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Movimento Estudantil
Qua, 20 de Setembro de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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O povo brasileiro nunca esteve em uma situação tão caótica quanto agora. Os "governos" a nível municipal, estadual e federal sangram estudantes e trabalhadores com uma ferocidade inaudita. O mais recente projeto nefasto do governo facínora de Marconi Perillo (PSDB) prevê o fim da meia passagem para estudantes em Goiás, o que mostra que quem manda aqui são realmente os empresários do alto capital. O gerenciamento estadual e o monopólio dos trasnportes sempre tentaram imputar ao meio passe-livre estudantil a culpa pelos abusivos aumentos das tarifas que vêm ocorrendo nos últimos anos. Em 2014 foram 10 centavos de aumento, em 2015 foram mais 50 centavos, e em 2016 foram mais 40 centavos, totalizando hoje uma passagem no valor de R$ 3,70. Isso prova que bastou as manifestações cessarem para que a classe parasita estendesse mais ainda suas garras ao dinheiro do povo trabalhador. Esses aumentos nunca foram devidamente justificados, pois, além de serem acima da inflação, ainda não houve nenhuma melhora da frota de ônibus ou expansão dos programas do transporte público, pelo contrário: os ônibus estão cada vez mais escassos, mais precarizados e menos seguros.

Várias conquistas das lutas de 2013 foram retiradas, como o programa “Ganha Tempo” que garantia integração nas linhas de ônibus e houve um aumento da burocracia para cadastramento dos benefícios. O estudante precisa se recadastrar de 2 a 3 vezes por ano para que tenha acesso aos benefícios, artifício utilizado para que várias pessoas percam a data e fiquem sem o seu direito garantido, a fim de aumentar os lucros dos empresários. Este recadastramento de nada vale para comprovar o direito dos estudantes, visto que os benefícios só são repassados quando as instituições enviam o comprovante de matrícula dos alunos e alunas.

O estudante que já possui acesso dificultado ao ensino sofrerá ainda mais, pois terá que pagar dobrado em passagens complementares ao já escasso “passe livre”. Desde sempre é negada à juventude goiana, em particular, e à juventude brasileira, em geral, o direito de acesso ao lazer e à cultura, pois além da máfia do transporte limitar a rota que os estudantes podem fazer, limitar o número de passagens por dia, nunca permitiram que os estudantes recarregassem seu meio passe no período que suas instituições estavam de férias. Estudantes que quisessem se locomover tinham que colocar centenas de créditos pois ficavam meses sem poder recarregar a carteirinha, sem dizer que não cai passe livre no período de férias. Agora até mesmo o direito a ir para a escola e para o trabalho será negado à juventude pobre. Se os benefícios estudantis supostamente fizeram aumentar o preço da tarifa, onde está a redução da tarifa agora que o benefício é retirado? Onde está a melhoria da frota de ônibus?
 
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Ter, 12 de Setembro de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

No mês de Agosto, a reitoria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) realizou audiências públicas em todos os campus da UNIFESP,  revelando para os estudantes os cortes que a gerência Temer vem fazendo no orçamento do PNAES (Plano Nacional de Auxílio Estudantil). Segundo a reitoria, há garantia de pagamento das bolsas para estudantes em vulnerabilidade socioeconômica somente até o final do ano, e ano que vem, com o orçamento previsto, já não seria mais possível pagar todas as bolsas integralmente. A proposta da reitoria é ir cortando aos poucos dos estudantes em “menor vulnerabilidade”, como os de Perfil V e IV do auxílio PAPE (Programa Auxílio para Estudantes), além de possíveis cortes no subsídio para todos os estudantes no Restaurante Universitário.  

Vivemos o impacto da política de ataque às universidades e escolas públicas pelo gerenciamento do bandido Michel Temer (PMDB) e sua quadrilha, que à mando do imperialismo principalmente ianque dão continuidade e aprofundam a política de sucateamento e privatização do ensino público aplicada pelos gerenciamentos anteriores de Luiz Inácio e Dilma (PT) e FHC (PSDB). As propostas do Banco Mundial e do FMI vem sendo implementadas sem tirar nem por, propostas estas que querem às custas do povo brasileiro enriquecer os bolsos de grandes burgueses e ensinar de maneira acrítica e tecnicista milhões de jovens e estudantes para facilitar o desenvolvimento de uma mão-de-obra barata para trabalhar em seus latifúndios e fábricas como animais. 

Na esteira desses e outros ataques aos direitos do povo brasileiro pelo velho Estado, o Poder Judiciário dá sua chancela e cobertura legal a todas essas medidas. Expressão disso é a recente aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da cobrança de taxas e mensalidades para cursos de especialização em universidades públicas, abrindo a porteira para a onda de privatização planejada pelo velho Estado burguês-latifundiário.  

