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Ter, 16 de Fevereiro de 2010
Teoria
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É com muito interesse que publicamos texto do ano de 1936 da grande revolucionária, camarada-de-armas de Lênin, Nadezhda Konstantinova Krupskaya (1869-1939).
Revolucionária, pedagoga, após o triunfo da revolução socialista de 1917 foi coordenadora do Glavpolitprosvet (o Comitê Principal para Educação Política) e delegada coordenadora no Comissariado para a Instrução Pública, militante bolchevique e membro do Comitê Central do Partido Comunista da Rússia (b) (1927-1939), esposa e camarada de Vladimir Ilich Lênin.
O texto remete exatamente ao ano em que em todo o mundo rufavam os tambores da Segunda Guerra Mundial, resultado da aguda crise geral do sistema capitalista a nível mundial e da necessidade dos grupos mais vorazes do capital financeiro empreenderem nova partilha do mundo. E, uma vez que em um sexto do planeta, no território da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, não apenas não havia crise econômica como se edificava uma nova sociedade, uma cultura e uma vida revolucionárias e progressistas, um novo Homem mesmo, atacar a Pátria do Socialismo, exemplo de uma vida nova para todas as massas exploradas e oprimidas em todo o mundo, era questão crucial. Varrer a União Soviética, o sistema socialista, tal era o sonho dos senhores da guerra em todo o mundo.
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Qui, 24 de Setembro de 2009
Teoria
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Introdução:
A concepção de mundo materialista dialética fundada há 161 anos (a partir de 1848, com o lançamento do Manifesto do Partido Comunista) por Karl Marx e Friedrich Engels, representando a síntese do que de mais avançado o conhecimento humano havia produzido até então, significou em realidade um enorme salto do mesmo e sentou as bases para a transformação revolucionária da sociedade, assinalando a necessidade e inexorabilidade da marcha da Humanidade para a ditadura do proletariado e o comunismo. Surgia a ideologia científica do proletariado, o marxismo.
Diferentemente dos socialistas utópicos, Marx e Engels concluíam pela substituição do capitalismo por um sistema social mais elevado não a partir de sentimentalidades ou apelos aos escrúpulos desse ou daquele governante mas sim por um minucioso estudo do caminho percorrido pela história através de um longo e doloroso processo de luta de classes (surgida a partir de um determinado estágio de desenvolvimento das forças produtivas) e baseavam cada uma de suas palavras e ações nas leis objetivas que regem a natureza, a sociedade e o pensamento.
A descoberta dessas leis e a sua aplicação constituem uma grande e fundamental, a maior arma com que conta o proletariado e as massas oprimidas de todo o mundo para derrubar a burguesia e marchar para uma nova era. Hoje quando muitos pretensos acadêmicos negam o marxismo, sua vigência e atualidade, hoje quando diuturnamente o imperialismo bombardei-nos com suas rotas teorias de “fim do marxismo” e da história (que, diga-se de passagem, não resistem à manifestação evidente do caráter cíclico das crises sob o capitalismo), auxiliado para tal pela “esquerda” revisionista e oportunista de todas as colorações que faz de tudo para nos apresentar um “marxismo” adocicado e aviltado, estático e sem desenvolvimentos, mais do que nunca devemos os estudantes e jovens em geral estudar os textos clássicos do marxismo-leninismo-maoísmo não para serem guardados em bibliotecas mas para guiar a ação de milhões de Homens no fogo da luta de classes, na luta por sua emancipação.Porque não há nada que possa ser mais revolucionário e científico do que ele.
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Seg, 08 de Fevereiro de 2010
Teoria
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É com muita honra que temos a oportunidade de publicar em nosso site o texto de autoria de Pankratova, intitulado “Lênin como Propagandista”. A ação tenaz e abnegada de um chefe revolucionário proletário, no trabalho paciente e “invisível” de difundir com firmeza a doutrina do proletariado entre as massas oprimidas da Rússia, tal ação é para nós revolucionários das novas gerações mais do que um exemplo: é um chamado ao dever!
Sim, porque nesses momentos em que o imperialismo e as classes dominantes retrógradas, em um estágio muito agudo de decomposição e fadadas a perecer, recorrem a um cada vez mais sofisticado bombardeio de contra-informação e veneno ideológico-midiático contra as massas, recorrem a milionárias técnicas difusoras de subjugação e pessimismo, ceticismo e obscurantismo, que ganham proporções de verdadeira guerra psicológica mundial, nesse momento em que as chamadas “tecnologias de informação e comunicação” são parte substancial da ação contra-insurgente do imperialismo, precisamente neste momento faz-se necessário como nunca o trabalho cotidiano e “formiguinha” dos revolucionários, pondo a nu em toda a sua mediocridade tal “superstição informatizada” e conclamando as massas a romper com todo torpor e resistir com firmeza.
