeza e contribuições financeiras.

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AND: Pôr abaixo Temer e barrar suas medidas antipovo e vende-pátria

Reproduzimos Editorial da Edição nº 182 do Jornal A Nova Democracia disponível no Blog da Redação de AND.


Editorial – Pôr abaixo Temer e barrar suas medidas antipovo e vende-pátria

Editorial, AND nº 182, 2ª quinzena de dezembro de 2016 e 1ª de janeiro de 2017

Neste ambiente de putrefação generalizada nos três podres poderes da semicolônia, gerado por fermentações purulentas em todas as esferas do velho Estado brasileiro, a saída encontrada pelo imperialismo e as classes dominantes lacaias colocando Temer e sua quadrilha no gerenciamento do mesmo, deu com os burros n’água. A emenda foi pior do que o soneto. Temer está apoplético diante das cobranças do PSDB, principal representante dos banqueiros dentro do Partido Único, para fazer passar o pacotaço antipovo e vende-pátria.

É um “jogo de vale tudo” como vimos no conchavão em torno da manutenção de Renan Calheiros à frente do Senado. Neste caso prevaleceu o conluio, entretanto, a pugna é o principal. Engalfinhados, os grupos de poder fazem de tudo para salvarem-se do verdadeiro tsunami em que se transformou o reflexo da crise do imperialismo no país como aguda crise geral do capitalismo burocrático. Vale até jogar “vossas excelências” na arena da “Lava Jato”.

Mas, se tudo estava ruim com o gerenciamento oportunista, os 100 dias sob a direção do bando peemedebista fizeram desabar todos os índices: emprego, PIB, produção industrial, expectativa dos consumidores e dos empresários. Frente a tais indicadores, os “abutres” do mercado, representantes do imperialismo, da grande burguesia (principalmente das finanças), e do latifúndio, passaram a tramar novos distúrbios.

Um ministério composto de crápulas, coordenados pelo latifundiário e chefe de pistoleiros, Padilha, é um verdadeiro telhado de vidro para quem deseja estilhaçá-lo. Até o homem indicado pelo FMI e o Banco Mundial, o quase caquético Meireles, está vulnerável diante do insucesso de seu projeto.

De repente, Meireles passou a ser fritado e, tal como acontece no futebol, quando o presidente do time diz que o técnico está prestigiado, é porque ele já está no olho da rua. E neste caso o próprio presidente está prestes a perder o emprego diante do mau resultado obtido em sua “ponte para o futuro”. Os percalços são tantos que aconteceu o que FHC, personagem do “Consenso de Washington”, isto é, conselheiro lacaio do império ianque, mais temia: a pinguela desabou.

Temer e sua pretensa “ponte para o futuro” que desaba a olhos vistos serão brevemente substituídos por outra solução por ordem dos mesmos que tramaram nos gabinetes, nos monopólios de imprensa e nas ruas a sua ascensão com o impeachment de Dilma. Esta foi alijada no objetivo de aplacar o clamor anticorrupção das classes média e, com isto, pôr um paradeiro na “Operação Lava jato”, que para eles já foi longe demais e ameaça o país com o abismo. Basta ler os editoriais dos principais meios de comunicação e suas reportagens exclusivas com baldes de denúncias de delatores da “Lava jato” e se concluirá que Temer já é passado. Problema de difícil solução nos marcos constitucionais é: quem por direito não estaria nas listas das empreiteiras? Qualquer das opções aventadas chafurda no esgoto da Odebrecht ao lado de Cunha, Maia, Renan, Serra, Aécio, Cabral, Alckmin, Luiz Inácio, et caterva. Em meio a tanta podridão, como será a situação dos membros das instâncias e cortes da justiça?

As ruas estão indóceis com enfrentamentos que apontam para a elevação da justa violência das massas em resposta à brutal repressão do Estado, em todos os níveis, ao protesto popular. O Rio de Janeiro, mais uma vez, foi o palco e a vitrine da ação das massas e da reação do gerenciamento estadual à justa reivindicação dos servidores públicos por seus salários e seus direitos. Cenas que deverão repetir-se nos demais estados e municípios país afora.