 
Ter, 12 de Setembro de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Na última semana ocorreram três atividades que discutiram a atualidade da questão agrária no nosso país e a importância do apoio decidido de estudantes aos camponeses pobres em luta pela conquista da terra e destruição do latifúndio.

Na Uerj e na UFF, nos dias 4 e 5 de setembro, ocorreram a exibição do documentário lançado pelo Jornal A Nova Democracia “Terra e Sangue: Bastidores do Massacre de Pau D’Arco” e um debate com a presença de representantes do Cebraspo - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos, do Conselho Editorial do Jornal a Nova Democracia e um representante da Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres. O debate da UFF contou ainda com a presença de uma professora de Ciências Sociais. Na mesma semana, realizou-se ainda a exibição do documentário num colégio secundarista localizado na Tijuca.

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Seg, 04 de Setembro de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Resposta do MEPR e da UV-LJR à UJC:

UJC-reformista e seus devaneios eleitoreiros na Pedagogia

 

Qual é o critério que permite determinar se um jovem é ou não revolucionário? Apenas existe um critério: verificar se esse jovem quer ou não ligar-se às grandes massas operárias e camponesas e se, efetivamente, se liga a elas. Se ele quer ligar-se aos operários e camponeses, e se o faz, efetivamente, então é um revolucionário; no caso contrário, é um não revolucionário ou contrarrevolucionário. Se hoje ele se liga às massas de operários e camponeses, hoje ele é um revolucionário. Mas se amanhã ele deixar de ligar-se a elas ou passar a oprimir as pessoas simples do povo, então será um não revolucionário ou um contrarrevolucionário.

(Presidente Mao Tsetung, A orientação do movimento da juventude, 1939)

 

Recentemente, a UJC, apêndice do PCBrasileiro, atacou o MEPR de burocratismo e oportunismo, numa nota na qual dizem fazer um balanço sobre o 37º ENEPe, realizado em julho de 2017 na cidade de Petrolina (PE). Na introdução de sua nota, esses reformistas fazem um breve retrospecto da história de luta na pedagogia relatando a ruptura com a Une em 2004 e a ocupação do MEC em Brasília, em 2006. Da parte da UJC, a acusação de “burocratismo” ao MEPR é no mínimo risível, afinal, onde estavam eles durante a referida ocupação do MEC em 2006? Possivelmente em alguma salinha de departamento de alguma universidade, pois nessa manifestação eles não estavam não! Esses revisionistas nem conhecem essa história direito, nem sabem que nessa ocupação do MEC houve confronto com a Polícia, que houveram prisões e processos que só foram encerrados recentemente, no primeiro semestre de 2017. Senhores burocratas de gabinete, vocês sabem quem foram os presos, quem foram os processados? Todos eram militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário.

 

Os revisionistas da UJC, que acusam o MEPR de oportunismo, em sua “breve história da pedagogia”, relatam a ruptura com a Une, em 2004, mas onde estavam eles naquele momento? Na Une, ora bolas! Estavam lá na Une governista, transformada em sub-secretaria do MEC. E não poderia ser diferente, pois em 2002, o PCBrasileiro, aliado ao PT e ao Pecedobê, ajudou, com muito poucos votos é verdade, a eleger Lula a presidente da república. Ajudaram a eleger o Lula que havia escrito a famosa “carta aos banqueiros”, onde se comprometia, caso eleito, a cumprir religiosamente o pagamento dos juros da dívida externa ao FMI e ao monopólio financeiro internacional. Lá estavam eles no congresso da Une em 2003, por isso não sabem nada do que ocorria na luta da pedagogia, por isso não sabem que foi o histórico ENEPe de Natal/RN, de 2004, que aprovou o rompimento com o governismo; não sabem nada das prisões, dos processos de 2006; não sabem, também, que o ministro da educação que mandou prender os estudantes da pedagogia em 2006 era Fernando Haddad. Sabem, porém, que talvez este seja o candidato do PT nas eleições de 2018 e que, muito provavelmente, contará com o apoio dessa sigla oportunista eleitoreira.

 

E a UJC não só estava na Une em 2003, em 2005, etc..., como continua lá até hoje, referendando as posições da UJS-Pecedobê. Oportunistas são aqueles que querem aprovar o retorno do movimento estudantil da Pedagogia para essa falida entidade. Queriam isso no 37º ENEPe, mas foram rotundamente derrotados, e nem sequer tiveram coragem de apresentar essa proposta na plenária. Mas se alguém se der ao trabalho de ler a tese da UJC ao 55º Congresso da Une, verá que dentre as propostas deles está “fortalecer a Une através das Executivas e Federações de curso”. O que eles querem, portanto, é que a pedagogia retorne ao pântano da Une e se converta em um trampolim eleitoral para seus futuros candidatos-derrotados da próxima farsa eleitoral.

