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Internacional
Sex, 11 de Agosto de 2017 Noticias - Internacional
Retirado de Ligaoperaria.org.br

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Protesto combativo dos Professores do Peru fechando a via de acesso ao aeroporto de Puerto Maldonado

A Liga Operária e o Moclate (Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação) saúdam a massiva e combativa greve nacional de professores do Peru. Saudamos calorosamente a justa revolta dos professores peruanos que durante os mais de 44 dias de paralisação protagonizam vigorosos protestos em várias regiões do país, como dezenas de cortes de vias públicas, como o da estrada de ferro que liga Cusco a Machu Picchu, importante destino turístico, no dia 11 de julho, e a via de acesso ao Aeroporto Internacional José Aldamiz, de Puerto Maldonado, no dia 18 de julho, além de combativas manifestações, que têm enfrentado com destemor e bravura a repressão das hordas policiais.

Repudiamos veemente a decretação de estado de emergência em vários distritos, o que demonstra mais uma vez o caráter fascista do governo peruano gerenciado pelo ianque PPK.

Saudamos a resistência dos docentes peruanos ante aos covardes ataques da gerência PPK que pratica uma violenta política de arrocho salarial contra o povo peruano e exige a aplicação de avaliações de desempenho dos docentes, política imposta por determinação do FMI visando a destruição da educação pública.

PROTESTA DE MAESTROS PROFESORES DEL SUTEP SUTE TRAS PROTESTAS EN EL AEROPUERTO

Vigorosos protestos dos professores do Peru sacodem o Peru

No Brasil, os gerentes de turno também desferem inúmeros ataques à educação pública. No estado do Rio de Janeiro, o ano letivo de 2017 na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) até hoje não se iniciou devido aos brutais cortes no orçamento da instituição; enquanto se mantêm os altíssimos gastos com os imorais juros da ilegítima dívida, propinas para os políticos etc. Na educação básica, em diversos estados e municípios, os trabalhadores do ensino sequer recebem o valor do arrochado Piso Nacional do Magistério, além das condições precárias em que estão a maioria das instituições de ensino.

As bandeiras de luta dos docentes peruanos são extremamente justas e nesse sentido o Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação e a Liga Operária se espelham na combatividade da atual greve nacional dos professores do Peru e continuam mobilizando e organizando os professores brasileiros na luta contra os ataques a educação pública, pelos direitos do povo e também no combate ao oportunismo.

Por uma educação que sirva ao Povo!

Viva a luta classista, combativa e independente!

Viva a greve dos professores do Peru!

Viva o Internacionalismo Proletário!

São Paulo, 04 de agosto de 2017

 

Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação

Liga Operária

 
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Sáb, 29 de Julho de 2017 Noticias - Internacional

Por ocasião da celebração dos 50 anos do levante de Naxalbari e da passagem dos 45 anos da morte de Charu Mazumdar, celebrados neste dia 28 de julho, publicamos a seguir um artigo de sua autoria escrito 5 anos após o levante, em janeiro de 1972, aonde o grande líder, dirigente e fundador do PCI (Maoísta) expõe a situação da Revolução Indiana, bem como da luta contra o revisionismo moderno de Kruchov.

Atualmente, passados 50 anos do levante de Naxalbari, a Índia é um farol estratégico para a revolução no mundo todo. Milhões de indianos se levantam contra o gerenciamento fascista de Modi, que avança brutalmente sobre todos os direitos do povo Indiano, cumprindo à risca com o que o imperialismo exige das colônias e semi-colônias.

A luta do proletariado, dos camponeses, da burguesia nacional, das nacionalidades oprimidas, minorias religiosas, dos povos tribais e não tribais, dos dalits, dos advasis, das mulheres, dos estudantes, dos intelectuais progressistas contra o velho Estado indiano, na sua expressão mais alta, a Guerra Popular dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta) - PCI (Maoísta), nos dá a certeza na vitória dos povos e nações oprimidas de todo mundo na sua luta por varrer o imperialismo da face da terra.

