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Dom, 25 de Setembro de 2011
Educação
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Belo Horizonte, 20 de setembro de 2011.
Manifestamos nosso apoio irrestrito e incondicional à justa luta dos professores e demais profissionais da educação de Minas Gerais que, representados pelo Sindiute-MG, realizam combativa greve há mais de 100 dias. Ao exigirem o cumprimento da lei federal 11.738/08 que institui o Piso Nacional Profissional no valor de 1.187,00 os professores estão lutando por um salário melhor para a categoria e, sobretudo, em defesa da educação pública.
Os trabalhadores em educação de Minas Gerais recebem um dos piores salários do Brasil, sendo que professores dos anos iniciais do ensino fundamental chegam a receber como vencimento básico menos do que um salário mínimo! Tal situação demonstra, além do desrespeito do governo para com a categoria, um total descaso com a educação pública.
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Qui, 15 de Setembro de 2011
Educação
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Há quase 100 dias, os profissionais da educação da rede estadual de ensino de Minas Gerais mantém combativa greve em defesa da educação pública. Esta greve foi motivada, dentre outras questões, pelo descumprimento da lei 11.738, no que se refere ao pagamento do piso salarial, por parte do governador Antonio Anastasia (PSDB) que tem se mostrado indiferente às reivindicações. Mostrando que pouco se importa com a real situação da educação em nosso Estado.
O caminho trilhado pelos professores é justo e legítimo. Nestes mais de 3 meses em greve, toda semana vem acontecendo assembleia, onde se vota pela continuidade ou não e se decide o calendário das lutas. Até agora, em todas as assembleias, a adesão ao movimento é de 100% dos presentes, todos firmes e insatisfeitos com a real situação em que os professores estão passando. O MEPR, a UCMG (União Colegial de Minas Gerais) têm participado ativamente das atividades, junto com o D.A.FAE/UFMG entre outras dezenas de entidades, fora os milhares de estudantes que ao longo de todo o processo tem participado dessa luta.
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Sex, 26 de Agosto de 2011
Educação
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Permanece ocupada desde quinta-feira, 25, a reitoria da Universidade Estadual de Maringá. Os estudantes da UEM já haviam enviado uma pauta de reivindicações à REItoria, e esta não deu nenhuma resposta, ou melhor, mais uma vez, tentou enganar os estudantes com longos prazos e promessas jamais cumpridas. Além do desmascaramento da REItoria, os estudantes também denunciam o gerente estadual Beto Richa, responsável por um corte de 38% do orçamento das universidades estaduais, e o governo federal, que no princípio do ano anunciou um corte de R$ 3 bilhões na educação.
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Ter, 21 de Junho de 2011
Educação
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O MEPR, junto ao Comando de Lutas da Newton Paiva, organizaram uma panfletagem de denúncia contra o Centro Universitário Newton Paiva, no dia 19 de junho, na porta da faculdade onde ocorreu o vestibular.
Éramos 5, mas parecia se multiplicar cada vez mais, ao ver o pessoal que entrava para fazer a prova, procurando saber do que ocorreu e muitos dos presentes ficaram indignados ao saber, que as condições de ensino não são tão boas como dizem, que o coordenador do curso de Geografia agrediu um aluno dentro de sala, ficaram mais indignados ainda ao saber que o estudante agredido foi suspenso por 5 dias e vários outros levaram advertência, por protestar pelos direitos a uma educação de qualidade e democrática.
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Sex, 25 de Fevereiro de 2011
Educação
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Estudantes e professores do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) denunciam o risco de o curso ser fechado por decisão do MEC, devido à falta de condições para seu funcionamento.
O principal problema enfrentado é a falta de aulas práticas. O Hospital Veterinário da Universidade, prometido desde a fundação do curso, até hoje não foi entregue.
Professores e estudantes tiram dinheiro do próprio bolso para comprar materiais a serem utilizados em aulas práticas nos sucateados laboratórios existentes.
Para se formar, os estudantes se endividam para viajar ao Sudeste e estagiar em instituições de referência que dispõem de laboratórios e hospitais, já que a UFAL não oferece tais condições.
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Qui, 11 de Novembro de 2010
Educação
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Mais um ano e, novamente, a história se repete: mais de 4,5 milhões de estudantes de todo o país são frustrados com a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio. Como se vê, o tão apregoado “Novo ENEM” não preza pelas novidades, quando se trata de irregularidades, que se repetem ano após ano...
Desta vez a Justiça Federal, através da juíza Karla de Almeida Miranda Maia (da Sétima Vara Federal do Ceará), cancelou a prova devido à inversão da ordem das questões e, também, erro na impressão de cadernos da cor amarela no primeiro dia de exame, na quantidade de 33 mil exemplares. Para a juíza, tais falhas prejudicaram o desempenho dos estudantes. Segundo o sítio de notícias G1, estudantes que fizeram a prova amarela do Enem no sábado (6/11) reclamaram de vários problemas, como a falta de algumas questões, a duplicação de outras e questões diferentes com a mesma numeração. Além disso, havia perguntas da prova branca misturadas no meio do caderno.
