gototopgototop

Avança a luta em defesa do ensino público e gratuito!

assembleia Nas escolas e universidades prossegue o desmonte da educação pública com a imposição da “reforma” universitária e seus projetos e programas demagógicos como REUNI – Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais e o PROUNI - Programa Universidade para Todos, que promovem o sucateamento da estrutura das universidades públicas, por meio do corte de verbas e o ataque à autonomia universitária.

Sob o discurso da “inclusão das camadas menos favorecidas” e da “expansão” do ensino superior bilhões são retirados dos cofres públicos e transferidos para os monopólios da educação. Enquanto reitorias e o governo retomam a prática do regime militar fascista e o decreto-lei 477, punindo com multas, suspensão, processos administrativos, demissão e jubilamentos aqueles que lutam em defesa da educação pública e gratuita.

Contra todos estes ataques e desmandos, o movimento estudantil combativo mantém erguida a bandeira de luta em defesa da educação pública e gratuita, pela democracia e autonomia universitária. Por todo o país, explodem ocupações de reitorias, manifestações e greves de estudantes, professores e funcionários contra o desmonte da educação pública promovida pelo Governo FMI/Lula e as gerencias estaduais e municipais.

greve2.jpg Professores, estudantes e funcionários da USP, Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Unicamp realizam combativa Greve que se estende por todo o estado de São Paulo, com grande e crescente adesão das distintas categorias. No último 16 de março, dois mil estudantes levantaram-se em protesto e decidiram ocupar a reitoria da Universidade Estadual da Bahia — Uneb. Após a deflagração do protesto estudantil, a movimento se estendeu aos campi de Bom Jesus da Lapa, Caetité, Guanambi e Valença, municípios do centro-sul baiano. Professores e estudantes da Faculdade de Educação da UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais - também paralisaram as atividades durante duas semanas contra a política de contenção de verbas, precarização das relações de trabalho e arrocho salarial imposta pelo governo estadual com seu “Choque de Gestão”.

greve1 No dia 31 de março os estudantes dos cursos de Comunicação Social e Licenciatura ocuparam a reitoria da Universidade de Sorocaba — Uniso, campus da Raposo Tavares. No dia 20 de maio estudantes de medicina da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) deflagram Greve contra as precárias situações de ensino. No dia 2 de abril a diretoria da Faculdade de Ciência e tecnologia da Unesp foi ocupada pelos estudantes que reivindicam a construção do Restaurante Universitário, a revogação do processo feito para a moradia e por mais contratação de professores.

Ainda na UNESP os estudantes da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP – campus de Marília deliberaram em Assembléia Geral, no dia 26 de maio último, pela mobilização em forma de greve imediata com ocupação do prédio de aulas até o completo atendimento de sua pauta de reivindicações.

O movimento secundarista retoma as ruas por todo o país, em radicalizadas manifestações contra o aumento das passagens e pelo passe-livre estudantil que enfrentam a truculência das prefeituras e a polícia. O oportunismo e governismo da UNE/UBES não é capaz de conter a rebelião estudantil. Grandes enfrentamentos estão sendo preparados. Os estudantes são ponta de lança nas grandes lutas em defesa da educação que se iniciam, em meio ao fracasso e o crescente repúdio do povo às políticas demagógicas do governo FMI/Lula.

Preparar a Greve Geral contra as “Reformas” antipovo do Governo FMI/LULA

Greve de professores, do funcionalismo público municipal, estadual e federal trabalhadores rodoviários, comerciários, petroleiros, construção civil, bancários, metalúrgicos, correios e muitas outras categorias sacodem o país como resposta aos ataques do Governo e a diuturna política de arrocho e carestia de vida. A unificação das lutas estudantis com a luta de todos os trabalhadores pela construção de uma Greve Geral é o único caminho para derrotar todos os ataques à educação e as “reformas” antipovo e pró-imperialistas do Governo FMI/Lula! Os trabalhadores e estudantes da Itália, França e Alemanha demonstram ser este o caminho mais correto para a conquista e manutenção de nossos direitos.

É hora de preparar a construção da Greve Geral!