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http://www.mepr.org.br/midia/documentos/textos/panfleto_gonzalo.pdf
 

21º Fórum Nacional de Entidades de Pedagogia

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RJ: Estudantes em luta se mobilizam contra o sucateamento da Uerj!

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Desde que o reinício das aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj foi decidido de forma autoritária pelo REItor Ruy Garcia e pelo Fórum de Diretores, sem bolsas, sem salários, sem Bilhete Único Universitário e sem bandeijão, assim como sem a menor garantia de que a situação iria melhorar num curto prazo, o movimento estudantil da universidade vem travado importantes lutas em torno da organização dos estudantes na defesa da Uerj. Cartazes, Passagens em turma, Panfletagens e uma Manifestação convocam os estudantes a Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Logo no segundo dia de aulas, na terça-feira, dia 11/04, ocorreu a Assembleia dos Estudantes de Pedagogia, onde cerca de 50 alunos puderam se reunir e discutir a mobilização no curso, bem como o atual cenário que se encontra a Uerj. Ao mesmo tempo em que se denunciava o ataque à educação pública, gratuita e que sirva ao povo surgiam propostas para mobilizar os estudantes e fazer com que o movimento estudantil da Pedagogia tomasse novo fôlego.

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No dia seguinte, 12/04, ocorreria a Assembleia Geral de Estudantes, com a participação de cerca de 200 estudantes. Logo no início da primeira Assembleia após as voltas às aulas militantes do MEPR fizeram uma fala em defesa da vida e da saúde do Presidente Gonzalo, com uma breve exposição de quem é o maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a terra e sua importância para Guerra Popular que se desenvolve no Peru.

No decorrer da Assembleia, pode-se notar um clima de muita insatisfação e a expectativa de grandes ações através de mobilizações e manifestações como formas de exigir da REItoria e do “governo” de Pezão as bolsas atrasadas, o restaurante universitário, a volta do Bilhete Único Universitário para que todos os estudantes tenham, minimamente, condições de frequentar a Uerj. Foi frisado que não bastam notas de repúdio, discussões somente entre os presentes na Assembleia sobre a grave situação da universidade, mas que o único meio de garantir o funcionamento da Uerj é mobilizando os estudantes e organizando as lutas concretas dos estudantes!

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PELA MELHORIA IMEDIATA DO TRANSPORTE COLETIVO EM PORTO VELHO!

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Manifestação no Centro de Porto Velho

No final da tarde do dia 13 de abril ocorreu uma manifestação denunciando as péssimas condições do transporte coletivo em Porto Velho e exigindo melhorias imediatas no serviço. Cerca de 30 estudantes, universitários e secundaristas, concentraram-se a partir de 17:00 na Praça Aluízio Ferreira (Praça do Porto). Já na concentração houve intensa agitação e distribuição de panfletos, aproveitando o horário de saída dos estudantes de escolas estaduais próximas. Uma faixa com a consigna Por um transporte público com segurança e qualidade! foi erguida pelos estudantes.

Antes do ato sair, os presentes discutiram sobre a forma de seguir o trajeto, previamente estabelecido, e deliberaram por descer a Av. Farquar até a Av. 7 de setembro e ir até o cruzamento da Av. 7 de setembro com a Rua Rogério Weber, sem fechar a rua. Nessa primeira parte do trajeto houve intensa agitação ao megafone e palavras de ordem eram entoadas quase que de forma ininterrupta, além da distribuição de panfletos. No cruzamento da 7 de setembro com a Rogério Weber, estudantes intensificaram a agitação, conversando com trabalhadores e estudantes que estavam nos pontos de ônibus, entregando os panfletos e exibindo a faixa no sinal de trânsito.

Chegando à rua Rogério Weber, os manifestantes fecharam a pista sentido Terminal e dirigiram-se para lá. Nesse percurso, vários trabalhadores que passavam de carro e de moto saudaram o protesto, além dos próprios passageiros dos ônibus, que compreendiam muito bem a justeza do protesto. Foi nesse clima de altivez e combatividade que o ato chegou ao Terminal.

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Do que precisa o Movimento Estudantil da UNIR?

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O que levou o Movimento Estudantil da UNIR chegar a um ponto tamanha apatia e desorganização?

