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Movimento Estudantil
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Seg, 24 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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Qua, 19 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Desde que o reinício das aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj foi decidido de forma autoritária pelo REItor Ruy Garcia e pelo Fórum de Diretores, sem bolsas, sem salários, sem Bilhete Único Universitário e sem bandeijão, assim como sem a menor garantia de que a situação iria melhorar num curto prazo, o movimento estudantil da universidade vem travado importantes lutas em torno da organização dos estudantes na defesa da Uerj. Cartazes, Passagens em turma, Panfletagens e uma Manifestação convocam os estudantes a Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Logo no segundo dia de aulas, na terça-feira, dia 11/04, ocorreu a Assembleia dos Estudantes de Pedagogia, onde cerca de 50 alunos puderam se reunir e discutir a mobilização no curso, bem como o atual cenário que se encontra a Uerj. Ao mesmo tempo em que se denunciava o ataque à educação pública, gratuita e que sirva ao povo surgiam propostas para mobilizar os estudantes e fazer com que o movimento estudantil da Pedagogia tomasse novo fôlego.

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No dia seguinte, 12/04, ocorreria a Assembleia Geral de Estudantes, com a participação de cerca de 200 estudantes. Logo no início da primeira Assembleia após as voltas às aulas militantes do MEPR fizeram uma fala em defesa da vida e da saúde do Presidente Gonzalo, com uma breve exposição de quem é o maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a terra e sua importância para Guerra Popular que se desenvolve no Peru.

No decorrer da Assembleia, pode-se notar um clima de muita insatisfação e a expectativa de grandes ações através de mobilizações e manifestações como formas de exigir da REItoria e do “governo” de Pezão as bolsas atrasadas, o restaurante universitário, a volta do Bilhete Único Universitário para que todos os estudantes tenham, minimamente, condições de frequentar a Uerj. Foi frisado que não bastam notas de repúdio, discussões somente entre os presentes na Assembleia sobre a grave situação da universidade, mas que o único meio de garantir o funcionamento da Uerj é mobilizando os estudantes e organizando as lutas concretas dos estudantes!

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Seg, 10 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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O que levou o Movimento Estudantil da UNIR chegar a um ponto tamanha apatia e desorganização?

Como bem sabemos, as lutas populares vivem ondas, fluxos e refluxos são uma constante nessas lutas e na UNIR não seria diferente. A vitoriosa greve de 2011 foi gestada por 6 anos, quando o movimento estudantil combativo se estabelece na universidade, lutando ferrenhamente contra a ação desmobilizadora, cínica, despolitizadora e eleitoreira de UNE/PT/PCdoB (falsa esquerda). A velha política conhecida pelos estudantes de um movimento estudantil despolitizado, festeiro, cachaceiro e de carteirinha (às vezes nem isso, como nas gestões do DCE de 2005/2006 e 2010/2011, onde pegaram o dinheiro e não as entregaram) foi rechaçada. O caminho escolhido pelos estudantes foi a construção de Assembleias Gerais, reuniões constantes de Centros Acadêmicos (CA’s) e Conselho de Entidades de Base (CEB) politizados em torno dos problemas da educação, eventos, manifestações combativas, ocupações de reitoria, panfletagens, passagens em sala e construções de CA’s.

Com a ressaca da greve estudantil de 2011, saída de líderes importantes de vários cursos, apertos de calendários, uma fatídica greve de pijama em 2012 e até mesmo um “aguardar de resultados” das conquistas da greve de 2011 deram espaço para uma “tranquilidade”, permitindo assim que urubus policialescos, antigos conhecidos e rechaçados pelo Movimento Estudantil da UNIR tomassem sua direção.

A ação do oportunismo na universidade atingiu seu ápice nas duas últimas gestões do DCE(Banzeiros), expresso de forma concentrada em seu dirigente principal. A prática extremamente burocrática, completamente institucional, fazendo movimento estudantil “de ofício”, excluindo qualquer debate aprofundado que mobilizasse os estudantes, mesmo em tempo de ataques ferrenhos à educação (ataques a PIBID e PIBIC, PEC 55, REFORMA DO ENSINO MÉDIO, etc). Autoritarismo e sectarismo por parte do coordenador geral das duas gestões se tornaram o  modus operanti da entidade. Além de levar a um afastamento dos integrantes mais honestos da gestão,todas essas ações levaram a uma total desmobilização, despolitização e desarticulação do ME na UNIR. Resultados cabais dessa prática rasteira são os baixos índices de votantes nas eleições das entidades, participantes em assembleias, CA’s e DA’s desmantelados, CEBs como o de dezembro de 2016, totalmente burocráticos e nossa pífia representatividade nos conselhos superiores. Dessa forma, os que não confiam na luta das massas as acusam de inertes, desinteressadas e pacifistas. Logo, restariam apenas a algumas mentes “brilhantes e capazes” dirigirem as entidades e pretensiosamente impedirem os estudantes de lutar.