Independentemente de quem ocupe o gerenciamento e as altas burocracias deste velho Estado, na atual marcha dos acontecimentos em que o país vai sendo arrastado para a convulsão social, o único recurso das classes dominantes de grandes burgueses e latifundiários serviçais do imperialismo para manter o controle do poder será o incremento da violência reacionária, brutal e covarde contra as massas em luta por seus direitos pisoteados. A crise política já é uma crise não só de legitimidade do governo, mas uma crise de autoridade de todo o sistema político legal vigente, de suas instituições e de seus agentes.

Mais que nunca, este é o momento para os revolucionários conclamarem a todas as pessoas e movimentos populares seriamente comprometidos com a causa democrático-revolucionária, em defesa da classe operária, do campesinato e de todo o povo oprimido, a engrossarem a luta de resistência contra as medidas antipovo e vende-pátria em votação no congresso, contra o golpe fascista em marcha, abandonando as ilusões eleitorais com o incremento do protesto popular através da greve geral e ondas de tomadas de terras dos latifúndios, propagandeando e avançando a luta pela Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista.

 

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FERP: CINCO ANOS DE LUTA REVOLUCIONÁRIA

Seguimos com a publicação de artigos do Boletim La Rebelión se Justifica Nº 3 publicado pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular - FERP (Chile) disponível no sítio de internet: https://ferp-larebelionsejustifica.blogspot.com

 


 

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[Editorial Nº3]

CINCO ANOS DE LUTA REVOLUCIONÁRIA

Cinco anos transcorreram desde que se constituiu a Frente de Estudantes Revolucionária e Popular (FERP).

A combativa luta do campesinato pobre mapuche, as mobilizações estudantis de 2006 e 2011, as lutas operárias de 2007-08, a luta em povoados e cidades pequenas, é dizer, a infatigável luta das massas, constituem a confirmação de que a Revolução é uma necessiade histórica e tem sido o fermeto do qual nasceu a FERP.

Neste sentido, o ano de 2011 teve especial repercussão para a conformação da FERP. Nasce em meio a luta das massas mais combativas e desenvolvendo um árduo trabalho de luta ideológica para deslindar campos com posições e atitudes direitistas e "esquerdistas", ambas igualmente liquidadoras.

FERP vem se construindo e consolidando passo a passo, sua fundamentação ideológica e política se basea em princípios tomados do marxismo-leninimos-maoísmo, principalmente maoísmo, ao qual aderimos. Isto tem implicado num constante esforço por estudá-lo, assimilá-lo e aplicá-lo principalmente. Este processo se desenvolveu em meio a uma forte luta ideológica contra manifestações alheias a ideologia científica da classe proletária.

São cinco anos nos quais se dirigiu, através de organismos de massas, lutas reivindicativas nos distritos onde FERP se desenvolve, no ensino básico, médio e superior; temos logrado freiar e romper camapnhas repressivas de autoridades apoiando-nos nas massas, avançando e recuando com elas quando corresponde. Lutas concretas, baseando-se em princípios tais como: as massas fazem a história, rebelar-se é justo, servir ao povo de todo coração, por a política no posto de comando.

Sendo a luta política principal, se tem dirigido também importantes lutas contra a repressão policial. Se tem organizado atividades de apoio e solidariedade com distintos setores do povo. Combatemos na teoria e na prática o revisionismo e o oportunismo, combatemos aos liquidadores de "esquerda", e pese a quem peses estes são feitos.

O presente ano tem implicado um importante salto no trabalho de massas entre os estudantes, porém novos problemas e dificuldades fruto do desenvolvimento vão se apresentando, mas que por meio da intensa luta por sua retificação, vão corrigindo e forjando seu contingente.

Novos desafios se impoem, o trabalho de massas exige desenvolver luta política como principal e luta economica como necessária. As massas clamam pela revolução, e esta é uma revolução democrática-nacional na presente etapa. É importante desenvolver a luta reivindicativa por demandas, mas é necessária a luta política para avançar nas tarefas fundamentais.

 


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