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PE: UFs ocupadas contra ataques de Temer

Comitê de Apoio ao AND – Recife/PE

   Em 24 de outubro, estudantes do curso de pedagogia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), campus Recife, vanguardearam um processo de ocupação de centros na Universidade. Atualmente, na UFPE, estão ocupados pelos estudantes os prédios do Centro de Educação (CE), Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Niate-CFCH e Centro de Comunicação (CAC).

  Ocupação dos estudantes!
Aula pública
  

 

As ocupações ocorrem em repúdio aos ataques do gerenciamento Temer através da draconiana PEC 241, que implementa duros cortes de verbas na assistência estudantil, e também pela Homologação imediata do Novo Estatuto na Universidade.

  

 

Ainda na UFPE, o campus do interior em Vitória de Santo Antão (CAV) está paralisado pelos três seguimentos. Já na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), o prédio do Centro de Ensino de Graduação Obra-Escola (CEGOE) também está ocupado contra a PEC 241.

 

SP: Estudantes fecham avenida contra desocupações em Campinas

Comitê de Apoio ao AND – Campinas/SP

Os estudantes secundaristas das 3 escolas desocupadas na semana passada de forma ilegal pela PM, E.E. Ruy Rodriguez, E.E. Carlos Alberto Galhiego e E.E. Newton Pimenta, fecharam uma das principais avenidas da cidade de Campinas (90km de São Paulo) na manhã de 1º de novembro.

Mais de 150 jovens fizeram o combativo protesto contra a contrarreforma do ensino de Michel Temer, a PEC-241, além das desocupações ilegais da PM, os ataques fascista da GCM à crianças e adolescentes com arma de choque e bombas de gás e a má qualidade do ensino.

O protesto se iniciou no horário de início das aulas, às 07h20 e bloqueou a Av John Boyd Dunlop, que liga o Centro da cidade à região do Campo Grande (distrito mais populoso da região).

 

GO: Moclate saúda a onda de ocupações e lutas! Rebelar-se é justo!

Reproduzimos nota publicada pelo MOCLATE - MOVIMENTO CLASSISTA DOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO em apoio às ocupações e a mobilização estudantil contra os ataques de Temer à educação pública e aos direitos do povo.


O Movimento Classista dos Trabalhadores da Educação (MOCLATE) saúda e apoia o grande movimento de lutas que vem ocorrendo em Goiás.

As últimas semanas foram marcadas pelo crescimento da luta em Goiás, com o aumento das ocupações e manifestações questionando as contrarreformas do imperialismo. Esse fato demonstra o efervescente clima de insatisfação e revolta que toma conta do país e de Goiás.

 

As ocupações crescem como uma onda de revoltas inspiradas diretamente no levante estudantil do Paraná. Várias escolas e universidades foram ocupadas nas últimas semanas. A primeira ocupação em Goiás ocorreu no município de Águas Lindas, no entorno de Brasília, onde os estudantes tomaram o controle do Instituto Federal no início de outubro depois de uma massiva assembleia estudantil que contou também com a presença dos pais. Depois dessa ação, os professores decretaram uma greve em solidariedade aos estudantes, tendo como pauta a luta contra a PEC 241 e a Reforma do Ensino Médio.

Em Goiânia, influenciados pelo exemplo de Águas Lindas, os estudantes dos dois institutos federais as ocuparam depois de uma grande assembleia realizada no dia 17. No dia 18, um dia após essas ocupações, ocorreu uma grande manifestação na cidade de Goiânia com milhares de pessoas. Participaram estudantes, professores, técnicos, operários, marchando combativamente pelas ruas da cidade até a BR 153, que foi fechada com pneus e barricadas por cerca de uma hora.

 

Estudantes do CEFET-RJ mobilizados em defesa da educação e contra medidas antipovo!

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No dia 1º de novembro no CEFET/RJ - Maracanã houve uma grande demonstração de vontade de luta e mobilização vinda diretamente dos alunos, que organizaram uma roda de conversa e debate sobre a necessidade das ocupações para barrar as medidas anti-povo do atual gerenciamento Temer. Com o objetivo de conscientização e organização dos alunos, participaram estudantes de outros colégios que estão passando e/ou já passaram por tal processo, criando assim uma atividade muito rica para o processo de politização do colégio.

Faixa dos estudantes em apoio a luta estudantil no PR e no país inteiro!

Faixa dos estudantes em apoio as escolas ocupadas no Paraná e no país inteiro!

