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Movimento Estudantil
Sex, 19 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No final da tarde da última quinta-feira (18/05), no Terminal de Ônibus do Centro de Porto Velho, ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizaram uma vigorosa panfletagem de apoio aos camponeses de Rondônia e à Liga dos Camponeses Pobres. Os estudantes do povo fizeram intensa agitação ao megafone denunciando os crimes do latifúndio e seu velho Estado contra os camponeses, e reafirmando a necessidade e a justeza da luta camponesa combativa e sem ilusões com o velho Estado.

Um ponto de destaque foi a denúncia da ameaça de despejo das áreas Canaã, Raio do Sol e Renato Nathan 2, utilizando inclusive o Exército reacionário. Os estudantes expuseram o absurdo de tal decisão e a conivência do INCRA em relação aos latifundiários grileiros, já que o INCRA que deveria fazer reforma agrária não tem regularizado as posses dos camponeses e assim deixam o caminho livre pros verdadeiros ladrões de terras: os latifundiários.

 
Sex, 19 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No dia 13 de maio os estudantes do povo de Goiânia se reuniram para celebrar a importante Batalha de Cachoeirinha e propagandear a revolução democrática agrária como primeiro passo do verdadeiro caminho para a transformação da realidade do povo brasileiro.

A Batalha de Cachoeirinha ocorreu em 1967 quando latifundiários tomaram à força as terras de posseiros e quilombolas que residiam no norte de Minas Gerais. A desocupação violenta foi legalizada e apoiada pelo Estado. Em pleno regime militar, que se iniciara em 1964, os latifundiários foram encorajados a se assenhorarem das terras dos camponeses posseiros através da grilagem. Esse processo contaria com validação jurídica dada pelo judiciário e também com a permissão do uso da violência privada e também das forças do Estado que abertamente colaboravam com os ataques às terras camponesas em prol de grileiros. Essa é uma das facetas da chamada modernização conservadora no campo brasileiro que fortaleceu o latifúndio – renovando-o através de gordos e vultosos incentivos estatais – e reforçou o capitalismo burocrático no país.

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Ter, 16 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Manifestamos nosso apoio e solidariedade aos estudantes perseguidos políticos na USP de São Carlos!

 

O Movimento Estudantil Popular Revolucionário registra e envia sua solidariedade aos estudantes da USP de São Carlos que estão sofrendo processo administrativo pela REItoria, contando possibilidade de “eliminação” (expulsão), por participarem da justa e legítima ocupação da prefeitura do campus entre Março e Abril de 2017.

Conforme denunciado pelo jornal A Nova Democracia, o Reitor Marco Antônio Zago instaurou um Processo Administrativo Disciplinar contra 9 estudantes que participaram da ocupação exigindo melhorias no alojamento e fim das perseguições, entre outras questões. A ocupação foi encerrada após acordo que previa justamente que não haveria qualquer punição aos envolvidos, sendo inclusive atestada a integridade do prédio.

No processo, os estudantes são acusados de maneira esdrúxula de não “agir de forma compatível com a moralidade e a integridade acadêmica”, “pertubar os trabalhos escolares e funcionamento da Universidade de São Paulo” e etc. Estas acusações são baseadas no Regimento Geral e Código de Ética da USP, que datam da época do Regime Militar Fascista de 64.

Essass acusações absurdas estão em consonância com procedimentos típicos do decreto 477 da mesma época e que ficou conhecido como AI-5 dos estudantes, no qual feria a autonomia dos estudantes pelo impedimento da liberdade de expressão e de sua organização dentro das escolas e universidades sem que houvesse ingerência do estado ou da gestão.

Naquele contexto de extremo autoritarismo por parte dos milicos, eram adotados mecanismos policialescos de interrogatórios de modo a intimar estudantes, “um a um”, a prestarem esclarecimentos sobre suas funções e ações políticas. Hoje, uma REItoria fascista se baseia numa legislação ultrapassada e arquireacionária para perseguir, intimidar e até expulsar estudantes que estão legitimamente lutando por seus direitos e por melhorias na universidade.

Por isto, enviamos todo nosso apoio aos companheiros perseguidos políticos da USP de São Carlos!

Fascistas, não passarão!
Lutar não é crime!

 

REBELAR-SE É JUSTO!

 
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Dom, 14 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Carta de Belo Horizonte – Reunião da ExNEPe

 

Companheiras e companheiros, todos ao 37º ENEPe em Petrolina!

 

Saudação às estudantes de Pedagogia de todo o Brasil!

