MEPR
PARTICIPA DE DEBATE SOBRE O MOVIMENTO ESTUDANTIL, ORGANIZADO
PELO CENTRO ACADÊMICO DO DIREITO-UFG
Publicado em
17/3/2009
O Centro Acadêmico XI de Maio, da
Faculdade de Direito da UFG – Universidade Federal de Goiás
realizou na última quinta-feira, dia 12/03/09, um debate sobre a Importância
e necessidade do Movimento Estudantil: da década de 60 aos dias
atuais, em que foram convidados três
representantes do movimento estudantil: UNE, Conlute e MEPR – as
duas primeiras não compareceram ao debate – e um professor da
Universidade.
O debate contou
com a presença de mais de 50 estudantes. Esteve presente um
representante do Centro Acadêmico, apresentando os princípios da
Gestão Antídoto, eleita no fim do ano passado em processo que
contou com a participação de cerca de 70% dos estudantes - um
grau de participação histórico no curso de direito; em seguida o
professor da Faculdade de Ciências Humanas - UFG, traçou
uma análise da atual situação do movimento estudantil
brasileiro, seus avanços e debilidades.
Para finalizar um companheiro do
Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR fez uma
exposição sobre o histórico do movimento estudantil,
apresentando aos recém-chegados à Universidade a importância da
juventude combativa para a luta revolucionária em nosso país,
exaltando os verdadeiros heróis do povo, que doaram mesmo suas
vidas em favor da libertação de nosso povo da opressão
imperialista. Lembrou a gloriosa Guerrilha do Araguaia, ponto
máximo da luta armada em nosso país e a forma como estudantes
levaram até o fim o princípio de servir ao povo de todo coração.
Nesse contexto, explicou a trajetória da
UNE que mesmo em alguns momentos na década de 60 e 70
apresentando ilusões com o Estado, conseguiu levar à frente
diversas lutas combativas, tais como a Greve do 1/3 e outras;
até que, a partir da década de 80, foi se transformando em uma
entidade aparelhada por PT/PCdoB,
defensora do governo e inimiga dos estudantes.
Durante sua fala, foi desmascarada a UNE e todos seus podres
projetos de acabar com direitos estudantis e a educação como um
todo.
Assim, fazendo uma defesa dos
grandes líderes revolucionários da história, da atualidade e
cientificidade do marxismo, da necessidade de um movimento
estudantil que lute por uma Universidade a serviço do povo e da
revolução brasileira apoiada pelos estudantes, encerrou sua
fala.
Mesmo tendo chegado ao teto
estabelecido para o encerramento do debate, diversos estudantes
ficaram por mais 50 minutos, questionando e discutindo os
caminhos do movimento estudantil. Também, foi montada uma
banquinha com os materiais do MEPR e cortesias do jornal A Nova
Democracia foram distribuídas aos presentes.
CRESCE, CRESCE
POR TODO O BRASIL O NOVO MOVIMENTO POPULAR ESTUDANTIL!