Auditório lotado para discutir sobre a luta em defesa da educação!

Auditório lotado para debater as lutas em defesa da educação!

 

 

Juventude combatente derrota ataques do bando fascista de Richa e MBL

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Curitiba, 28 de outubro.

Na noite do dia 27, nós estudantes secundaristas da ocupação do Colégio Lysímaco Ferreira da Costa fomos surpreendidos pelo bando fascista do MBL que tinha o objetivo de nos atacar e fazer uma reocupação violenta com a justificativa de que estávamos impedindo a circulação dentro da escola. Nos atacaram de forma covarde e nojenta, destruíram o portão dos fundos da escola, atiraram pedras e paus em direção aos estudantes entrincheirados na escola, quebraram janelas, portas e estouraram um cadeado do portão interno. Pessoas que apoiavam a ocupação foram agredidas do lado de fora pelos covardes do MBL e tiveram alguns pertences roubados.

O diretor geral do colégio Jailson da Silva Neco também estimulou e apoiou os ataques do MBL contra os estudantes, facilitando a entrada no pátio da escola. Demonstrou com isso que é um boneco do governador. Se algo acontecer aos alunos o diretor será responsabilizado, pois como diretor não pode estimular a repressão aos alunos.

O governador Beto Richa (PSDB) está financiando os bandidos do MBL com muito dinheiro, passagens, carros de som, bate paus e ampla divulgação nos monopólios de comunicação. Como ele não tem moral para reintegrar as escolas usando a polícia, pois 80% da população é contrária a PEC 241 e ao massacre de professores no centro cívico, está usando estes bandidos para atacar as justas ocupações dos colégios em Curitiba e região.

Por isso dizemos, tivemos uma vitória grandiosa, ontem nós derrotamos toda esta estrutura mafiosa a mando do governador, com a nossa resistência. Mesmo com todos os ataques raivosos e dificuldades resistimos firmemente com barricadas nas portas, palavras de ordem e muita decisão em continuar nossa luta contra a aprovação da PEC 241 e o encaminhamento da MP 746. Lutamos, resistimos e comprovamos que rebelar-se é justo! Foram horas de tensão e no final derrotamos os fascistas que foram expulsos com o rabo entre as pernas. Tremeram de medo diante da nossa organização, combatividade e firmeza!

É hora de todos nós estudantes darmos um basta nos bandidos do MBL/Beto Richa que buscam aterrorizar as ocupações! Qualquer agressão aos estudantes em luta, pais, professores e apoiadores, será de inteira responsabilidade do governador Beto Richa (PSDB) e de seus paus mandados do MBL!

Conclamamos todos os estudantes das ocupações a unificar e intensificar a luta, mobilizar os pais, professores, apoiadores e demais trabalhadores de Curitiba e região para denunciar e repelir as ações criminosas do governo do estado contra os estudantes que lutam em defesa do ensino público.

Viva a juventude combatente! Ousar lutar! Ousar vencer!

Viva a heroica resistência dos estudantes do Lysímaco!

Viva os apoiadores do movimento estudantil combativo!

Estudantes da Ocupação do Colégio Lisímaco Ferreira da Costa

 

UNIDADE VERMELHA: Resistir nas ocupações, unificar a luta para derrotar as reformas do ensino de Temer

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Paraná, 23 de outubro de 2016. 

Desde o dia 03 de outubro estudantes secundaristas do Paraná iniciaram a ocupação de escolas públicas em todo o estado contra a PEC 241 e a medida provisória 746, também chamada de MP do ensino médio.

Criada pelo gerente de turno Michel Temer (PMDB) a PEC 241 é uma proposta de modificar a constituição brasileira e que na prática congela os gastos do governo federal com educação e saúde durante os próximos 20 anos. Já a MP 746/2016 também assinada por Temer e que entrou em vigor no dia 22 de setembro propõe a reformulação do Ensino Médio com aumento gradativo da carga horária (escola integral) e flexibilização do conteúdo, mas mantendo os baixos salários dos professores e funcionários, falta de material e estrutura precária das escolas. Juntas a PEC e MP visam a precarização do ensino médio e a pavimentação do caminho para sua privatização. Ou seja, querem que os mais pobres paguem a conta da crise!