 

Vemos agora o resultado desse processo desembocar no mesmo mar de lama que sempre denunciamos ser o destino dos que dirigem e se guiam por esse caminho burocrático e carreirista no movimento estudantil. Cargo político em prefeitura, defesa aberta de partidos eleitoreiros, trampolim político e por aí vai… a mesma canalhice eleitoreira de sempre, a mesma prática da UNE e seus grupelhos, só que agora pintada de azul.  Com mais esse desmascaramento, se abre o caminho da luta SEM ILUSÕES!

 
Qua, 05 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No fim de 2016, seguindo o espírito revolucionário das ocupações da juventude combatente, estudantes e professores do Vale do São Francisco se reuniram para celebrar o natalício do Presidente Mao, e conhecer a importância deste grande chefe do proletariado internacional.

Houve debate com exposição de ativistas da Unidade Vermelha, Movimento Feminino Popular e Movimento Estudantil Popular Revolucionário; além de vídeos, músicas e um brinde ao nascimento do Presidente Mao!

 
Seg, 03 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

No dia 28/03, estudantes secundaristas e militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário - MEPR, organizaram um combativo ato nas ruas e avenidas centrais da cidade de Niterói. A manifestação foi parte das atividades do Dia do Estudante Combatente, também como uma forma de manter viva e a memória e a luta de Edson Luís, Benedito Frazão e toda juventude revolucionária que se levantou contra o regime militar fascista.

Exaltando Edson Luís, como o primeiro estudante morto pelo regime militar, os estudantes confeccionaram uma grande faixa com os dizeres “Rebelião contra os ataques à educação! Viva Edson Luís!” assinado pelo CEPLIM - Colégio Estadual Pinto Lima e pelo MEPR.

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Na preparação da manifestação, ocorrida nas duas semanas que antecederam, organizou-se uma série de panfletagens, colagem de cartazes, passagens e turma e uma assembleia que definiu o trajeto, local e horário da manifestação.

O ato percorreu as ruas da região e contou com o apoio de vários trabalhadores que saiam do serviço. Palavras de ordem denunciavam a situação caótica do ensino público, os ataques à educação e também lembrando e exaltando a resistência ao regime militar fascista e sua mais alta expressão, a guerrilha do Araguaia, e exigindo punição para os fascistas do regime militar.

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Os estudantes, ao passarem pelo terminal rodoviário de Niterói, aproveitaram para denunciar o absurdo aumento da passagem e fizeram um chamado a população a não aceitar a carestia de vida e rebelar-se.

Ao final do ato, depois de percorrerem todo o terminal, uma fala explicou o motivo do ato, relembrando a figura de Edson Luís e de toda juventude que combateu o regime militar fascista, denunciando os diversos ataques à educação e propagadeando o caminho trilhado pelos estudantes no ano passado que, através das ocupações, vêm conseguindo impôr duras derrotas no gerenciamento de Temer (PMDB).

Rebelião contra os ataques à educação!

Ir ao combate sem temer! Ousar lutar, ousar vencer!

Companheiro Edson Luís: Presente na luta!

Cadeia já para os fascistas do regime militar!

 
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Qua, 29 de Março de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia participa da Campanha Internacional
em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo.

Nos dias 18 e 19 de março ocorreu presencialmente a reunião da ExNEPe na Universidade de Pernambuco – UPE/Petrolina. Foi uma grande vitória ter realizado esta reunião deliberada em dezembro do ano passado em Maceió/Alagoas. Essa é a demonstração da luta por impulsionar o funcionamento das Executivas de curso e consolidar o movimento estudantil de Pedagogia como a vanguarda do movimento estudantil brasileiro. O ponto ápice da reunião foi a adesão da ExNEPe à campanha internacional em defesa da vida e saúde do maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a face da terra, o Presidente Gonzalo.