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Qua, 14 de Abril de 2010
Teoria
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No dia 10 de abril último celebrou-se o 140º aniversário de nascimento do chefe do proletariado internacional, Vladimir Ilitch Ulianov, o grande Lênin. Particularmente nesse momento em que apregoa-se aos quatro ventos a “falência do marxismo” ou, segundo o revisionismo e oportunismo, um tal “novo socialismo” ou “socialismo do séc. XXI”, na verdade rotos e antigos intentos de castrar do marxismo o seu conteúdo revolucionário, nesse momento mais do que nunca faz-se necessário levantar e defender a grande bandeira vermelha do proletariado internacional e as três luminárias por este erigido em mais de um século de tormentosas lutas, na figura de seus três maiores e inquestionáveis chefes Marx, Lênin e o Presidente Mao Tsetung.
Por essa ocasião publicamos em nossa página o texto referente a um discurso proferido por Lênin em 1920, quando do III Congresso das Juventudes Comunistas da Rússia. O otimismo e entusiasmo revolucionário, aliado a um extraordinário domínio da situação de profundas e complexas dificuldades e desafios, a linguagem clara e animadora, a fé inabalável na vitória e a profunda fusão entre um impetuoso gênio intelectual e magistral capacidade organizativa, tudo isso aparece aqui expresso com simplicidade e concisão. Não temos dúvida de que a leitura e estudo desse breve discurso segue sendo para as jovens gerações de militantes revolucionários um rico manancial tanto de motivação para seguir empunhando a bandeira comunista da foice e do martelo como de compreensão de como marchar de maneira justa e indomável pelo caminho correto.
Viva os 140 anos do nascimento de Lênin!
Viva a Revolução Proletária Mundial!
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Qua, 16 de Dezembro de 2009
Teoria
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Volta e meia aparecem nas universidades, como verdadeira febre, certos "modismos intelectuais", voltados a vulgarizar e tergiversar importantes figuras do pensamento revolucionário. O caso de Marx basta para comprovar o que dizemos. Lênin, em "O Estado e a Revolução" dizia brilhantemente:
"(...) em vida dos grandes revolucionários, as classes opressoras os submetem a constantes perseguições, acolhem suas doutrinas com a raiva mais selvagem, com o ódio mais furioso, com a campanha mais desenfreada de mentiras e calúnias. Depois de sua morte, se tenta converte-los em ícones inofensivos, canoniza-los, por dizer assim, rodear seus nomes com uma certa auréola de glória para ‘consolar’ e enganar as classes oprimidas, castrando o conteúdo revolucionário de sua doutrina revolucionária, melando o fio revolucionário desta, envilecendo-a".
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Dom, 14 de Agosto de 2011
Teoria
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Os ataques à ciência da revolução proletária não são novos, é o que deixa claro este escrito de Lênin do início do séc. XX em que ele traça um quadro das principais correntes revisionistas da época. O marxismo se desenvolve através da contradição, da dialética. A história de lutas de Marx e Engels o prova. Primeiro o rompimento com os idealistas hegelianos de esquerda, depois as discussões econômicas contra os proudhonistas, posteriormente a luta passa para o campo do movimento operário diretamente com os bakunistas, por fim a luta contra o proudhonista Mühlberger e do positivista Dühring. E, claro, este rol não é exaustivo: o marxismo se forjou e se forja diante implacável luta contra os desvios de “esquerda” e de direita. Como sintetizou o Presidente Mao: “Quando a humanidade despreza um erro e aceita uma verdade, uma nova verdade começa a lutar contra as novas idéias erradas. Esta luta não cessará jamais. Esta é a lei do desenvolvimento da verdade e, desde logo, também a lei do desenvolvimento do marxismo” (Presidente Mao, em “Sobre o Tratamento Correto das Contradições no Seio do Povo”).
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Qua, 19 de Maio de 2010
Teoria
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(Mao Tsetung - Abril - Junho de 1938.)
Publicamos abaixo notas do presidente Mao Tsetung sobre o Materialismo Dialético. Não há dúvida que o estudo consciente da ideologia científica do proletariado, daquilo que Lênin chamou o materialismo conseqüente, isto é, o materialismo dialético, trata-se de uma importante arma a ser empunhada pela classe operária e pelo conjunto das massas populares pela transformação do mundo e pela marcha rumo ao comunismo.
