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USP: Estudantes e trabalhadores resistem à agressão policial

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Reproduzimos nota publicada no Blog da Redação do Jornal A Nova Democracia: www.andblog.com.br.

USP: Estudantes e trabalhadores resistem à agressão policial

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Protesto contra os cortes na USP

Comitê de Apoio ao AND – São Paulo

Na tarde desta terça-feira, estudantes, trabalhadores e professores protestaram em frente ao prédio da reitoria por conta de uma votação do Conselho Universitário, que discutiria o documento “Parâmetros de Sustentabilidade Econômico-Financeira da USP”, que estabelece teto de gastos para a instituição e medidas que vão do não pagamento de reajuste à demissão de funcionários.

Para impedir a entrada de cerca de 100 burocratas no Conselho Universitários, os estudantes, trabalhadores e professores fizeram um cordão em frente ao portão do Conselho. Os conselheiros e a força policial tentaram romper o cordão dos estudantes que resistiram somente com a força do corpo contra os socos e coronhadas que lhe eram dados.

 

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Após 2 horas, fracassados e humilhados por não conseguirem romper o cordão dos combativos estudantes, a reitoria da Universidade acionou a Tropa de Choque e o que se seguiu foi uma tática covarde por parte da força policial do velho Estado. Tentando afrouxar o cordão e permitir a entrada dos burocratas no Conselho, a Tropa de Choque lançou bombas de gás em direção a grupos de crianças que estavam na manifestação junto com seus pais, pois um dos pontos do texto é o fechamento de creches onde já vem ocorrendo o sucateamento da Escola de Aplicação.

As pessoas que saíram para socorrer as crianças foram isoladas, espancadas e 4 foram detidas. Em respostas a tal truculência, os estudantes feriram e neutralizaram 4 agentes da força policial do velho Estado.

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A ideia era impedir a entrada dos conselheiros e barrar o documento que foi enviado sem qualquer diálogo com a comunidade. O documento tem como principal proposta limitar os gastos com folhas de pagamento a 80% da receita e, caso esse percentual não seja superado, autorizar a reitoria a não conceder reajuste salarial e realizar demissões; o objetivo é que até 2022 se corte 5% ao ano, e as medidas, incluindo demissões, serão tomadas para chegar a esses 5% de corte anual.

 

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