Estiveram presentes as Executivas Mineira, Rondoniense, Baiana e a própria Comissão Organizadora local do 37º Encontro Nacional, que tem dado uma lição de compromisso com o Movimento Estudantil de Pedagogia. Tiveram representantes que passaram dias na estrada de carro, ônibus ou horas no aeroporto. Devemos nos mirar nestes exemplos para fazer avançar a organização dos estudantes de Pedagogia a nível nacional.
 
Seg, 27 de Março de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

No dia 22 de março o Centro Acadêmico de Pedagogia Zenildo Gomes (CAPED) da UNIR – Porto Velho realizou uma atividade de recepção aos calouros do curso. Cerca de 50 estudantes participaram da atividade, sendo a maioria estudantes do 1º período, mas estudantes dos demais períodos também marcaram presença.

A abertura foi feita pela coordenadora geral do CAPED que brevemente falou da situação atual de ataques à educação e aos direitos do povo pelo velho Estado brasileiro, a importância do Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) nas lutas em defesa do ensino público e seu caráter independente e, as conquistas do movimento estudantil independente e combativo da UNIR. Em seguida foi exibido o documentário curta-metragem sobre a histórica e vitoriosa Greve de Ocupação da UNIR em 2011, que teve como principal conquista a renúncia do então REItor, o fascista e corrupto Januário Amaral.

Após a exibição do vídeo, a professora Marilsa de Souza (Departamento de Ciências da Educação da UNIR) fez uma sucinta palestra, atendendo ao convite da organização do evento. Em sua fala a professora discorreu sobre o caráter da educação em um país dominado pelo imperialismo como o Brasil; as bases econômica, política e ideológica dessa dominação; o atual e acelerado processo de sucateamento da educação pública e a crescente privatização, citando exemplos de países onde já não existe educação pública, como o caso do Chile. Além disso, a professora apontou que atualmente 75% das matrículas de estudantes do ensino superior no Brasil estão em universidades privadas e essas encontram-se sobre o controle de grandes grupos monopolistas estrangeiros, principalmente ianques, como Kroton (EUA), Laureate International Universities (EUA), Apollo Education (EUA), etc. A professora finalizou sua palestra ressaltando a importância da defesa do direito democrático do povo de ter uma educação pública, gratuita e que sirva a seus interesses.

Ao final da palestra, diversos estudantes fizeram perguntas e manifestaram concordância com o conteúdo exposto tanto no vídeo como na palestra, encerrando a atividade num clima de bastante entusiasmo e decisão de defender a educação pública. Todo o evento manifestou um flagrante contraste com a prática semifeudal dos “trotes” degradantes ainda muito frequentes nas universidades brasileiras, prática essa que será abolida tão logo avancem as lutas e a politização dos estudantes universitários.

 
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Dom, 26 de Março de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Neste dia 28 de março completarão-se 49 anos do assassinato do primeiro estudante morto pelo regime militar fascista, Edson Luís, na cidade do Rio de Janeiro no Restaurante Central dos Estudantes, conhecido como Calabouço. Desde o ocorrido, o dia 28 de março ficou marcado pelos estudantes brasileiros como o dia do Estudante Combatente, uma forma de relembrar este e todos os crimes praticados pelos fascínoras do regime militar fascista, fruto do golpe militar de 1º de abril de 1964, efetuado pelo reacionário exército brasileiro a mando do imperialismo ianque como uma forma de tentar deter o avanço da situação revolucionária naquela época. Como parte da Juventude Combatente, nós, do Movimento Estudantil Popular Revolucionário levantamos nossas vozes em todo dia 28 de março para seguir na mesma luta contra o velho estado burguês-latifundiário, levantando as pautas do movimento estudantil em defesa do nosso direito a estudar e aprender e apontando o caminho da Revolução Democrática Ininterrupta ao Socialismo como forma de resolver completamente os problemas que assolam o nosso povo diariamente.

Repercutiremos em nosso site a arte de um panfleto distribuído em colégios do Rio de Janeiro e de Niterói, convocando para um ato no próximo dia 28 de março, terça-feira, 16 horas no CEPLIM - Niterói.

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Aproveitamos também para repostar a matéria publicada na edição de nº 10 do Jornal Estudantes do Povo, intitulada "41 anos depois, a Edson Luís Saudações Revolucionárias!".


41 ANOS DEPOIS, A EDSON LUÍS SAUDAÇÕES REVOLUCIONÁRIAS!

Edson Luís de Lima Souto nasceu em Belém do Pará, no dia 24 de fevereiro de 1950.