A luta entre Materialismo e Idealismo segue sendo de suma importância pois, no lastro da ofensiva geral da contra-revolução em todo o mundo, tem-se recrudescido também a luta entre essas duas concepções de mundo, uma vez que toda a ideologia burguesa que justifica a sua dominação –num momento em que esta está já em franca contradição com todo o desenvolvimento econômico e social acumulado pela Humanidade- repousa sobre bases idealistas e reacionárias, caducas sob quaisquer pontos de vista. Basta observar as “modernas” teorias sobre fim do mundo, ou sobre a “comprovação científica da existência de Deus” tão em moda na “academia” estado-unidense (tais “teorias”, na verdade, nada têm de modernas) para identificar claramente qual o sentido e o propósito desse tipo de coisa. Não é à toa que, logo no princípio do texto, o presidente Mao refere-se à luta entre Materialismo e Idealismo como a batalha entre “dois exércitos” em filosofia.
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Sex, 02 de Julho de 2010
Teoria
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É com grande satisfação e sentimento de dever revolucionário que disponibilizamos em nossa página o décimo capítulo de uma das mais importantes obras do grande dirigente da Revolução de Outubro e da classe operária internacional, V.I. Lênin, O Imperialismo, fase superior do capitalismo.
Estudar com seriedade esta obra, e apreender dela todo seu conteúdo revolucionário é, hoje como nunca, tarefa das mais importantes para as novas gerações de jovens que lutam pela construção de uma nova sociedade. O contexto em que tal obra foi escrita, aliás, não pode deixar de levantar semelhanças notáveis, hoje quando acentua-se a olhos vistos a profunda crise do sistema imperialista mundial e, no seu lastro, a luta por nova partilha do mundo.
O termo “Imperialismo”, no sentido de um novo período na economia capitalista, é utilizado pela primeira vez pelo autor inglês John Hobson, em 1902, quando publica livro com este nome. Cumpre importante papel no estudo deste conceito a obra do economista Hilferding, membro da social-democracia alemã, que no princípio dos anos de 1900 publica uma obra intitulada “O Capital Financeiro”.
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Qui, 18 de Novembro de 2010
Teoria
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Dando prosseguimento à nossa iniciativa de manter a nossa página à serviço da divulgação das obras clássicas do marxismo-leninismo-maoísmo, uma vez que a sua difusão entre a juventude é tarefa mais do que urgente, publicamos nessa semana o texto “O marxismo é a revolução na Filosofia”, do célebre revolucionário russo Andrei Alexandrovitch Jdanov. Como ocorre com os clássicos, seu estudo não encerra interesse apenas histórico mas, muito além disso, constitui uma arma para enfrentar e resolver os grandes desafios dos dias de hoje, na luta incessante e sempre mais encarniçada entre a putrefata ideologia burguesa e a nova e revolucionária ideologia proletária.
Defendendo a posição de partido em filosofia, e se opondo de maneira contundente e combativa à tentativa de conciliar a ideologia burguesa e proletária nos domínios cultural e científico, Jdanov submete a uma audaz crítica não apenas a ideologia burguesa em geral, mas também os círculos acadêmicos da União Soviética em particular. Do ponto de vista histórico isto tem grande importância, porque trata-se de uma aguda manifestação da luta de classes sob o socialismo, da luta entre a via capitalista e a via comunista, que se agudizava na União Soviética do final dos anos 1940 e culminaria na restauração do capitalismo após a morte do camarada Stalin.
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Ter, 13 de Julho de 2010
Teoria
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No texto “O Papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem”, Engels explicita o papel do trabalho na evolução da espécie humana desde a transformação da mão, e mostra que ele está intimamente relacionado com o desenvolvimento cerebral, assim como a variedade da alimentação, que por sua vez é um diferencial entre os macacos e o ser humano. Mostra que, como foi o trabalho que gerou a diferenciação das duas espécies, à cada modalidade de trabalho nova o ser humano se distancia mais ainda de suas características mais primitivas.
Diz também que outra evidência de que o trabalho é que diferenciou as duas espécies, é a de que o ser humano - agora já uma espécie com desenvolvimento cerebral bem avançado - exerce uma intervenção diferenciada na natureza, isto é, intervém de forma planejada; porém, se o homem aprendeu de certa forma no decorrer de milhares de anos a prever as conseqüências naturais relativas aos processos produtivos, mais tempo ainda levou para pensar nas conseqüências sociais.
E finaliza dizendo que isso gerou uma aplicação do trabalho em relação somente aos seus resultados produtivos imediatos, descartando conseqüências remotas que surgem depois de um processo de repetição e acumulação gradual, conseqüências estas que viriam a propiciar a revolucionarização completa do modo de produção a fim de transformar radicalmente a ordem social vigente.
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