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Sáb, 12 de Novembro de 2011
Cultural
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O Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizou, na última quarta (26/10), uma palestra
com debate sobre Ernesto Che Guevara no IFG em Goiânia.
Ernesto Guevara nasceu em Rosário, Argentina. Cursou Medicina, e em suas famosas viagens de motocicleta, depara-se com a pobreza do povo latino. Abandona a profissão para dedicar-se inteiramente a revolução e a libertação dos povos oprimidos.
A palestra contou com cerca de 15 estudantes secundaristas. Primeiramente, foi mostrado um vídeo, com imagens de revoltas populares em todo o mundo, em seguida uma professora falou sobre a vida e a luta de Che, logo após abriu-se para o debate. O debate mostrou o que podemos tomar de exemplo do grande revolucionário que foi o camarada Che Guevara.
A defesa do marxismo-leninismo, da Guerra Popular, da luta de classes e da ditadura do proletariado compõem o que há de fundamental nos escritos e discursos de Che Guerava.
Este debate é mais firme e decisivo passo para a consolidação de um movimento estudantil secundarista forte, combativo.
VIVA ERNESTO CHE GUEVARA!
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Sex, 09 de Setembro de 2011
Cultural
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Nascido em São Cristóvão (Rio de Janeiro) no dia 30 de novembro de 1968, descendente de Libaneses, Carlos Latuff, brasileiro, Cartunista e ativista político, é sem sombra de dúvidas um artista do povo. Com desenhos simples e objetivos, sintetiza temas e problemas complexos, fazendo com que sua arte alcance a compreensão do povo. A luta pela terra, a Resistência Iraquiana, Afegã e Palestina, os rescentes protestos no Norte da Africa, a violência Policial são alguns dos temas abordados por Latuff em seus desenhos.
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Sex, 09 de Setembro de 2011
Cultural
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O Perfil da periferia nos grandes centros urbanos brasileiros é sempre o mesmo: um lugar onde não há a mínima prestação de serviços públicos básicos como saúde, educação e saneamento. Além disso, os aparelhos da mídia sensacionalista apresentam os bairros periféricos como cenário de guerra e dominado por bandidos. O que não se mostra nesta mídia é que nestes bairros onde moram milhares de trabalhadores, crescem movimentos artísticos subversivos e contestadores.
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Qua, 03 de Agosto de 2011
Cultural
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Um pouco sobre o rap
A termo RAP significa rhythm and poetry (Ritmo e Poesia ou Revolução Através das Palavras). O RAP surgiu na Jamaica na década de 1960. Este gênero musical foi levado pelos jamaicanos para os Estados Unidos, através do DJ Kool Herc, mais especificamente para os bairros pobres de Nova Iorque, no começo da década de 1970. Jovens de origens negra e espanhola, em busca de uma sonoridade nova, deram um significativo impulso ao RAP.

O rap tem uma batida rápida e acelerada. Sua letra vem como discurso, a música traz muita informação e pouca melodia, por isso é um estilo musical particularmente vinculado e associado ao protesto. As letras de rap têm como tema principal a vida, as dificuldades e angústias dos moradores dos bairros mais pobres das grandes cidades. O cenário rap é acrescido de danças com movimentos rápidos e malabarismos corporais. O break, por exemplo, é um tipo de dança relacionada ao rap. O cenário urbano do rap é formado ainda por um visual repleto de grafites nas paredes e vias públicas.
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Qui, 07 de Abril de 2011
Cultural
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No dia 19 de março, ocorreu em Goiânia na Faculdade de Educação da UFG (Universidade Federal de Goiás) uma Escola Popular em celebração ao dia 8 de Março: Dia Internacional da Mulher Trabalhadora. A Escola Popular, que defende que o conhecimento provém da prática social, foi promovida pelo Movimento Feminino Popular – MFP e contou com o apoio do MEPR na divulgação e organização. Cerca de 20 pessoas participaram, entre homens e mulheres, de vários cursos, pedagogia, direito, publicidade, letras, música, serviço social, etc. Os participantes se mostraram interessados e dispostos a debater e compreender a questão feminina na sociedade dividida em classes.
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Ter, 22 de Fevereiro de 2011
Cultural
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Está circulando pela internet cordel do baiano Antônio Carlos de Oliveira Barreto, intitulado “Big Brother Brasil: um programa imbecil”.Trata-se de uma criativa e contundente crítica à podridão ideológica expressa no programa da rede Globo.
O cordel demonstra como o “Big Brother Brasil” serve à difusão de valores nefastos como o individualismo, a ignorância, a “malandragem” e a “baixeza”, contribuindo para “alienação” do povo brasileiro e logo à sua dominação. Apesar das limitações da crítica, principalmente, no que diz respeito ao valor exacerbado dado à educação como caminho para solução dos problemas sociais que afligem o país, acreditamos que tal obra merece ser apreciada e amplamente divulgada. Além de ser um bom exemplo de como conjugar um conteúdo político progressista às formas de manifestação artísticas populares e nacionais, no caso o cordel.
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Sáb, 27 de Fevereiro de 2010
Cultural
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O Grupo IRA apresenta várias músicas que possuem um bom nível político e cultural e em especial queríamos trazer a música “É assim que me querem”. Tal música traz uma visão crítica sobre as drogas e relata como são intencionalmente utilizadas para anestesiar as massas, sobretudo a juventude, e incapacita-las de lutar contra o sistema que as oprime e brutaliza.