 

Revisionista calejado, reformista escolado e obstinado eleitoreiro – esse é o PCBrasileiro e a UJC; aí reclamam que o MEPR os tratam como se fossem iguais ao Pecedobê e a UJS. Iguais não, mas para usar um termo caro aos lukacsianos (ou heideggerianos?) são “ontologicamente” quase-idênticos. Utilizam-se do nome de comunistas, do símbolo da foice e o martelo para enganar e iludir a juventude rebelde. No entanto, essas direções nada têm de comunistas! A UJC se esforça para dizer que não é reformista, no entanto, o programa “estratégico” do PCBrasileiro é uma cópia do programa “socialista” do Pecedobê. Isso porque, na verdade, essas duas siglas copiam o programa revisionista do restaurador do capitalismo na URSS, isto é, o programa do traidor Nikita Kruschov, que defende, justamente, a tese máxima do reformismo: a crença em uma “transição pacífica” do capitalismo para o socialismo.

 

 
Seg, 04 de Setembro de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

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No último dia 08 de agosto, terça-feira, O Movimento Estudantil Popular Revolucionário realizou uma brigada de venda da 19ª edição do Jornal dos Estudantes do Povo. A atividade ocorreu em Juazeiro-BA (Vale do São Francisco) em um aulão de pré-vestibular para alunos da rede pública e particular que ocorreu no auditório da Universidade do Vale do São Francisco (UNIVASF). A principal tarefa da juventude revolucionária nesse dia foi apontar sobre a grave situação política e econômica do País, denunciar a ofensiva privatista do Estado nas universidades públicas para estudantes e professores presentes no evento e por fim propagandear a Revolução de Nova Democracia como único meio de barrar todos os ataques à educação brasileira e aos direitos do povo.  

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Qua, 23 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Divulgamos a seguir dois cartazes com o convite para o debate com o tema "Abaixo a criminalização do movimento camponês! Viva a luta pela terra!". Serão dois debates que ocorrerão na próxima semana, dia 04/09, segunda-feira, na Uerj, 18 horas no auditório 91, 9º andar, e dia 05/09, terça-feira, na UFF, 18 horas, campus gragoatá, bloco O.

 

 

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Sex, 18 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil
Ao longo desta última semana, diversas atividades de mobilização foram organizadas na Uerj, que está em greve já há duas semanas contra o seu fechamento, o corte de verbas e a tentativa de privatização do ensino público. Realizou-se uma Assembleia Geral de estudantes, uma reunião do Comando de Greve de Estudantes, palestras e debates sobre os rumos da greve em diversos cursos, além de ter sido realizado a IV Semana Acadêmica Paulo Freire, do curso de Pedagogia do Maracanã.

A Assembleia Geral, ocorrida na segunda-feira, 14/08, foi fundamental para os estudante darem informes da situação da mobilização em seu curso, dos delegados que foram eleitos para o Comando de Greve e para discutir as principais tarefas para a defesa da Uerj pública e gratuita. No Comando de Greve, foram levadas a cabo as definições das atividades principais e dos meios para garantir a realização destas (como manifestações, panfletagens, colaços, etc.).

Foi um grande avanço para o movimento estudantil da universidade o fato de se ter levado a cabo a realização das decisões aprovadas nas assembleias pelo conjunto dos estudantes. Basta comparar com as últimas greves para constatar um maior nível de organização dos estudantes. Os estudantes organizam atividades diariamente na universidade, impedindo o esvaziamento da Uerj e também tendo em perspectiva elevar mais e mais o nível de sua luta, respondendo aos ataques de Pezão-Temer (PMDB), .

O DCE-pelego, ligado à falida entidade UNE (PT/Pecedobê) mostrou claramente a quem serve ao defender nas assembleias métodos burocráticos como forma de barrar a organização estudantil. Exemplo disso foi sua tentativa de inchar o comando de greve com representantes de suas correntes. Os estudantes em luta garantiram que esta manobra não se efetivasse em duas ocasiões, na Assembleia e no Comando de Greve. Os representantes do MEC, porém, demonstraram não ter nenhum compromisso em organizar a luta quando, logo após serem derrotados, os pelegos da UNE do curso de Ciências Sociais se retiraram da reunião, alguns deles que eram, inclusive, delegados eleitos. Não poderíamos esperar nada de diferente vindo da UNE, que demonstrou uma vez mais ser imprestável para a luta estudantil. Não é atoa que o MEC doou R$1,5 milhão para o seu último Congresso: justamente para tentar barrar o avanço da luta estudantil.