Hoje já são mais de 850 escolas ocupadas e 4 Núcleos Regionais de Ensino em 110 municípios do Paraná. As ocupações também atingiram 14 universidades (Unioeste, Unicentro, UEPG, Unespar, UEM, UEL e UFFS) em 12 cidades. No dia 16 teve início a greve dos professores e funcionários da rede pública estadual chegando a 30% das escolas estaduais paralisadas. Mas a greve dos professores só pode avançar em aliança com as ocupações, ou seja, os professores em greve tem que ir pra dentro das ocupações!

Em cada escola ocupada os estudantes têm organizado aulas, realizado trabalho de limpeza, segurança e alimentação, organizado a divulgação da luta, atividades culturais, e conquistado enorme apoio da população que contribui com alimentos, materiais de limpeza e até como voluntários. Os estudantes paranaenses têm sido professores nas ocupações das escolas.

No início das ocupações, o governador do Paraná Beto Richa (PSDB) tentou criminalizar a luta dos estudantes apelando para que Ministério Público, Conselho Tutelar e Poder Judiciário fossem favoráveis a reintegração de posse. Porm suas tentativas foram atropeladas pela resistência dos estudantes e a massificação das ocupações por todo o estado. Diante da crise o governador decretou recesso de 5 dias nas escolas e nega qualquer negociação com os estudantes. A crise da educação no estado é muito grave e veio acumulando material inflamável durante os últimos anos e que agora incendiou com as ocupações.

Assim como nas jornadas de junho de 2013, quando a juventude se levantou em todo o Brasil contra os desmandos e arbitrariedades dos políticos e todos seus partidos eleitoreiros, contra a corrupção, contra a falência dos serviços públicos, contra a repressão policial cotidiana desmascarando por completo o governo Dilma/Lula (PT) e seu discurso ufanista de Brasil grande potência, agora se levantam os estudantes secundaristas contra as reformas antipovodo governo Temer (PMDB). Os estudantes do Paraná dão um exemplo de firmeza e combatividade, assumindo a vanguarda e apontando como único caminho ocupar e resistir nas escolas transformando-as em trincheiras de luta.

Fora Temer! Fora Richa! Fora todos que são contra a educação!

Abaixo as eleições podres e corruptas e todos partidos eleitoreiros!

Por uma escola pública, gratuita, de qualidade e que sirva ao povo!

Contra a Reforma do Ensino fazer das escolas trincheiras de luta!

Rebelar-se é justo! Viva a juventude combatente!

Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária

 

Explode a luta do Movimento Estudantil em Minas Gerais! Dezenas de escolas e universidades ocupadas contra os ataques de Temer/FMI

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No último dia 05 de Outubro, a apenas um mês do Exame Nacional do Ensino Médio, estudantes ocuparam o colégio Estadual Central, uma das principais escolas de Belo Horizonte/MG. A ocupação, contra a PEC241 (PEC do teto dos gastos), a MP do Ensino Médio e o Escola Sem Partido, serviu como uma faísca, levantando labaredas de luta estudantil que seguem se espalhando por todo o estado.

Já são mais de 70 escolas secundaristas e institutos federais ocupados em cidades como BH, Contagem, Pedro Leopoldo, Uberlândia e Poços de Caldas, além de pelo menos 7 campi de universidades federais na capital, em Montes Claros, Viçosa, Diamantina, Mariana e outras.

Outras ocupações já estão previstas para escolas e universidades em várias cidades do estado e em muitas delas, além de ocuparem os espaços das suas instituições de ensino, estudantes tem entrado em greve e paralisado as aulas por tempo indeterminado. Durante as ocupações, várias atividades têm acontecido, como debates sobre a situação política e econômica do país, a gravidade dos atuais ataques à educação e seus impactos, atividades culturais e recreativas, além de atividades constantes de manutenção do prédio e do funcionamento das ocupações.

UFMG Ocupada

Apenas no campus Pampulha da UFMG, em Belo Horizonte, já somam 10 prédios com greve de ocupação deflagrada pelos estudantes, após a adesão na última segunda-feira pelos estudantes do prédio da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH), da Escola de Ciências da Informação (ECI) e do Teatro Universitário.

Após a deflagração das ocupações nos prédios da UFMG, toda a comunidade acadêmica tem se mobilizado em luta pela defesa das escolas e universidades públicas frente os ataques da quadrilha de Temer/FMI. Os técnicos-administrativos reunidos em assembleia na última segunda-feira retomaram a greve interrompida há algumas semanas, também contra a PEC e o desmonte do serviço público de educação e saúde no país.