É importante ressaltar a importância de que hajam grupos e bandas que ainda se preocupem em trazer uma arte de qualidade ao seu público. E isso é ainda mais notável (e, diga-se de passagem, é a exceção) no meio “rockeiro” pois que esta tem sido exatamente uma das expressões musicais mais utilizadas pelo imperialismo para popularizar uma espécie de “rebeldia oficial” baseada no individualismo e na glamourização do estilo de vida “yuppie”.
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Qua, 09 de Dezembro de 2009
Cultural
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Celebrando os 60 anos da Revolução Chinesa, quando o povo chinês assaltou os céus com a força do fuzil e impôs a democracia das massas por meio da República Popular e avançou ainda mais no luminoso caminho da revolução até o comunismo, o MEPR exibiu, em Goiânia, filmes produzidos na China Popular com o objetivo de propagandear o caminho trilhado pelo heróico povo daquele país, que deve servir como exemplo para que construamos esse luminoso destino em nossa Pátria.
Com a presença de estudantes universitários e secundaristas e intelectuais, além de um professor chinês que viveu até 1965 na China e inclusive fez parte da Guarda Vermelha, os debates foram extremamente ricos e calorosos.
Não obstante alguns ataques a respeito do “culto à personalidade” e dos “milhões de mortos pela Revolução”, estes foram prontamente rechaçados pelos estudantes revolucionários e esclarecidos pelo Professor Tai, que exaltou o Presidente Mao como grande chefe da Revolução Chinesa e falou sobre as mentiras que a mídia ianque difunde a respeito da luta dos povos de todo o mundo. Como dizia Jorge Amado durante sua visita à URSS revolucionária, “os cães ladram e a caravana passa”...
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Qua, 07 de Outubro de 2009
Cultural
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Domingo, 04 de Outubro de 2009: falece em Buenos Aires, aos 74 anos de idade, Haydée Mercedes Sosa. Argentina, cantora, ativista política, Mercedes Sosa pode ser definida como sendo, acima de tudo, uma cidadã latino-americana. Alguém que cantou e ao seu modo enfrentou as mazelas dessa parte do mundo que tanto amamos, cantou e inspirou aos povos que lutaram e lutam pelo ardente sonho de libertação.
Carreira:
Nascida em Tucumán, noroeste da Argentina, iniciou sua carreira em 1950 (com 15 anos de idade) ao vencer o festival de canto em uma emissora de rádio local. Desde esse momento a jovem Mercedes já se identificava com a música folclórica de seu país. Preocupada em retratar a vida do seu povo não se propõe a cantar as fúteis modinhas norte-americanas tão em voga à época, e conquista rapidamente o reconhecimento entre os povos indígenas da Argentina.
Na década de 60, no momento em que se produz na Argentina um modismo em torno da música folclórica, La Negra (apelido ganho por Mercedes devido aos seus traços indígenas, a pele morena e os longos cabelos negros) integrará o movimento conhecido como Nova Canção, uma corrente da música folclórica que propunha colocar o acento na vida cotidiana do homem argentino, com suas alegrias e inquietações e que, por isso mesmo, terá um forte sentimento antiimperialista.
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Sáb, 16 de Maio de 2009
Cultural
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Pernambuco, 17 de maio de 2009
No último dia 17 de maio na comunidade Beira-Mar I, município de Igarassu (PE) ocorreu de forma exitosa o mutirão arte revolucionária, evento que foi resultado do trabalho realizado pela escola popular David Siqueiros (batizada com este nome em homenagem ao grande muralista mexicano Siqueiros). Foi realizado na escola popular um mini-curso de graffiti durante três meses, onde eram ministradas aulas de história das artes, história das revoluções e aulas de produção e técnicas de graffiti.
Todo o mutirão e o curso foram construídos através do aprofundamento dos grupos organizadores (MEPR, CR, SDR e parceiros)¹, no seio das massas estudantis, operárias e camponesas. Não houve nenhum patrocínio ou contribuição de Ongs, empresas, siglas eleitoreiras ou gestões públicas; cumprindo assim o objetivo principal de todo o conjunto das atividades realizadas, que é o de construir o poder popular, provando ao povo que “podemos com nossas mãos, fazer tudo que a nós, nos diz respeito”.
A banda Rala Coco Maria abriu o evento enquanto os grafiteiros já começavam a fazer sua arte. Após o show, tivemos uma pausa para o almoço, organizado com a ajuda da própria comunidade, além do apoio da Liga dos Camponeses Pobres [LCP].
O mutirão contou com diversas atividades entre elas o graffiti, break, poesias, roda de capoeira com o grupo “Canoa Grande” e outras bandas como Atack Fulminante, Jov Mc e Relato Consciente. Ocorreu também na associação dos moradores a exposição de telas e gravuras de estudantes de artes plásticas e palestras sobre o dia internacional do proletariado e a revolução agrária, que foram ministradas pelo MFP e pela LCP².
O evento ocorreu perfeitamente bem com alto grau de combatividade e entusiasmo por se tratar de uma linha revolucionária e não oportunista nem eleitoreira. Como o caminho da revolução não é um mar de rosas e sim uma estrada de pedras e espinhos, também contamos com alguns contratempos durante a organização do evento. Parte do que foi solicitado à prefeitura foi negado por não fazermos conchavos eleitoreiros.
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