 

Vivemos momentos importantíssimos em nosso país. O governo Temer (PMDB/PSDB) e sua quadrilha (DEM, PP, PSD, etc) preparam o maior ataque das últimas décadas aos direitos do povo brasileiro. Direitos esses que foram conquistados com muita luta da classe operária e do campesinato. As contra-reformas da previdência e trabalhista visam destruir esses direitos para aumentar a exploração sobre o povo e a sangria das riquezas de nossa nação.

 

O poder Judiciário ultra-reacionário, sob a falsa capa de combate a corrupção, na verdade cumpre as ordens do imperialismo, principalmente norte-americano, e com as ameaça de prisão de altos elementos da “classe política” chantageia esse Congresso de bandidos a aprovarem em regime de urgência essas contra-reformas. O poder judiciário é podre, assim como o legislativo e o executivo, três podres poderes atolados até o pescoço na lama da corrupção. Por isso, o poder judiciário não quer por fim à corrupção no país, quer apenas dar uma imagem de moralidade a esse velho Estado completamente carcomido. Esse judiciário supostamente defensor da “ética e dos bons costumes”, foi o mesmo poder que na semana passada considerou legal a cobrança de mensalidade em cursos de pós-graduação das universidades públicas. É a sanção do STF à privatização das universidades brasileiras!

 

O governo fantoche de Temer segue, da mesma forma, seus ataques contra a educação. No ano passado aprovou a PEC 55 de redução dos gastos em educação e saúde; impôs uma reforma do ensino médio demagógica que visa, na verdade, sucatear ainda mais o ensino no país. Agora prepara novos ataques com o seu projeto de BNCC que aprofunda o esvaziamento do caráter científico da educação e de quebra irá procurar legalizar projetos reacionários do tipo “escola sem partido”. Paralelo a isso temos as reformas curriculares dos cursos de pedagogia que apontam para adequar nossa formação acadêmica para exercermos nossa profissão como meros “dadores de aula”.

 
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Qui, 04 de Maio de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

 

No dia 04 de Abril foi realizado um debate sobre a reforma da previdência na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Entendendo a importância de se informar e tomar medidas contra as patranhas do governo federal, os estudantes receberam prontamente a proposta da realização do debate.
Para compor a mesa, estavam presentes o professor do município Antônio Gonçalves, presidente do SIMSED e também do professor de história da UFG David Maciel, além de um militante do MEPR. O evento que durou cerca de duas horas e meia conseguiu aparar arestas e falácias no que se referia às discussões da reforma da previdência, demonstrando por A + B que além de desnecessária, esta reforma têm como objetivo manter a mordomia dos parasitas do velho Estado enquanto todo o povo trabalhador sofre. O debate contou a presença de militantes de direita da engenharia, porém sem quaisquer argumentos minimamente coerentes, saíram de cabeça baixa ao ver que a própria massa de estudantes não os levava a sério. Nem ao menos esperaram os contra-argumentos.

Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.
Com as reformas que o governo vêm implementando, mais e mais parcelas de estudantes têm entendido a importância de se juntar à luta.
Saudamos a todas e todos estudantes que participaram deste debate que pode deslindar campos em um setor de estudantes que são tomados como reacionários por outros estudantes.

 

 
 
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Seg, 24 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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Qua, 19 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Desde que o reinício das aulas na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - Uerj foi decidido de forma autoritária pelo REItor Ruy Garcia e pelo Fórum de Diretores, sem bolsas, sem salários, sem Bilhete Único Universitário e sem bandeijão, assim como sem a menor garantia de que a situação iria melhorar num curto prazo, o movimento estudantil da universidade vem travado importantes lutas em torno da organização dos estudantes na defesa da Uerj. Cartazes, Passagens em turma, Panfletagens e uma Manifestação convocam os estudantes a Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Logo no segundo dia de aulas, na terça-feira, dia 11/04, ocorreu a Assembleia dos Estudantes de Pedagogia, onde cerca de 50 alunos puderam se reunir e discutir a mobilização no curso, bem como o atual cenário que se encontra a Uerj. Ao mesmo tempo em que se denunciava o ataque à educação pública, gratuita e que sirva ao povo surgiam propostas para mobilizar os estudantes e fazer com que o movimento estudantil da Pedagogia tomasse novo fôlego.

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No dia seguinte, 12/04, ocorreria a Assembleia Geral de Estudantes, com a participação de cerca de 200 estudantes. Logo no início da primeira Assembleia após as voltas às aulas militantes do MEPR fizeram uma fala em defesa da vida e da saúde do Presidente Gonzalo, com uma breve exposição de quem é o maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a terra e sua importância para Guerra Popular que se desenvolve no Peru.

