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11 dias de
bombardeios contra palestinos
6/1/2009
# Leia a matéria
do dia 29/12: Estado fascista de
Israel bombardeia Palestina

Ato vela corpo de
crianças assassinadas pelo Exército Fascista de Israel
Leia o
pronunciamento de Khaled Meshal, líder do Hamas. Clique aqui.
No
dia 27 de dezembro o Estado de Israel iniciou um dos maiores
bombardeios contra a Palestina. Os ataques iniciaram por volta das
11:30h (15:30h no horário de Brasília) através da Força Aérea. Só
neste primeiro dia, 200 palestinos morreram.
Já no dia seguinte, o
Estado Sionista liberou a contratação de 6.500 reservistas e
continuou seus ataques aéreos, acertando bombas na Universidade
Islâmica e destruindo túneis que ligam Gaza ao Egito, meio pelo qual
chegavam remédios e comida, enquanto deslocava centenas de soldados
e artilharia pesada para a fronteira com Gaza.
Estava anunciado a
aprofundamento fascista do Estado de Israel. No terceiro dia de
bombardeios, o prédio do Ministério do Interior da Palestina
(governada pelo Hamas, partido eleito democraticamente pelos
palestinos em 2006) foi destruído.
Bombas israelenses lançadas contra
Gaza
Os ataques aéreos e o
cerco à Palestina continuaram diariamente até que na noite do dia 3
de janeiro, iniciou-se a invasão terrestre em Gaza; agora, o povo
palestino era alvo não só das bombas aéreas, mas também das
artilharias e carros de combate. Quando estouraram os primeiros
tiros de artilharia, 10.000 soldados já estavam na fronteira,
prontos para invadir Gaza.
Hoje, no décimo
primeiro dia de agressão à Palestina, já são mais de 570 palestinos
mortos e 2.700 feridos.
Médicos que estão
atendendo aos feridos palestinos denunciam, através de análise de
queimadura, que o exército de Israel está usando bomba de fósforo
branco, que é proibida pela Convenção de Genebra, o que adiciona
mais um crime na lista de terrorismo praticado pelo Estado Fascista
e Sionista de Israel.
O número de mortos e
feridos cresceu exponencialmente após a invasão terrestre. Já são
dezenas de crianças assassinadas e outras centenas de feridas. Este
número pode ser ainda maior já que desde o dia 29 o Estado de Israel
determinou a saída de jornalistas da Faixa de Gaza e bloqueou o
acesso da imprensa à região.
Outra demonstração de
terror praticada pelo Estado Israelense foi o impedimento de
medicamentos, material sanitário e alimentos, doados por
organizações e entidades de vários países, para os palestinos.
Criança palestina de 4
anos em funeral. Dia 30/12
A Resistência Popular
como resposta à agressão fascista
O povo palestino está
sendo massacrado. Depois de um grande cerco ao país, que levou à
escassez de comida, remédios, energia etc., o Estado de Israel,
munido com as mais poderosas armas bélicas e entupido de dinheiro
doado pelo imperialismo, principalmente ianque, iniciou seu ataque covarde e desproporcional
contra o povo palestino.
Mas em contrapartida, os
palestinos têm recebido solidariedade dos povos do mundo inteiro,
que saem às ruas, queimam bandeiras ianques e israelenses, denunciam
as atrocidades de Israel e apóiam a resistência palestina.
Nos países vizinhos já
são dezenas de milhares de massas que se apresentaram para a
resistência. A juventude em diversos países se lança em
solidariedade ao povo palestino e se dispõe a combater contra o
exército sionista. Só no Irã, fontes oficiais divulgam o número de
70.000 estudantes que se dispuseram a integrar a resistência
palestina.
A solidariedade ao povo
palestino cresce a cada dia no mundo todo; os combates guerrilheiros
contra o exército sionista já se iniciaram e alguns soldados do
exército fascista já tombaram nesta batalha. Por mais duras que
sejam as condições e difíceis expectativas imediatas, em longo prazo
a vitória do povo palestino é inevitável.

Morte às tropas
invasoras de Israel!
Abaixo o Estado
Fascista de Israel!
Viva a Heróica
Resistência Palestina!
Rebelar-se é justo!
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