Como bem sabemos, as lutas populares vivem ondas, fluxos e refluxos são uma constante nessas lutas e na UNIR não seria diferente. A vitoriosa greve de 2011 foi gestada por 6 anos, quando o movimento estudantil combativo se estabelece na universidade, lutando ferrenhamente contra a ação desmobilizadora, cínica, despolitizadora e eleitoreira de UNE/PT/PCdoB (falsa esquerda). A velha política conhecida pelos estudantes de um movimento estudantil despolitizado, festeiro, cachaceiro e de carteirinha (às vezes nem isso, como nas gestões do DCE de 2005/2006 e 2010/2011, onde pegaram o dinheiro e não as entregaram) foi rechaçada. O caminho escolhido pelos estudantes foi a construção de Assembleias Gerais, reuniões constantes de Centros Acadêmicos (CA’s) e Conselho de Entidades de Base (CEB) politizados em torno dos problemas da educação, eventos, manifestações combativas, ocupações de reitoria, panfletagens, passagens em sala e construções de CA’s.

Com a ressaca da greve estudantil de 2011, saída de líderes importantes de vários cursos, apertos de calendários, uma fatídica greve de pijama em 2012 e até mesmo um “aguardar de resultados” das conquistas da greve de 2011 deram espaço para uma “tranquilidade”, permitindo assim que urubus policialescos, antigos conhecidos e rechaçados pelo Movimento Estudantil da UNIR tomassem sua direção.

A ação do oportunismo na universidade atingiu seu ápice nas duas últimas gestões do DCE(Banzeiros), expresso de forma concentrada em seu dirigente principal. A prática extremamente burocrática, completamente institucional, fazendo movimento estudantil “de ofício”, excluindo qualquer debate aprofundado que mobilizasse os estudantes, mesmo em tempo de ataques ferrenhos à educação (ataques a PIBID e PIBIC, PEC 55, REFORMA DO ENSINO MÉDIO, etc). Autoritarismo e sectarismo por parte do coordenador geral das duas gestões se tornaram o  modus operanti da entidade. Além de levar a um afastamento dos integrantes mais honestos da gestão,todas essas ações levaram a uma total desmobilização, despolitização e desarticulação do ME na UNIR. Resultados cabais dessa prática rasteira são os baixos índices de votantes nas eleições das entidades, participantes em assembleias, CA’s e DA’s desmantelados, CEBs como o de dezembro de 2016, totalmente burocráticos e nossa pífia representatividade nos conselhos superiores. Dessa forma, os que não confiam na luta das massas as acusam de inertes, desinteressadas e pacifistas. Logo, restariam apenas a algumas mentes “brilhantes e capazes” dirigirem as entidades e pretensiosamente impedirem os estudantes de lutar.

 

Vemos agora o resultado desse processo desembocar no mesmo mar de lama que sempre denunciamos ser o destino dos que dirigem e se guiam por esse caminho burocrático e carreirista no movimento estudantil. Cargo político em prefeitura, defesa aberta de partidos eleitoreiros, trampolim político e por aí vai… a mesma canalhice eleitoreira de sempre, a mesma prática da UNE e seus grupelhos, só que agora pintada de azul.  Com mais esse desmascaramento, se abre o caminho da luta SEM ILUSÕES!

 

RJ: Prossegue campanha em defesa da Vida e da Saúde do Presidente Gonzalo!

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Nos últimos dias, na cidade do Rio de Janeiro, deu-se prosseguimento à campanha internacional em Defesa da Vida e da Saúde do Presidente Gonzalo. Foram feitas inscrições em muros e também intervenções em universidades que contou com falas explicando a importância política de se defender o maior marxista-leninista-maoísta vivo sobre a face da terra, também foram distribuidos centenas de panfletos assinados pelo Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR, e pela Unidade Vermelha - Liga da Juventude Revolucionária - UV-LJR.

Abaixo, seguem fotos das atividades:

 

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Juventude Revolucionária em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo – BA

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O MEPR e a UV-LJR, interviram no último dia 31 de Março, em manifestação convocada pelo sindicato dos professores do município de Juazeiro – APLB, contra a “reforma” da previdência de Temer e sua quadrilha.

Os jovens fizeram panfletagem em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e levantaram uma faixa que chamou muita atenção convocando à rebelião contra os ataques à educação.

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Celebração do natalício do Presidente Mao reúne juventude das ocupações – PE

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No fim de 2016, seguindo o espírito revolucionário das ocupações da juventude combatente, estudantes e professores do Vale do São Francisco se reuniram para celebrar o natalício do Presidente Mao, e conhecer a importância deste grande chefe do proletariado internacional.

