A luta não acabou!
Boicotar as taxas na UFG!

2004: Um ano de vitória para os estudantes da UFG!
A expressão mais clara de que a UFG está sendo privatizada são as taxas cobradas. Desde o final de 2002, organizamos a luta contra a cobrança de taxas, com o boicote das taxas de matrícula. Em 2004, mais de 300 estudantes participaram do boicote. A grande notícia veio no final de julho, quando a UFG foi proibida pela Justiça de cobrar qualquer taxa dos estudantes.

Milca reage atacando os direitos dos estudantes
Com essa grandiosa vitória, a Reitora Milca se volta contra os estudantes, retirando nossos direitos parte por parte. Depois de terceirizar o R.U., cortou também a concessão de passagens para participações em eventos já como retaliação à luta dos estudantes na vã tentativa de intimidá-los.
Diante de dezenas de estudantes, no dia 16 de setembro, afirmou que vai cumprir todas as medidas do MEC/Banco Mundial, que aplica a contra-reforma universitária, e culpou os próprios estudantes pelo sucateamento da UFG.

Reitora ameaça cobrar taxas de matrícula em 2005
A nossa vitória contra as taxas na UFG não foi conseguida sem luta. Agora, devemos manter a luta para evitar que as taxas voltem a serem cobradas. A Reitoria, como já era esperado, recorreu na Justiça da sentença que a impede de cobrar taxas, e esta sentença foi suspensa até o julgamento do recurso.
Assim, a única saída é continuarmos com o boicote às taxas, denunciando a política de privatização aplicada na UFG, que ataca nossos direitos. Lutar contra a reforma universitária é combater cada medida de sua implementação em nossa universidade, não tenhamos a ilusão de que nossas conquistas serão dadas por algum político benevolente ou com discursos vazios. Organizar a luta em cada faculdade é construir o novo movimento estudantil, é não ter ilusões que possamos barrar a reforma sensibilizando o MEC/FMI ou parlamentares.

Boicote em 2005: Como participar?
Atentos a cada passo da luta concreta dos estudantes, e aperfeiçoando com a experiência dos anos anteriores estaremos repassando as procurações que devem ser preenchidas e assinadas. O processo já está pronto, pediremos mandado de segurança que garanta nosso direito de não pagar matrícula e demais taxas. Em cada faculdade os companheiros que organizam o MEPR estarão distribuindo e recolhendo as procurações. Pedimos ainda, como ocorreu no ano passado, que o DCE e CA´s participem ajudando a distribuir e recolher as procurações e colaborando financeiramente para os custos com o processo. É importante também que cada estudante contribua de forma voluntária (sugerimos três reais) com o movimento, para que possamos fazer a divulgação, organizar a luta de forma conseqüente, e garantir sua independência e combatividade.

MEPR - Goiânia

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