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SÓ A LUTA COMBATIVA É CAPAZ DE IMPEDIR O SUCATEAMENTO DA UNIFESP!

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No dia 27/02 (terça-feira) a PRAE (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis) da UNIFESP apresentou na reunião do CAE (Conselho de Assuntos Estudantis) a proposta de Edital do PAPE (Programa de Auxílio a Permanência Estudantil) para 2018 que aponta cortes nas bolsas de todos os estudantes. Nunca na história da UNIFESP sofremos tamanho ataque aos nosso direitos. Tal realidade já era prevista dado que desde 2015 com Dilma Roussef (PT/PḾDB) na gerência do velho Estado o fracassado REUNI vem apresentado seus danos em nossa universidade, com o corte do antigo Ponte Orca (fretado entre estações Carrão-UNIFESP e Armênia-UNIFESP) e a não abertura de vagas para as bolsas PIBID e PIBIC que tem se apresentado com maior intensidade na gerência de Temer e sua quadrilha.

Essa ofensiva privatista das classes dominantes (grande burguesia, latifúndio, serviçais do imperialismo, principalmente ianque) que se expressa no sucateamento das universidades públicas e  na transferência de verbas públicas para o ensino privado é a proposta do Banco Mundial/FMI para a educação em nosso país, para que cheguemos a um ponto em que a “solução” incontornável seja a privatização de todo o ensino público. A atual gerência do velho Estado de Temer e sua quadrilha afirma demagogicamente que está mantendo as verbas do PNAES (Plano Nacional de Auxílio Estudantil), mas, ao contrário do que tem dito, tem imposto um contingenciamento orçamentário para todas as universidades públicas do país, retirando bolsas de permanência de milhares de estudantes.

A Reitoria tem se mostrado conivente com essa situação e tem demonstrado um falso apoio à nossa causa ao tentar enrolar os estudantes com suas propostas absurdas. A proposta é reduzir drasticamente o valor das bolsas. Exemplo: No Perfil I, de R$ 746,00 para R$ 700,00; No Perfil II, de R$ 589,00 para 500,00; No Perfil III de R$ 373,00 para R$ 300,00, e assim sucessivamente. Aos olhos de desavisados, a solução “mágica” de nossa reitora Soraya Smaili é arredondar todos os números para baixo, talvez para o corte passar desapercebido. Mas na realidade, ela está tomando posição pelo sucateamento da UNIFESP e a consequente evasão de milhares de estudantes que já mal conseguem viver com as suas bolsas de auxílio atuais.

A ocupação da universidade que realizamos em 2016 contra a PEC 55, a ocupação do escritório da presidência do MEC e o trancamento incendiário da Rodovia Presidente Dutra (BR-116) no Dia Nacional em Defesa do Ensino Público e Gratuito puxado pela ExNEPe (Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia) no dia 23/11/2017, tem mostrado a disposição dos estudantes de combater as podres políticas desse governo reacionário com radicalidade.

 Soluções burocráticas como “Grupos de Trabalho” às escuras entre a Reitoria e a UNE não tem servido de nada para avançar a nossa luta. Este se mostrou tão inútil, que a própria Reitoria o dissolveu, para a infelicidade dos partidos eleitoreiros. A Vitoriosa Ocupação do Bandejão da UERJ realizada no ano passado nos deu exemplo de como deve ser a luta de vida e morte pela defesa do ensino público e gratuito! É a comprovação cabal de que só a luta independente, classista e combativa é que dá resultados efetivos. Não percamos tempo companheiros! Organizemo-nos para a luta e preparemo-nos para grandes batalhas!

Abaixo as contrarreformas do Banco Mundial e do FMI!

Por uma educação pública de qualidade a serviço do povo!

Fora Temer e sua quadrilha!

Rebelar-se é Justo!

 

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