Houve debate com exposição de ativistas da Unidade Vermelha, Movimento Feminino Popular e Movimento Estudantil Popular Revolucionário; além de vídeos, músicas e um brinde ao nascimento do Presidente Mao!

 

28/03: Estudantes tomam as ruas de Niterói/RJ!

No dia 28/03, estudantes secundaristas e militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR, organizaram um combativo ato nas ruas e avenidas centrais da cidade de Niterói. A manifestação foi parte das atividades do Dia do Estudante Combatente, também como uma forma de manter viva e a memória e a luta de Edson Luís, Benedito Frazão e toda juventude revolucionária que se levantou contra o regime militar fascista.

Exaltando Edson Luís, como o primeiro estudante morto pelo regime militar, os estudantes confeccionaram uma grande faixa com os dizeres “Rebelião contra os ataques à educação! Viva Edson Luís!” assinado pelo CEPLIM - Colégio Estadual Pinto Lima e pelo MEPR.

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Na preparação da manifestação, ocorrida nas duas semanas que antecederam, organizou-se uma série de panfletagens, colagem de cartazes, passagens e turma e uma assembleia que definiu o trajeto, local e horário da manifestação.

O ato percorreu as ruas da região e contou com o apoio de vários trabalhadores que saiam do serviço. Palavras de ordem denunciavam a situação caótica do ensino público, os ataques à educação e também lembrando e exaltando a resistência ao regime militar fascista e sua mais alta expressão, a guerrilha do Araguaia, e exigindo punição para os fascistas do regime militar.

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Os estudantes, ao passarem pelo terminal rodoviário de Niterói, aproveitaram para denunciar o absurdo aumento da passagem e fizeram um chamado a população a não aceitar a carestia de vida e rebelar-se.

Ao final do ato, depois de percorrerem todo o terminal, uma fala explicou o motivo do ato, relembrando a figura de Edson Luís e de toda juventude que combateu o regime militar fascista, denunciando os diversos ataques à educação e propagadeando o caminho trilhado pelos estudantes no ano passado que, através das ocupações, vêm conseguindo impôr duras derrotas no gerenciamento de Temer (PMDB).

Rebelião contra os ataques à educação!

Ir ao combate sem temer! Ousar lutar, ousar vencer!

Companheiro Edson Luís: Presente na luta!

Cadeia já para os fascistas do regime militar!

 

A CONTRAPROPAGANDA DE TEMER (PMDB/PSDB) PARA DEFENDER SUA CONTRAREFORMA DO ENSINO MÉDIO

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A desmoralizada gerência Temer (PMDB/PSDB) tem acelerado os ritmos de trabalho de sua equipe de propaganda, numa tentativa de fazer melhorar (ou ao menos não piorar) seus sofríveis índices de aprovação e tentar aplastar a fúria popular, facilitando seu trabalho de aplicar ao máximo o programa exigido pelo imperialismo. Dentre as propagandas, ganhou grande destaque e bastante tempo nas telas a que se refere a contrarreforma do Ensino Médio, não é de se estranhar, visto que a juventude tem sido uma das principais fontes da dor de cabeça das últimas gerências do Velho Estado brasileiro. Mas de que se trata esta dita Reforma? E principalmente, a quem ela serve?

Num raro (e breve) momento de honestidade, a propaganda admite a situação vergonhosa em que se encontra o Ensino Médio brasileiro, somente é claro para fazer passar como benéficas as propostas de desmonte que visa implementar com a antiga MP 746, agora Lei 13.415 de 16/02/2017. De fato, o Ensino Médio não é nada atrativo, tem baixíssimo rendimento e estrutura completamente sucateada. Para se ter uma ideia melhor da situação, as taxas de rendimento das escolas públicas regulares contemplam 13% de reprovação e 8% de abandono, respectivamente 18% e 10% só no 1º ano (MEC, INEP, 2015). Dos jovens entre 15 e 17 anos 35% ainda estão no Ensino Fundamental, e 17% fora da escola; dos jovens entre 18 e 24 anos, 32% não concluíram o Ensino Médio e não estão estudando. Isso sem falar nas condições materiais e estruturais (41% das escolas sem saneamento básico). Todos esses são sintomas de uma política educacional conduzida por um Estado semifeudal e semicolonial, e que não poderão ser resolvidos com uma simples canetada.

Mas quanto a isso não há problema, afinal, o “Novo” Ensino Médio não tem a menor intenção de solucionar nenhum dos traços deste cenário.

 


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