No decorrer da Assembleia, pode-se notar um clima de muita insatisfação e a expectativa de grandes ações através de mobilizações e manifestações como formas de exigir da REItoria e do “governo” de Pezão as bolsas atrasadas, o restaurante universitário, a volta do Bilhete Único Universitário para que todos os estudantes tenham, minimamente, condições de frequentar a Uerj. Foi frisado que não bastam notas de repúdio, discussões somente entre os presentes na Assembleia sobre a grave situação da universidade, mas que o único meio de garantir o funcionamento da Uerj é mobilizando os estudantes e organizando as lutas concretas dos estudantes!

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Seg, 10 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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O que levou o Movimento Estudantil da UNIR chegar a um ponto tamanha apatia e desorganização?

Como bem sabemos, as lutas populares vivem ondas, fluxos e refluxos são uma constante nessas lutas e na UNIR não seria diferente. A vitoriosa greve de 2011 foi gestada por 6 anos, quando o movimento estudantil combativo se estabelece na universidade, lutando ferrenhamente contra a ação desmobilizadora, cínica, despolitizadora e eleitoreira de UNE/PT/PCdoB (falsa esquerda). A velha política conhecida pelos estudantes de um movimento estudantil despolitizado, festeiro, cachaceiro e de carteirinha (às vezes nem isso, como nas gestões do DCE de 2005/2006 e 2010/2011, onde pegaram o dinheiro e não as entregaram) foi rechaçada. O caminho escolhido pelos estudantes foi a construção de Assembleias Gerais, reuniões constantes de Centros Acadêmicos (CA’s) e Conselho de Entidades de Base (CEB) politizados em torno dos problemas da educação, eventos, manifestações combativas, ocupações de reitoria, panfletagens, passagens em sala e construções de CA’s.

Com a ressaca da greve estudantil de 2011, saída de líderes importantes de vários cursos, apertos de calendários, uma fatídica greve de pijama em 2012 e até mesmo um “aguardar de resultados” das conquistas da greve de 2011 deram espaço para uma “tranquilidade”, permitindo assim que urubus policialescos, antigos conhecidos e rechaçados pelo Movimento Estudantil da UNIR tomassem sua direção.

A ação do oportunismo na universidade atingiu seu ápice nas duas últimas gestões do DCE(Banzeiros), expresso de forma concentrada em seu dirigente principal. A prática extremamente burocrática, completamente institucional, fazendo movimento estudantil “de ofício”, excluindo qualquer debate aprofundado que mobilizasse os estudantes, mesmo em tempo de ataques ferrenhos à educação (ataques a PIBID e PIBIC, PEC 55, REFORMA DO ENSINO MÉDIO, etc). Autoritarismo e sectarismo por parte do coordenador geral das duas gestões se tornaram o  modus operanti da entidade. Além de levar a um afastamento dos integrantes mais honestos da gestão,todas essas ações levaram a uma total desmobilização, despolitização e desarticulação do ME na UNIR. Resultados cabais dessa prática rasteira são os baixos índices de votantes nas eleições das entidades, participantes em assembleias, CA’s e DA’s desmantelados, CEBs como o de dezembro de 2016, totalmente burocráticos e nossa pífia representatividade nos conselhos superiores. Dessa forma, os que não confiam na luta das massas as acusam de inertes, desinteressadas e pacifistas. Logo, restariam apenas a algumas mentes “brilhantes e capazes” dirigirem as entidades e pretensiosamente impedirem os estudantes de lutar.

 

Vemos agora o resultado desse processo desembocar no mesmo mar de lama que sempre denunciamos ser o destino dos que dirigem e se guiam por esse caminho burocrático e carreirista no movimento estudantil. Cargo político em prefeitura, defesa aberta de partidos eleitoreiros, trampolim político e por aí vai… a mesma canalhice eleitoreira de sempre, a mesma prática da UNE e seus grupelhos, só que agora pintada de azul.  Com mais esse desmascaramento, se abre o caminho da luta SEM ILUSÕES!

 
Qua, 05 de Abril de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No fim de 2016, seguindo o espírito revolucionário das ocupações da juventude combatente, estudantes e professores do Vale do São Francisco se reuniram para celebrar o natalício do Presidente Mao, e conhecer a importância deste grande chefe do proletariado internacional.

Houve debate com exposição de ativistas da Unidade Vermelha, Movimento Feminino Popular e Movimento Estudantil Popular Revolucionário; além de vídeos, músicas e um brinde ao nascimento do Presidente Mao!

 

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