E aquilo que se vê como combustível para a chama da Revolução Indiana é a mesma pradaria que se encontra nos rincões de nosso país: massivos levantamentos camponeses em resposta aos ataques do velho Estado, levantamentos nas cidades com greves gerais contra a retirada dos direitos pelas classes dominantes reacionárias, assassinatos da população fruto dos “falsos encontros” - a mesma tática de forjar supostos confrontos armados utilizada pelas forças de repressão para justificar o genocídio do povo preto nas favelas e periferias nas cidades (os “autos de resistência) e o assassinato de camponeses em luta pela terra, no campo. Tudo isto nos mostra que a luta do povo e dos revolucionários na Índia é a mesma luta do povo e dos revolucionários no Brasil!

Na Índia, a expressão mais avançada desta luta é a Guerra Popular travada pelo Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL) e dirigida pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta), processo que teve sua origem no levantamento camponês de Naxalbari. Enfrentando todo o tipo de cerco, aniquilamentos, repressão e fascismo com que o velho Estado tenta afogar em sangue o povo da Índia, os “naxalitas” (como são conhecidos os maoístas naquele país) seguem avançando! Hoje os revolucionários controlam mais de 1/3 do território da Índia e aumentam sua influência sobre áreas que ainda são controladas pelo velho Estado, inclusive na capital, Nova Deli.

Celebrar os 50 anos do levantamento de Naxalbari é celebrar esta luta heróica travada desde a Índia, grande farol para os povos em luta de todo o mundo para seguir travando batalhas para varrer o imperialismo da face da terra e contruir um mundo novo.

Viva os 50 Anos do Levante de Naxalbari!

Viva a Guerra Popular da Índia!

 cartaz

 

 
Qua, 28 de Junho de 2017 Noticias - Internacional

Reproduzimos do Blog SOMOS TODOS PALESTINOS

As escavadeiras israelenses  destruíram uma aldeia habitada pelos antigos beduínos palestinos, uma tribo que viveu nesta terra  por milhares de anos.  O estado de Israel expulsa sistematicamente os beduínos indígenas para  fora de suas terras com objetivo de abrir caminho para os  assentamentos para os colonos judios.
Whitney Webb 

Uma mulher beduína se sente sobre os restos da sua casa demolida na aldeia beduína de Umm al-Hiran, perto da cidade do sul de Beersheba, Israel, 18 de janeiro de 2017. (AP / Tsafrir Abayov)
Uma mulher beduína se sente sobre os restos da sua casa demolida na aldeia beduína de Umm al-Hiran, perto da cidade do sul de Beersheba, Israel, 18 de janeiro de 2017. (AP / Tsafrir Abayov)
 
ISRAEL - Agentes da "Autoridade de Terra de Israel" (ILA), juntamente com a polícia israelense e várias escavadeiras, invadiram e demoliram a aldeia beduina de al-Araqib na região do Negev esta semana.
A demolição marcou a 114ª vez que a ILA destruiu a aldeia,  a primeira vez  foi em 2010 e a mais recente antes da demolição de quarta-feira ocorreu  no mês passado .  
A maioria das moradias que foram demolidas na quarta-feira foram casas de lata que os próprios moradores da aldeia construíram ao longo do último mês, desde a última demolição,  para continuar tendo uma casa onde morar na área.   
Mas enquanto os moradores de al-Araqib estão lidando  com a demolição  mais recente que está destruindo sua aldeia, os colonos  judeus na região continuam a expandir-se nas terra palestina.
No ano passado, o ILA aprovou cinco novos assentamentos de colonos judeus no Negev, 2 (dois) dos quais estão localizados exatamente onde se encontram  as aldeias Beduínas palestinas "não reconhecidas" pelo estado de Israel.
Vários grupos de direitos humanos denunciam que a demolição das aldeias Beduínas está diretamente relacionada à expansão dos ilegais assentamentos das colônias de judeus,  removem a população indígena palestina e constroem ainda mais assentamentos para os colonos judeus.
Desde a criação de Israel em 1948, assentamentos de colonos brancos e judeus foram construídos sobre a terra indígena palestina depois que a população autóctone sofreu a limpeza étnica, por todos os modos,  para acomodar judeus europeus no início de suas novas vidas em Israel.
 