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Qua, 03 de Novembro de 2010
Educação
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O professor de Educação da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, no campus de Cuité (localizado no Curimataú paraibano, a 240km de João Pessoa) e membro da diretoria da Associação dos Docentes da UFCG – ADUFCG, Lauro Pires Xavier Neto, nos últimos meses vem sendo acusado, por meio de uma Comissão de Sindicância, e, agora, por um Processo Administrativo Disciplinar, de fala de urbanidade com seus pares, entre ouros, quando repassou numa lista de e-mails informações sobre as denúncias de irregularidades que estão da União – TCU, envolvendo a reitoria da UFCG.
Tal perseguição política ao Professor Lauro demonstra o caráter antidemocrático da reitoria da UFCG, que trata a comunidade acadêmica como se fosse seu feudo. De modo que o simples acompanhamento de denúncias de ingerência é motivo bastante para mobilizar o ódio reacionário e o desejo de punir todo aquele que se coloque em defesa da democracia dentro da Universidade.
Outros casos de perseguição política e atentados à democracia estão acontecendo na UFCG. Exemplo disto são os ataques ao estatuto da Universidade, promovido pela reitoria visando atender os interesses do Magnífico e seus vassalos.
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Qui, 21 de Outubro de 2010
Educação
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Manifesto dos reitores governistas não passa de demagogia eleitoral:
Logo em seguida ao escrutínio do princípio desse mês, sem perda de tempo, ambos candidatos a gerente da semicolônia Brasil se reuniram com governadores, prefeitos, aliados, inimigos, padres, cabos eleitorais de maior ou menor monta para galvanizar sua “estratégia eleitoral”. É nesse contexto, portanto, e aqui não há nenhuma coincidência, que exatamente no atual período 37 REItores de diferentes universidades federais publicaram o intitulado “Manifesto de reitores das universidades federais –O Brasil no rumo certo”.
Em dito “Manifesto”, esses senhores falam como verdadeiros porta-vozes das universidades brasileiras. Mentira! No interior das universidades, bem sabemos, não há um pingo sequer de democracia e o peso dos estudantes nos processos eleitorais internos é simplesmente ínfimo. Além disso, os “distintos reitores” são até hoje indicados segundo o famigerado mecanismo de lista tríplice. Na verdade, não representam mais que uma verdadeira burocracia acadêmica, defensora outrossim dos interesses dos governos de plantão e das fundações privadas, cujas funções multiplicaram-se e estenderam-se sob o atual governo de Luis Inácio. Ainda todos se lembram do escândalo envolvendo o então REItor da Universidade de Brasília, Timothy Molholand, e a fundação privada FINATEC, ambos umbilicalmente ligados ao PT.
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Qua, 29 de Setembro de 2010
Educação
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É com grande revolta e indignação que nós estudantes brasileiros devemos receber a notícia da INVASÃO, pela Polícia Civil, da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no campus da Praia Vermelha daquela universidade.
No dia 13 de setembro último sete policiais civis, em três viaturas, dirigidos pela delegada titular da 155º DP incursionaram na instituição de ensino sob pretexto de verificar “denúncia anônima” de violação à propriedade intelectual pela xerox do local, aonde alunos e professores compartilham textos a serem utilizados nas salas de aula. Além de ofensas e ameaças à comunidade acadêmica, os policiais indiciaram o operador da fotocopiadora Henrique Alves Papa (que trabalha há uma década no local) e, por incrível que isso possa parecer, ROUBARAM TODO O MATERIAL QUE HAVIA NA SALA (pastas, textos, documentos acadêmicos da unidade, livros). Sim, dizemos roubaram e não “apreenderam” porque a polícia civil não tem qualquer direito de invadir uma universidade, cuja autonomia é garantida por cláusula pétrea da Constituição Federal e, menos ainda, subtrair das suas dependências, num ato verdadeiramente ilegal, material de trabalho docente. Ora, tomar à força, ilegalmente, uma coisa qualquer, é ou não um ato de roubo?
Não há limites realmente para o virulento ataque lançado pelos gerenciamentos de turno contra a Universidade Brasileira, sua autonomia e, de forma mais ampla, à produção de autêntico conhecimento científico no País. Tal fato ilustra, na verdade, o ambiente político em que vivemos e a mentira que é a tal “democracia” brasileira.
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Qua, 18 de Agosto de 2010
Educação
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Trabalhadores em educação votam pela manutenção da Greve
Os dias 02 e 09 de agosto ficarão marcados para os trabalhadores de Goiânia. Tais datas correspondem aos dias em que a greve, já histórica, dos funcionários da rede municipal de ensino foi mantida, mesmo com todos os ataques do oportunismo de PT e CUT, que dirigem o sindicato da categoria. As principais reivindicações são o pagamento do piso salarial nacional de R$1312,85 para os professores com carga horária de 30h semanais e o plano de carreira para os agentes administrativos e os trabalhadores manterão a greve até conseguirem tais objetivos.
A greve, iniciada em 20 de maio, conta com um grau de mobilização nunca visto antes: 95% de professores e agentes administrativos parados! O Comando de Greve - legítima direção dos trabalhadores da educação, já que os pelegos do sindicato tentam acabar com a greve desde o seu início – têm organizado atividades praticamente todos os dias.
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