Oriundo de uma típica família pobre paraense iniciou seus estudos na escola estadual Augusto Meira, aonde concluiu o ensino fundamental. Devido à ausência de opções de ensino na sua região mudou-se então para o Rio de Janeiro a fim de cursar o ensino médio no Instituto Cooperativo de Ensino que funcionava no Restaurante Central dos Estudantes, mais conhecido como “Calabouço”.

O Calabouço (apelido dado devido à lenda de que ali teria existido uma prisão de escravos) foi fundado em 1951 na sede histórica da UNE, no bairro do Flamengo, mas logo no ano seguinte foi transferido para as proximidades do aeroporto Santos Dumont exatamente no centro da cidade. Apesar de formalmente administrado pelo ministério da educação era a própria União Metropolitana dos Estudantes (entidade secundarista) quem geria o local. Desde então, e particularmente durante o ascenso de manifestações da década de 60, a história daquele singelo lugar fundiu-se definitivamente com a história do levante da juventude. Manifestações contra o aumento das refeições, a favor da educação pública e contra o regime militar encontravam ali um verdadeiro centro de preparação e mobilização.

E, claro, seria inevitável que no meio de tão intenso ambiente o jovem Edson se encontrasse com aquele audacioso movimento estudantil, como tantos e tantos jovens de sua geração. Apesar de não ter chegado a ser uma liderança, Edson Luis nunca abandonou ou hesitou em estar ao lado dos seus colegas sendo um bom exemplo do espírito combativo do conjunto daquela juventude. Ajudava colando cartazes e jornais nos murais, assistindo aos comícios, enfim, porque compreendia muito bem a justeza daquela luta.

Mas um dia, repentinamente, veio ligar seu nome à história.

 
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Seg, 13 de Março de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

 

No dia 9 de março ocorreu uma Assembleia Geral de estudantes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj. Nela foi discutida a organização de lutas em defesa da universidade, importante pauta para dar resposta à situação desesperadora que atravessa a Universidade, que no último dia 6, segunda-feira, foi palco de um grave acidente no qual um elevador caiu do terceiro andar, acidentando uma trabalhadora.

Mais do que falar da situação já conhecida de fechamento da universidade por falta de repasse por parte do “governo” do Estado, os cerca de 60 estudantes presentes ressaltaram a necessidade de prosseguir organizando a luta em defesa da universidade, avançando principalmente no ponto de organização dos estudantes. Os presentes se comprometeram fazer acontecer atividades que sirvam para demonstrar para a população a situação e envolvê-la na luta concreta pela educação e saúde públicas.

São mais de 30 mil estudantes há três meses sem aula, o Hospital Universitário, que deixou de realizar cirurgias por falta de recursos mínimos, e também não está atendendo a população, professores, funcionários técnicos e terceirizados com salários astrasados, além de inúmeras atividades (como cursos de línguas, estágios e outros), que estão sendo prejudicados pelo total descaso de Pezão - PMDB, bem como do governo federal de Temer, que aplica a mesma política antipovo a nível nacional.

 

Panfleto distribuido denunciando a situação da Uerj e chamando a maiores lutas!

Panfleto distribuído por ativistas do MEPR

Foi feita também uma agitação em torno da necessidade de os estudantes independentes tomarem para si a tarefa de organizar esta luta. Seria um erro esperar que o atual DCE (PT/Pecedobê) tivesse qualquer atitude no sentido de impulsionar e dar massividade à luta pela defesa da Uerj, estes já demonstraram que seus interesses são o de ser meros porta-vozes de REItoria e governo e de imobilizar o movimento estudantil combativo.

É, portanto, dever de cada estudante tomar parte ativa nesta luta que já se iniciou e que conta com apoio de toda população carioca, bem como de todos estudantes, professores e de todo povo de todo país. A Uerj deve ser ponta de lança na luta contra os ataques à educação e servir de exemplo nacional de resistência!

Calendário de atividades:

13/03 - Panfletagem nas ruas ao redor da Uerj denunciando a situação

15/03 - Ato contra a Reforma da Previdência - 16 hrs - Concentração na Candelária

23/03 - Ato na casa do Pezão - 17 hrs - Concentração na saída do metrô de Antero de Quental

COMBATER E RESISTIR CONTRA O FECHAMENTO DA UERJ!

 
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