Seg, 26 de Junho de 2017 Noticias - Internacional

 

Reproduzimos do CEBRASPO

DEZENAS DE PRISIONEIROS POLÍTICOS NOS CÁRCERES DE CALCUTÁ FAZEM GREVE DE FOME EM SOLIDARIEDADE E PROTESTO AS TORTURAS A REVOLUCIONÁRIA KALPANA MAITY.

Traduzimos do blog maoistroad denúncia sobre a greve de fome de cerca de 80 prisioneiros políticos e a situação que se encontra a revolucionária indiana Kalpana Maity:

“Em torno de 80 prisioneiros políticos de quatro cárceres da Índia -três dos quais se encontram em Kolkota (Calcutá)- fizeram uma greve de fome de 24 horas desde o sábado passado como forma de protesto contra a tortura infligida a comunista-maoísta Kalpana Maity, que atualmente se encontra na prisão de Alipore. A greve nas prisões de Presidency, Dum Dum, Jalpaiguri e no presídio de mulheres de Alipore começaram às 6hs da manhã e terminou na mesma hora de domingo.

Ranjit Sur, membro da Associação para a Proteção dos Direitos Democráticos, uma organização cidadã de direitos humanos, declarou que tem estado em contato com os prisioneiros e que a organização havia recebido uma queixa por escrito de Maity detalhando a tortura a que foi submetida (Fonte: Indianexpress). Nos deu a queixa escrita em sua última aparição, que foi dia 6 de este mês. Devia apresentar ao juiz também, porém não pôde apresentar sua queixa a eles na última audiência. Segundo sua denúncia, Kalpana Mayti começou a sofrer de muitas dores desde que foi transferida a prisão de Alipore. Ela sofre de diabetes, artrites e uma série de outras enfermidades.

“Ela alega que o encarregado do cárcere deu instruções a todos os demais reclusos na prisão ameaçando-os para que não a ajudem. Os outros presos foram proibidos de falar com ela, e vice-versa. Também, a obrigaram limpar sua própria cela e banheiro, algo que os demais internos não têm que fazer. Aos outros reclusos é permitido passear ou fazer exercício no pátio da prisão, entretanto a Kalpana é negada esta facilidade”, segundo afirma Ranjit Sur.

Apesar de Maity ser uma presa política, reconhecida pelo tribunal como tal, não foi tratada como tal: “Tem certas coisas que um preso político deve receber por lei, como uma mesa, cadeira, livros, jornais e material para escrita. As autoridades penitenciárias não lhe ofereceram isto. Ela tem estado isolada por completo”.

Segundo Sur, Maity foi detida em 4 de dezembro de 2010, com outras quatro pessoas acusadas de serem maoístas, Sudip Chongdar, Barun Sur, Akhil Ghosh e Bimal Mallick, no distrito de Maidan em Calcutá. Ela era conhecida como pessoa próxima do maoísta Kishenji, era chamada de “sua sombra”. “Os prisioneiros políticos decidiram que se a tortura não acabar, então irão entrar em greve de fome indefinida em todos os cárceres de Bengala Ocidental”, confirmou Rajnit Sur.

Em 2012, pouco depois de chegar ao poder, o primeiro ministro Mamata Banerjee decidiu sobre a liberação de 51 presos políticos que haviam sido condenados a cadeia perpétua e já haviam cumprido mais de 15 anos de prisão. As recomendações foram realizadas por um “Comitê de Revisão para liberação de presos políticos”, encabeçado pelo juiz Maloy Sengupta. Contudo, ainda que o Comitê Sengupta tenha recomendado a liberação de todos os presos políticos, isto nunca foi levado a cabo.”

LIBERDADE A TODOS PRESOS POLÍTICOS DEMOCRATAS E REVOLUCIONÁRIOS NA ÍNDIA E NO MUNDO!