 

TODO APOIO ÀS OCUPAÇÕES ESTUDANTIS DOS CAMPI DO IFRO! ABAIXO OS ATAQUES DO GOVERNO TEMER/PMDB À EDUCAÇÃO PÚBLICA!

MOÇÃO DE APOIO AOS ESTUDANTES DO IFRO

 

TODO APOIO ÀS OCUPAÇÕES ESTUDANTIS DOS CAMPI DO IFRO!

ABAIXO OS ATAQUES DO GOVERNO TEMER/PMDB À EDUCAÇÃO PÚBLICA!

 

20 de outubro de 2016, Porto Velho-RO

Aos estudantes do IFRO,

 

Antes de tudo gostaríamos de saudar calorosamente todos os estudantes do INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA (IFRO) que estão em luta em seus campi. Manifestamos também nosso apoio irrestrito às mobilizações e lutas que professores, alunos e pais estão construindo em defesa da educação pública e contra a PEC 241/2016, projeto criminoso e covarde que está sendo implementado pela gerência Temer/PMDB-FMI. Ao todo 7 dos 8 campi fizeram paralisações e protestos. Em Vilhena, Colorado do Oeste e Ji-Paraná, os estudantes ocuparam os prédios dos respectivos campi.

Campus_Vilhena__1

 

Rio de Janeiro: Novo ato contra as medidas antipovo, Pelegos desesperados!

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No dia 24 de outubro ocorreu, no Rio de Janeiro, o Segundo Grande Ato contra a PEC 241, medida que o governo-tampão de Temer que fazer passar como a “salvação para o Brasil” que se resume em congelamento por 20 anos dos investimentos em saúde, educação e demais serviços públicos. Este projeto é parte integrante da lógica das classes dominantes brasileiras, lacaias e agentes do imperialismo, principalmente ianque, no nosso país, que se resume mais ou menos em “precarizar para privatizar”. Esta lógica foi utilizada por todos os gerenciamentos de turno, sem exceção, e é reforçada ainda mais agora, no período de aguda crise política e econômica - e que é acompanhada de uma resposta do povo, ilustrada pelas lutas radicalizadas organizadas em todo país e também pela profunda descrença do povo com o velho Estado e sua politicalha podre, tão bem expresso no boicote recorde deste ano.

Manifestação de Estudantes contra a Contrarreforma do Ensino Médio! Para fazer frente a isto levantou-se no Rio de Janeiro, assim como em todo o país, um vigoroso e promissor movimento em defesa dos direitos do povo. Prenunciando o novo momento político que enfrenta o nosso país e, particularmente, sua situação revolucionária em desenvolvimento, no RJ este movimento levou a cabo logo de cara uma ousada ação de massas: ao fim do primeiro protesto, ocorrido em 17/10, as massas não se contentaram com a decisão oportunista das diversas centrais sindicais, de terminar o ato de uma forma pacifista e no momento em que os pelegos queriam, e de forma combativa as massas continuaram com o ato! Foi quando a PM fascista tentou reprimir os manifestantes, ao passo que o povo defendeu seu direito de protestar com dezenas de pedras e côcos pra cima dos policiais!

No ato de ontem, os manifestantes também compareceram em peso. Centenas de estudantes secundaristas, que participaram ativamente da vigorosa onda de ocupações no início do ano, marcaram presença e seu espírito altivo e combativo novamente deixou em verdadeiro desespero o oportunismo eleitoreiro (representado principalmente por CUT, CTB, todo sindicalismo adestrado, bem como pelos movimentos estudantis eleitoreiros).

 

Combativo Ato das Ocupações do Vale do São Francisco fecha ponte que liga Juazeiro à Petrolina!

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Estudantes em Ato contra as medidas antipovo de Temer!
Combativo Ato fecha a ponte que liga Juazeiro-Petrolina!

  No dia 18 de outubro, estudantes de universidades localizadas na região do Vale do São Francisco (UPE, UNEB), que estão em um importantíssimo movimento de ocupação, realizaram um combativo ato para colocar suas demandas na rua. Sem temer as forças repressivas (entre elas a Polícia Federal) que tentaram, em vão, intimidar e criminalizar os estudantes, conseguiram ocupar a ponte que liga Juazeiro à Petrolina! O apoio da população e a repercussão da manifestação deve ser encarado como vitória e um verdadeiro exemplo de luta a se seguir neste momento da luta estudantil que já se estende por todo país com milhares de escolas (entre Institutos Federais e Escolas Estaduais) e dezenas de universidades ocupadas!

 

 


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