Em vão! Mesmo com a enrolação de 1h30m, a reunião ocorreu e finalizou-se com deliberações importantíssimas. Os estudantes vêm travando duras lutas contra estes posicionamentos oportunistas e elevam seu nível de organização, cada dia mais.

É fundamental seguirmos neste ritmo e levarmos a nossa luta para as ruas do Rio de Janeiro, fechando ruas e avenidas, assim como fizeram os estudantes das escolas ocupadas por todo país, denunciando para a população da cidade os crimes cometidos contra a Uerj e dando claro recado de que não aceitaremos os planos de privatização do ensino público do gerenciamento estadual/federal de Temer-Pezão (PMDB).

Segue abaixo o calendário de luta tirado pelos estudantes:

18/08 - 6ª feira - 14h Comando de Greve Unificado.

21/08 - 2ª feira - 18h Assembleia Geral de Estudantes.

22/08 - 3ª feira - 15h Panfletagem + Colaço de cartazes em cada campus da Uerj (Maracanã, FEBEF e FFP).

23/08 - 4ª feira - 18h Grande Ato em defesa da Uerj em cada campus da Uerj.



Combater e Resistir em defesa da Uerj!

Nenhuma ilusão com o DCE (UNE-PT/Pecedobê) oportunista e eleitoreiro!

Ir ao combate sem temer! Ousar lutar, ousar vencer!

Rebelar-se é Justo!

 
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Qua, 16 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

Na última sexta-feira, dia 11/08, ocorreu um importante manifestação estudantil desde o Largo do Machado até o Palácio Guanabara, na zona sul do Rio de Janeiro. Com a presença de estudantes secundaristas de colégios que foram ocupados no ano passado, de colégios da Baixada Fluminense e de Niterói, estudantes da Uerj e de outras universidades, além de professores de colégios estaduais e de universidades, o ato cumpriu um papel de denúncia da criminosa medida de Marcelo Crivella (PRB) de fechamento de escolas.

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Os mais de 500 estudantes presentes puderam denunciar a situação atual de precarização dos colégios estaduais, com a falta de merenda, salas superlotadas, etc. Houve também denúncias contra o projeto “Escola Sem Partido”, que avança na criminalização dos professores, impedindo que estes promovam um ensino crítico com debates, discussões e que defendam um ensino público crítico que sirva a luta no dia-a-dia das salas dias. Estudantes da Uerj também deram informes da luta em defesa da Uerj pública e gratuita, colocando que é fundamental unir as forças em defesa da educação numa luta decidida contra a atual ofensiva privatista.

 
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Sex, 11 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

No dia 08 de agosto, ocorreu mais uma manifestação dos servidores públicos, professores da rede pública, estudantes e aposentados em luta no estado do Rio de Janeiro. Se concentrando no Largo do Machado, o ato se dirigiu até a sede da gerência estadual de Pezão (PMDB), o palácio Guanabara.

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Os 200 manifestantes foram à rua contra as ações da Secretaria de Educação, a Secretária de Ciência e Tecnologia e as medidas antipovo de Pezão. Estudantes em greve da Uerj e da Uenf também estiveram presentes erguendo faixas, bandeiras e cartazes, contando também com uma bateria que acompanhou as palavras de ordem durante todo o ato exigindo o pagamento dos salários atrasados, regularização das condições de trabalho.

 
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Qui, 03 de Agosto de 2017 Noticias - Movimento Estudantil

 

Na tarde do dia 01/08, cerca de 200 professores se reuniram em Assembleia Docente para discutir os rumos de sua luta. Esta data tinha sido definida pela última assembleia como o início da Greve docente, tendo em conta a situação que se encontra a universidade, bem como a ausência de respostas concretas por parte do gerenciamento estadual de Pezão (PMDB).

Os mais de 200 professores discutiram e deram informes sobre a situação que atravessam. Muitos dos professores estão com extratos bancários zerados, por conta dos mais de 3 meses de atraso nos salários. Além disto, os terceirizados também estão sem receber, e não há previsão para o Restaurante Universitário voltar a funcionar. Em resposta a isto, os professores iniciaram sua greve, tendo amplo apoio dos outros setores da universidade.

 

Pela noite, mais de 300 estudantes também se reuniram em uma Assembleia Estudantil, aonde grande parte dos presentes eram calouros que estão esperando para iniciar o semestre desde o começo do ano.

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Os estudantes também fizeram informes e denúncias dos ataques que estão sendo cometidos contra seus direitos. O próprio Restaurante Universitário, que está sem funcionar, existe apenas em um dos campus da faculdade. Além disso, são frequentes os atrasos nas bolsas, o que torna impossível a simples ida de estudantes cotistas até a Uerj.

 

 

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