 
Sex, 23 de Junho de 2017 Noticias - Internacional
Reproduzimos matéria de denúncia sobre a criminosa Operação Caçada Verde do Estado indiano produzida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (CEBRASPO)

O Estado Indiano declarou guerra ao povo, e pôs em movimento 150 mil tropas nos Estados das regiões central e leste do país, para ameaçar, prender e assassinar pessoas, e expulsar povos tribais e camponeses de suas terras milenares. Trata-se da Operação “Caçada Verde”, em pleno curso nos dias atuais, levada a cabo a pretexto de combater os Naxalitas, nome dado aos combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta).

O real contexto

O Estado Indiano, umbilicalmente associado ao imperialismo, tem ao longo dos anos atacado povos tribais (chamados de Adivasis) para expulsar-lhes das suas terras milenares. Tratam-se de terras riquíssimas em recursos minerais e naturais, e há interesse direto de grandes corporações (como Tata, Essar, Jindal e Mittal) nessas terras.

Nos dados do Censo de 2001, os Adivasis (ou povos tribais) correspondiam a mais de 84 milhões de pessoas em todo o país, preservando uma cultura milenar e modos de produção e de propriedade coletiva, bem como uma estrutura de poder própria. Esses povos têm dado uma importante contribuição à filosofia, linguagem, costumes no país, e também às lutas de resistência desde a colonização britânica no século XVII.

De acordo com a legislação indiana, as terras dos povos tribais são protegidas sob o nome de Áreas Catalogadas (Scheduled Areas), devendo nelas ser assegurado o controle e administração pelos próprios povos tribais. Os órgãos que exercem soberania popular são chamados de Gram Sabha, que são competentes para resolver os problemas locais.

Os Naxalitas tem desenvolvido o apoio concreto aos povos tribais, apontando o caminho da resistência armada. O Estado indiano, a pretexto de combater os Naxalitas, faz a guerra contra o povo e realiza deslocamentos massivos de pessoas visando suas terras.

Em uma entrevista transmitida a uma rádio australiana em 12 de fevereiro de 2010, Linga, uma moradora local, denuncia:

Os moradores do meu bairro se sentem inseguros. Nós estamos sendo explorados, a nossa terra está sendo roubada. E não é o governo que está nos ajudando, mas sim os maoístas. Nenhuma lei é respeitada. Mesmo aquelas conquistadas após a independência, há 60 anos, não têm aplicação. Nós ainda temos que lutar por nossos direitos.”[i]

 
Qua, 21 de Junho de 2017 Noticias - Internacional
Divulgamos a seguir um documento do Partido Comunista Maoísta da França a respeito do Acordo de Paris e o grande alarde que se fez em relação à postura do arquireacionário Trump ao não compactuar com dito acordo. Saudamos a consequente análise feita pelos companheiros revolucionários da França ao traçarem uma linha demarcatória entre os falsos e demagógicos discursos imperialistas de "proteção do meio ambiente" e a posição materialista sobre a ecologia, isto é, as diversas relações entre o Homem e o seu meio, e a defesa de que conjunto da população mundial, particularmente dos povos e nações oprimidos e das classes exploradas de nossa Era, possam usufruir das riquezas naturais de que dispõe o nosso planeta.

Ao retomar este debate, aproveitamos para resgatar o que afirmamos em nosso artigo Desmistificando o aquecimento global:

 
"Na verdade, se abstrairmos inclusive a discussão técnico-científica sobre o tema e levarmos em consideração as implicações políticas a que esta tese do “aquecimento global” tem conduzido, como uma sanha furiosa dos países imperialistas contra as reservas naturais dos países semicoloniais, desde as mais sofisticadas técnicas de bombardeio ideológico (como as superproduções hollywoodianas), passando pela ação de todo tipo de ONG’s “ambientalistas” até as ações mais furiosas e descaradas, como o inaceitável “crédito de carbono” ou expulsão, através de governos fantoches, de milhões de camponeses e povos nativos – sobretudo das florestas tropicais, as com mais rica biodiversidade, das quais a maior e mais poderosa é a floresta amazônica – tudo isso já seria suficiente para nos levar à conclusão do que exatamente está por trás desse discurso “ecológico”. Aliás, não são poucos os setores que tentam apresentar-se como “progressistas” e que apregoam aos quatro ventos a luta em defesa do “meio ambiente” como novo fator decisivo da história da Humanidade em substituição, portanto, da luta de classes.

