As ações truculentas e arbitrária da polícia militar junto com a tropa de choque e a polícia motorizada (rocam) não desanimou o povo revoltado, o movimento só fez aumentar. Em uma semana foram realizados três atos em dias intercalados e cada vez mais o povo e a sociedade civil se aglutina ao movimento. Dia 25 de janeiro, 1500 pessoas estavam ansiosas para saber a postura do governador Eduardo Campos (PSB) que voltava de uma viagem. Em frente ao Palácio das Princesas, mais uma onda de repressão, já havia uma barricada de ferro e policiais cercando a entrada do Palácio. O povo resistiu, palavras de ordem eram ditas ao governador, mas o que estava ocorrendo dentro do palácio era uma traição com o movimento. Como sempre as entidades que querem representar os estudantes a pulso (UNE, UEP, UBES, UESPE), por debaixo dos panos (nestes termos), foram sentar à mesa com o governador.
Independente desses oportunistas a luta continua, com mais manifestações nas ruas e, recentemente, com um catracaço antecedido de uma ocupação simbólica num período de duas horas no Passe Fácil, prédio da empresa Grande Recife que detém o consórcio dos transportes em suas mãos.
Dia 09 de fevereiro (essa quinta-feira) o Comitê Contra o aumento das passagens conformado por várias organizações, dentre elas o MEPR, estará organizando um ato contra o aumento das passagens novamente na Avenida Conde da Boa Vista, às 12 horas, em frente ao Ginásio Pernambucano no Centro de Recife.
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