Do ponto de vista gnoseológico, ou seja, da teoria do conhecimento, este tem sido e será também palco de uma luta das mais importantes na atualidade entre o materialismo e o idealismo e, dentro do campo materialista, entre as concepções do materialismo conseqüente, ou seja, o dialético, e as diferentes escolas de materialismo inconseqüente, mecanicista."

O nosso texto completo pode ser lido aqui.


 

O Acordo de Paris e a questão da ecologia

Partido Comunista Maoísta - França
Retirado do Blog DazibaoRojo (dazibaorojo08.blogspot.com)

Donald Trump, presidente da principal potência econômica do mundo anunciou que, de acordo com sua promessa de campanha, seu país se retiraria do acordo climático de Paris negociado na "COP21"; O acordo, que se supõe estar dirigido a lutar contra o aquecimento global limitando os gases de efeito estufa em particular, foi apresntado por países signatários como um grande avanço ecológico.

Entretanto, esse acordo não era nem sequer obrigatório: era um compromisso baseado na boa vontade, um conceito totalmente abstrado nas relações internacionais, onde se supõe que cada país faça o melhor possível, sem sanções em caso de frasso. As relações entre os Estados burgueses se baseiam nas relações de Poder.

As reações internacionais tem sido, naturalmente, muito negativas, com China, Rússia e maioria dos países europeus condenando a decisão do EUA. Contudo, será o Acordo de Paris o ponto central para salvaguardar o planeta? Este acordo salvará os mares afetados pela contaminação e sobrepesca? Prevê a substituição nuclear? Este acordo aborda o assunto do desmatamento, protegendo a biodiversidade, assegurando a qualidade da água? Naturalmente, não. Este é um pacto de princípios que permite hoje aos países imperialistas apresentarem-se como defensores da Terra, ainda que contribuam cada dia com a devastação do meio ambiente e assim degradar nossas condições de vida.

 
Seg, 19 de Junho de 2017 Noticias - Internacional
Reproduzido de AND

O 19 de junho, Dia da Heroicidade, é anualmente celebrado pelo Partido Comunista do Peru (PCP) e por diversas organizações e partidos revolucionários do mundo, sendo tomado por estes como Dia Internacional dos Presos Revolucionários.

19junho

 

A origem da data remete ao ocorrido há 31 anos, em 1986, quando o gerenciamento do velho Estado peruano encabeçado por Alan García ordenava um dos mais abjetos crimes de guerra já ocorridos contra prisioneiros políticos no mundo

No 19 de junho de 1986, incapaz de impedir a resistência dos prisioneiros políticos do PCP, que converteram as prisões em Luminosas Trincheiras de Combate, o criminoso gerenciamento de García mobilizou exército, marinha, força aérea e polícia para consumar um dos mais infames genocídios da história da América Latina, ocasião que executaram o sinistro plano de eliminar os dirigentes e militantes presos nos presídios de Lurigancho, Callao e na Ilha do Frontón.

Os prisioneiros protagonizaram uma das mais heroicas resistências da história recente da América Latina, combatendo com armas precárias e improvisadas os esbirros das forças armadas reacionárias peruanas. Resistiram ao covarde bombardeio e aos fuzis da reação com altivez. Muitos tombaram em combate entoando a plenos pulmões o hino do proletariado, A Internacional. Outros, gravemente feridos e sem mais condições de se defender, foram fria e covardemente executados.

Luminosas Trincheiras de Combate

Os presos políticos e prisioneiros de guerra, acatando e aplicando a política designada pelo PCP, converteram os campos de concentração, destinados a exterminar moral e fisicamente os revolucionários peruanos, em Luminosas Trincheiras de Combate, onde, com apoio do PCP através dos organismos correspondentes, produziam e dispunham de tudo que necessitavam para viver de modo relativamente autossuficiente, como alimentos e medicamentos, derrotando o sanguinário sonho da reação de convertê-los em monte de cadáveres.

 
Sex, 16 de Junho de 2017 Noticias - Internacional

colombia

Com informações do ANDES-Sindicato Nacional
http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=8865

Cerca de 300 mil professores colombianos completaram, nesse domingo (11), um mês de greve por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Os docentes pedem um aumento fixo de 42%, a ser distribuído pelos próximos dez anos.

O presidente da Federação Colombiana de Trabalhadores da Educação (Fecode), Carlos Rivas, reforçou que a greve de professores não é só pelo aumento salarial, mas também pela melhoria das instituições e pela qualidade da educação.

Rivas indicou que “se fosse só por assuntos salariais, já teríamos decretado o final da greve.” Além disso, apontou que a Fecode voltará para as mesas de negociação quando não houver mais mediadores e quando o governo se dispuser a falar sobre a situação da educação no país.

Não é só uma questão salarial. Nós estamos exigindo alimentação, transporte e infraestrutura para as crianças. Lutamos pela qualidade da educação na Colômbia”, afirmou, a meios de imprensa locais, Carlos Rivas, presidente da Federação Colombiana de Educadores.

 
Ter, 13 de Junho de 2017 Noticias - Internacional

gn-saibaba

Reproduzimos nota traduzida pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) sobre a campanha internacional pela libertação incondicional do democrata indiano professor GN Saibaba.

“Uma delegação liderada pela esposa do professor da Universidade de Deli, G N Saibaba, Vasantha Kumari, procurou quinta-feira a intervenção da Comissão Nacional de Direitos Humanos para assegurar cuidados médicos adequados para o acadêmico encarcerado. A condição de Saibaba, atualmente alojado na cela de Anda da prisão central de Nagpur, estava deteriorando dia a dia”, disse a delegação à NHRC. Ele não consegue urinar e a dor no estômago aumentou, disse Kumari em uma carta enviada à NHRC em Nova Deli.

Saibaba foi condenado a prisão perpétua junto com outros cinco devido a ligações com maoístas sob a Lei de Prevenção Ilegal de Atrocididades (UAPA) em março.

“É motivo de grande preocupação que a condição de saúde de Saibaba está se deteriorando dia a dia. Antes de sua prisão, Saibaba estava sendo submetido a um tratamento no hospital Rockland na capital nacional “, afirmou a carta.

Os médicos lá aconselharam a cirurgia para a remoção de sua vesícula biliar, disse.

“Fazem mais de 10 semanas desde a sua prisão em 7 de março e as autoridades da prisão não estão providenciando cuidados médicos”, alegou Kumari.

A presidente da União dos Professores da Universidade de Delhi, Nandita Narain, a ativista Kalyani Menon Sen e a secretária da Plataforma Nacional para os Direitos dos Incapacitados, Muralidharan, fizeram parte da delegação.

A delegação também pediu uma intervenção imediata com o fundamento de que a Índia é signatária do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (ICCPR), da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (UNCRPD) e da Resolução 70/175 da ONU sobre Padrão Mínimo Regras para o tratamento dos prisioneiros.

“Saibaba é uma pessoa com deficiência. A UNCRPD, que a Índia também ratificou, bem como a Lei dos Direitos dos Pessoas com Deficiência, 2016 (Lei RPD) recentemente aprovada, que foi promulgada para cumprir as obrigações da Índia nos termos da referida convenção, são totalmente aplicáveis ao seu caso “, afirmou a carta.

LIBERDADE PARA O PROFESSRO G. N. SAIBABA

LIBERDADE INCONDICIONAL PARA OS PRESOS POLÍTICOS DEMOCRATAS E REVOLUCIONÁRIOS 
 

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